Arquipélago das Cagarras

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Re: Arquipélago das Cagarras

Mensagem  Iurd Byron em Seg Abr 08, 2013 10:24 pm

Iurd - Ingrid

Iurd se aproxima de Ingrid, esperava que Viktor fosse para perto dele após chamar o Presas de Prata, e após sua pergunta, rapidamente ela o responde é curta e o pergunta como ele estava. Ingrid sabia que ele provavelmente estava mal, a última conversa que tivera com Kathya foi um tanto violenta e ela foi sequestrada com aquele clima entre os dois.

Diante dos olhos do Ahroun ela foi tirada da matilha, ele não pôde fazer nada. Após a pergunta dela, ele faz uma cara de quem esta suportando e diz:

-'Estou bem. Achei que tivesse acontecido alguma coisa, tive uma sensação horrível e logo em seguida você uivou, fiquei preocupado cntg.'
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Iurd Byron

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Ingrid - Iurd

Mensagem  Ingrid Reis em Seg Abr 08, 2013 10:55 pm

A Uktena assente com a cabeça em solidariedade a Iurd. Não era de ficar expondo seus sentimentos, nem sabia se os tinha muito, mas havia aprendido a ser solidária com aqueles que fizeram parte de sua história até ali. Séria, em tom sóbrio, a Theurge fala com o Presas de Prata:

- Eu ainda não sei o que foi aquilo, mas acho que vamos descobrir em breve e tenho certeza absoluta de que não vamos gostar. Tempos muito difíceis se avizinham, Iurd. Temos que ser mais fortes do que nunca...
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Ingrid Reis

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Ryan McDougall "High - Tech" - TODOS

Mensagem  Ryan McDougall em Ter Abr 09, 2013 3:29 am

* Ryan aguardava uma resposta do líder Rokea quando percebe um furor se iniciar em algum local próximo a eles. Volta-se instintivamente para os sons e se surpreende ao fixar os olhos nos Garous que se engalfinhavam após trocarem insultos. Observa o exato momento em que Alma-Inquieta, cansado das palavras ofensivas de Kor, avança contra o mesmo em uma sequencia poderosa de ataques que fazia sangue jorrar e jogava o Senhor das Sombras ao chão. Como se não bastasse, o Ahroun ainda prostra-se sobre o Galliard caído, humilhando-o e intimidando-o com provocações. *

* Tinha ouvido as palavras ditas e havia presenciado as consequências daquela troca ofensiva de farpas. Merecido ou não, o Andarilho não compreendia a razão que levou o Senhor das Sombras à agir com tamanha imbecilidade. Focava sua atenção inteiramente na briga quando ouve as palavras reprovadoras do Rokea Presas-de-Marfim a respeito do ocorrido. Estava emputecido com o desenrolar dos fatos que prejudicavam imensamente tudo pelo que haviam lutado até então quando os Garous comandados por Iurd gradativamente retornam da caçada aos Dançarinos fugitivos. Tentando manter a cabeça no lugar, assente com a cabeça para cada um dos Garous que depositam corpos à sua frente, em forma de agradecimento. Ao menos alguma coisa continuava funcionando. *

* Ryan capta o olhar de Darkness nesse instante e demonstra com os olhos que aprovava a iniciativa do lupino em intervir. Aproveita desse tempo extra que lhe fora concedido para responder ao líder dos Rokea: *

- Isso vai parar agora.

* O semblante do Andarilho já era uma mascara de frieza quando passa por Arthur e pelo Ahroum de pelos brancos que não conhecia (Esquecido), dizendo sem nem ao menos interromper o passo: *

- Vigiem esses desgraçados da Wyrm enquanto eu resolvo essa porra..

* Segue a passos firmes até o local onde Darkness segurava Kor com os dentes em seu pescoço. A feição do líder da Vingadores era extremamente séria e ele se dirige à Kor em tom não menos do que imperativo: *

- Que caralho é esse que você tá fazendo, Galliard!?

* Ryan ignora Alma-Inquieta naquele primeiro instante, focando sua atenção inteiramente em Kor. Notava o sangue escorrer do local onde as garras do Presas de Prata haviam rasgado Sopro-da-Tempestade profundamente e, numa frieza furiosa, desconsidera o ferimento, achando-o merecido. Agora que estava próximo o suficiente notava o medo no semblante de Kor. Isso também não faz o Alpha apiedar-se. Aquela briga idiota havia abalado fortemente suas pretensões.. trazendo a aversão dos Rokea e da Matilha de Apoio. Não desejava desperdiçar tempo com aquela imbecilidade mas não tinha escolha. Tinha que contornar a situação de alguma forma e, puto da vida, dispara verdades na cara de seu comandado insubordinado: *

- Te falo pra calar a boca e em resposta você compra uma briga com o Ahroun da matilha de apoio que te impediu de matar um irmão. Esqueceu qual a é o caralho do seu Augúrio? Esqueceu sua função?

* Apesar de nitidamente enfurecido, Ryan não se descontrola. Não gritava, embora falasse em tom audível para todos. Mantinha uma entonação fria e firme: *

- Confiei em você pra unir e inspirar nossos irmãos e, ao invés disso, você trás desunião e ódio. Seu orgulho é tão grande a ponto de te cegar e te fazer agir como um imbecil?! Você desonrou nossa luta em prol de uma noção mesquinha de auto-preservação. Você desonrou a memória do Faro-Fino, que lutou corajosamente até o fim. Você desonrou a memória de Justiceira-Implacável, que deu a vida por Gaia e por nós. Você desonrou os Rokea e este Caern. Você agiu como um retardado e manchou seu próprio nome e o da sua Tribo. É assim que você pensa em servir essa matilha?! É esse caralho que você acha que é a função da sua Lua?!

* Interrompe suas palavras e olha para todos ao redor. Tinha falado muitas verdades que estavam engasgadas desde o momento em que foi interrompido por aquele circo desnecessário. Não sentia prazer naquela função, mas sabia que tinha que exerce-la ali, na frente de todos, onde o problema havia surgido e onde tinha que terminar. Fixa o olhar nesse instante em Alma-Inquieta, mas sua nova mensagem era destinada a todos os presentes: *

- Somos guerreiros de Gaia, porra! Lutamos pela mesma causa. A desunião não faz sentido se não quisermos nos foder.

* Seus olhos alcançam os do Rokea Presas-de-Marfim nesse instante, pois havia repetido as mesmas palavras que já havia trocado com ele. Cansado de tudo aquilo, o Andarilho se volta novamente para Kor. Mantinha ainda um semblante fechado e dizia imperativamente, não dando margens para argumentação: *

- Você deve desculpas à matilha Ceifadores-de-Malditos, Sopro-da-Tempestade, e vai pagar essa dívida agora. Seja um Galliard.

* Dito isto, coloca seus olhos em Darkness, que segurava Kor, e comenta com lúpino ainda em tom audível para todos: *

- Pode solta-lo, Darkness. Ele foi homem o suficiente pra arranjar briga com um Ahroun e agora vai ser homem o suficiente pra fazer o que tem que fazer.

* Não tinha mais nada à dizer. Ao término das palavras, apenas fixa os olhos em Kor e aguarda. Havia oferecido uma saída digna para todo aquele maldito circo. Esperava para ver até que ponto essas medidas surtiriam efeito... e esperava não ter de recorrer à artifícios mais pesados. *
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Darkness (Hispo) - Ryan - Kor / Todos

Mensagem  Convidad em Ter Abr 09, 2013 11:50 am

Darkness estranha o Alpha vindo até ele, havia retirado o Senhor das Sombras de perto da Matilha de apoio, justamente para resolver aquilo tudo uma outra hora, afinal estavam em território de uma outra Raça de Metamórfica e acreditava que havia prioridades do que insistir naquela confusão. Se tem uma coisa que o Cria de Fenris tinha aprendido, é a hora e momento certo de resolver conflitos.

Ele para de puxar Sopro-da-Tempestade para que o Garou pudesse ouvir as palavras de Ryan, apesar de Kor estar completamente atordoado pelos ferimentos. Ouve todo o esporro dado pelo Líder da Vingadores, e quando é pedido para soltar o Garou, o Ahroun simplesmente larga a carne dele, deixando que sua cabeça batesse contra o chão.

O Cria de Fenris então começa a caminhar se afastando daquela situação e de todos, e em sua individualidade e orgulho, bate contra um tronco de árvore qualquer e deixa seu corpo desabar. Lambendo suas feridas ele apenas fica encarando de longe os Dançarinos capturados, como vigiando-os.

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Re: Arquipélago das Cagarras

Mensagem  Iurd Byron em Ter Abr 09, 2013 4:51 pm

Iurd - Ingrid / Todos

Iurd olhava a Uktena enquanto ela falava e ele concordava com todas as palavras que ela dizia ali e em meio a conversa por um instante a atenção do Presas de Prata se volta para Ryan que perde as estribeiras com Kor, Iurd apenas assiste e espera aquilo terminar, e quando termina ele olha para Ingrid, coloca a mão no ombro da Theurge e diz:

-'Precisamos apressar as coisas por aqui. Temos um assunto muito importante para tratar. Se permanecermos unidos, tenho certeza que conseguiremos a força que precisamos, nós sabemos disso melhor do que ninguém. Vamos tirar todos daqui e interrogar logo esses malditos para ir atrás da Kathya.'
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Julian Escott Kraken "Esquecido"

Mensagem  Julian Escott em Ter Abr 09, 2013 8:41 pm

* Julian retornava ao campo de batalha seguindo Darkness, que dispensa o corpo inconsciente aos pés do Alpha da Vingadores e logo segue para resolver uma pendência. Notava agora que a dita pendência era uma surra violenta que um Presas de Prata empregava em um Senhor das Sombras. Assim que o Galliard vai ao chão sangrando, Julian ri largamente e balança ironicamente sua cabeça para os lados em tom de negação. Comenta para si próprio em uma censura divertida: *

- Tsc, Tsc.. É bom estar de volta entre garous!

* Ainda ostentava o sorriso quando Darkness arrasta o Senhor das Sombras para longe da confusão e o líder de sua ex/atual matilha pedia para cuidarem dos Dançarinos caídos. Responde batendo com uma das patas na testa em uma continência despretensiosa enquanto o Garou se afasta. Estava curioso para ver o que iria acontecer e não se decepciona. A brincadeira aumentava de proporções e o Alpha agora esculachava seu subordinado. Instintivamente, Julian solta: *

- Etaporra..

* O Senhor das Sombras caído agora ouvia um série de reprimendas , sendo ainda mais exposto. Julian ouve tudo com despreocupadamente, meramente desejando saber como aquela pica toda terminaria. Lembra-se de uma passagem do filme Tropa de Elite e não hesita um instante antes de replicar sua versão paródica em voz suficientemente alta para que as pessoas próximas escutassem: *

- Você não é Vingador! Você é filhote! Pssht! (som de tapa na cara)

* O Roedor ri do próprio comentário e permanece próximo aos Dançarinos caídos, vigiando-os. *
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Kor Yance - Darkness / High-Tech / Todos

Mensagem  Kor Yance McDonell em Qua Abr 10, 2013 2:43 am

Foi tudo muito rápido. Kor mal pôde prever os movimentos de Viktor. Talvez sua raiva e seu ódio mortal por aquela situação tivesse o cegado o suficiente para nem enxergar o que de fato tinha acontecido. Tinha falado muitas coisas por impulso e sem pensar. Percebe a burrada que fez naquele momento, e somente após uma surra do Alma-Inquieta percebe que exagerou nas piadas em um momento sério e por ter causado discórdia em um momento tão sério como aquele. Porém, ninguém passou pela situação que Kor havia passado. Ser chamado de traíra ou de fraco após ter entregado sua vida pela sua matilha tantas vezes era inadmissível, pelo menos era isso que passava por sua cabeça no momento. Seu orgulho jamais aceitaria a hipótese de ser considerado um traídor, talvez foi por isso que sua fúria tomou conta da sua inteligência, deixando ser levado pela raiva ao invés da sensatez.

Kor mal pode escutar as palavras de Viktor, e para ele as mesmas agora não tinham tanta importância. Já imaginava o puta sermão que deveria escutar após aquela situação. Estava sentindo um medo apavorante só de olhar para a cara de Viktor. Aquilo era um tanto quanto estranho, pois momentos antes de intimá-lo para batalha só sentia vontade de dar uma surra nele, e por ironia do destino, foi Kor que acabou apanhando. Sentia dor uma dor tremenda no seu peito, onde pegou o golpe mais forte, uma dor um tanto quanto insuportável, mal conseguia andar com precisão, e jorrava muito sangue do seu ferimento.

Antes que pudesse se dar conta da merda que tinha dado, vê Darkness o arrastando entre os dentes e dizendo a Viktor que tinha aprendido a lição. Aquilo era um tanto quanto engraçado. Não entendia como a situação poderia ter invertido tão rapidamente. Uma hora estava matando muitos dançarinos e se orgulhando disso, e outra hora estava exposto ao rídiculo por causa de uma coisa que nem teve culpa, com exceção da explosão da sua raiva e suas piadas.

Após Darkness colocar Kor no chão, sente um alivio em seu pescoço, facilitando a respiração. Escuta novamente uma ameaça de Darkness dizendo que se fizesse merda arrancaria a cabeça. Kor teria rido dessa situação se tivesse em condições, pois mais fudido do que estava era impossível, só a morte causaria tanta dor, e mesmo que Kor quisesse fazer alguma merda, isso não seria possível, não daquela forma, mas agora essa hipótese tava descartada. Kor olha para Darkness com muita dificuldade, olha bem nos olhos e diz:

- Obrigado... Darkness...

Demonstrou gratidão pela atitude do Darkness, uma vez que foi o único a fazer algo nessa situação. Tentava se recompor fisicamente e esquecer as dores fudidas que estava sentindo no peito, quando percebe a presença de Ryan se aproximando. Já poderia até prever o tamanho da esculhambação. Se recordou por um momento que durante aquela rebuliço todo, não havia prestado atenção nas palavras do líder. Na verdade, nem se lembrava o que tinha dito, e aquilo pesava mais no que nunca na sua consciência. Fechou os olhos por um instante e se preparou para escutar a verdade.

Ryan havia dito coisas pesadas, muito pesadas, porém por mais magoado que Kor estivesse consigo mesmo ao escutar aquilo, Ryan ainda estava certo. Kor por um momento pensou em responder o que Ryan havia lhe perguntado, mas lhe faltou ar e depois perceber que aquela hora não era o momento certo. Escutava com atenção as palavras do líder, e ao mesmo tempo sentia uma dor infernal no seu peito que parecia aumentar cada vez mais. Espero Ryan acabar de proferir suas palavras e percebeu o semblante frio e raivoso que o líder apresentava.

" Que merda..."

Olhou para o Alpha, e se pôs de pé com muita dificuldade levando a mão ao peito para ver se estancava o sangramento. Não havia outro caminho, e o orgulho que teve que ergolir seco neste momento pareceu ter doido mais que os golpes de Viktor. Recuperou sua postura e disse à Ryan:

- Desculpe High-Tech...Você tem razão em cada palavra que disse... A situação me fez perder a cabeça, me deixei levar pela raiva, meus pensamentos se trancaram por causa disso... Nunca foi minha intenção desonrar a matilha e muito menos daqueles que lutaram ao meu lado...

Kor escutou as palavras do High-Tech, ordenando que pedisse desculpas pela cagada que tinha feito. Após ter dito aquilo à Ryan, deu passos lentos por causa da dor, até ficar mais próximo aos membros da matilha de apoio. No entanto, tomado pelo medo e incapacitado fisicamente, evitou contato visual com Viktor. Por algum motivo que Kor não sabia explicar, estava com um terrível medo seu fundamento dele. Antes de proferir sua palavra, ergueu sua cabeça, mostrando como sinal de que tinha ciência do que tinha feito, olhou nos olhos de cada um e disse:

- Me desculpem...


Fez uma pequena pausa por sentir um nó na garganta por causa do seu orgulho ferido.

- Me desculpem por agir feito idiota diante de uma situação tão séria... Não foi minha intenção desrespeitar e nem desonrar qualquer um daqui... Me deixei levar totalmente pela raiva, do que pela razão... Ser acusado de traidor ou ser chamado de fraco por irmãos de matilha nunca tinha acontecido comigo, como também nunca aconteceu de explodir de raiva por alguém que não merecesse...

Referia a Viktor nesse momento, pois durante a batalha, foi ele que o parou para não matar um membro da matilha de apoio. Por um momento ficou meio zonzo e achou que iria desmaiar, porém se recompôs e continuou.

- Minhas sinceras desculpas a todos que se sentiram ofendidos... não havia percebido que tinha extrapolado tanto os limites... Aos que não aceitarem minhas desculpas, entenderei, sei que essas pessoas tem motivos para isso...


Kor tinha muito mais coisas para dizer, pensou até em explicar o motivo de ter feito aquilo, mas soube que naquela situação, poucos se importariam com aquilo, como já estava acontecendo. Via isso nos olhos de cada um. Sem dizer nada, e esgotado mentalmente por causa daquela situação, foi se retirando lentamente, passo-a-passo de onde estava. Apesar de estar incapacitado, conseguia se mover com dificuldade.

Olhou ao seu redor e tentou identificar a trilha que havia vindo, pretendia voltar por onde havia passado. Não havia mais nada que pudesse fazer, já tinha estrado tudo mesmo e dessa forma não viu motivos para não se retirar do local aonde estava. Já tinha sido exposto ao ridículo por defender de forma errada aquilo que mais prezava como garou, talvez esse foi seu erro, defender a todo custo o respeito e a honra lhe custou muito caro. Enquanto olhava ao redor, pensava:

" Eh... beleza... então é assim... é melhor dar um passo para trás, para depois dar 2 para frente... as coisas vão mudar de agora em diante..."

A cada passo que dava, ficava um rastro de pingos de sangue no chão e sem dizer nada, de cabeça baixa, foi se retirando lentamente, remoendo a dor infernal que estava sentindo. Olhou para a lua e por um instante pensou.

" Preferia ter morrido em batalha... pelo menos seria menos doloroso... Quem sabe ainda não encontro nenhum Dançarino que queria acabar com essa minha angústia... "

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A imagem representa o momento e o esforço que fazia para tentar ficar de pé, após ser insultado, ferido desnecessariamente e brutalmente por Viktor.
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Narração - Matilha Vingadores / Esquecido

Mensagem  Narrador em Qua Abr 10, 2013 6:25 am

Viktor segue para perto de Iurd com o chamado do Presas de Prata. Era nítido que o Athro tinha alguma autoridade sobre o Forsten que, chegando perto dele, apenas diz:

'- Na boa, Iurd, nem vem que ele merecia muito mais. Fiz pouco.'

Ryan, então, toma a palavra e dá um sermão público em Kor, que arranca mais um comentário de Viktor:

'- Bem Feito...'

Kor, então, se desculpa, e o medo que ele está sentindo é passível de ser notado por todos. O medo estava estampado na voz, em cada gesto e no olhar do Senhor das Sombras que parecia temer o jovem Presas de Prata. Viktor comenta com Iurd:

'- É por isso que eu amo o dom do Medo Verdadeiro! Esse cara é um babaca...'

Viktor ainda estava irritado com Kor. Os integrantes da Ceifadores de Malditos estavam sérios e Arauto-de-Osíris, o Alfa, é quem toma a palavra pela matilha, dizendo:

'- High-Tech, a matilha Ceifadores de Malditos, aceita as desculpas da Matilha Vingadores. Foi uma honra lutar ao lado da maioria de vocês. Espero que todos os mal-entendidos acabem por aqui. Precisamos de união para lutar por Gaia e não de atritos entre irmãos.'

O Garou olha para Kor e para Viktor. O Presas de Prata parece nem se afetar. Iurd sabia que não era daquele jeito que se convencia Viktor. Os Roekas então empilham seus corpos e os fetiches da Wyrm. Os Fetiches da Wyrm são todos jogados em uma grande fogueira. Os corpos começam a ser enterrados e o Líder dos Rokeas diz:


'- Por favor, deixemos as brigas de lado. Eu gostaria de pedir que todos ficassem lado a lado aqui, diante dos corpos, para que possamos honrar nossos falecidos e conferir o Renome a todos que bravamente arriscaram suas vidas em prol de salvar esse Caern.'
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Kor Yance - Todos

Mensagem  Kor Yance McDonell em Qua Abr 10, 2013 12:00 pm

Kor estava saindo lentamente do local de onde havia pedido desculpas. A dor não cessava, aquilo também irratava Kor, mas que a vergonha que estava passando. À princípio pensou em ir embora e largar tudo aquilo ali. Já tinha tido um dia cheio, porém não queria começar mais uma confusão, não naquele estado. Isso sim seria desonrar os que lutaram ao seu lado e pensando dessa forma, Kor segue para o lugar que o Líder dos Rokea pedia para ficar lado a lado na cerimônia. Afinal, Kor também tinha perdido amigos de matilha importante e tinha mandado alguns dançarinos pro inferno.

Como Kor estava incapacitado e permanecia evitando contato visual com Viktor por causa do medo. Sua movimentação era lenta e se posicionava para cerimônia que iria começar, pôde prestar atenção na maioria dos que estava ali, percebendo a satisfação em ver Kor pagar pelo que tinha feito. Pelo menos deduzia isso ao ver alguns garous se reunindo após o sermão do High-Tech. Percebeu que no discurso do líder da Ceifadores-de-Malditos, Arauto-de-Osíris foi vago em seu discurso quanto à honra de lutar pela maioria. Kor sabia que essa fala poderia ser para ele ou realmente para aqueles que não lutaram ao lado do Alpha da matilha de apoio. Continuava quieto, preferiu assim. Indignado e muito sério por causa daquela situação, lembrou-se de uma frase que tinha lido em qualquer lugar.

" Quem dos outros ri, deve recear que, como vingança, também se riam de si. "


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A imagem representa a posição e a feição de Kor aguardando o início da cerimônia.
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Ingrid - Iurd / Kor / Todos

Mensagem  Ingrid Reis em Qua Abr 10, 2013 2:24 pm

Ingrid ouve os comentários de Iurd e concorda com um menar de cabeça. Tinham que sair dali logo e esperava que os ritos não se alongassem por demais. Diante dos comentários do seu ex-alfa, a Theurge apenas diz:

- Sim, precisamos interrogá-los e eu preciso buscar respostas do meu jeito. Com carta branca, se possível. Não podemos perder tempo e nem ficar medindo que recursos podemos ou não usar com a vida de Kathya em jogo.

Fala em tom sério de voz, mas logo em seguida Viktor chega e começa a soltar suas asneiras. Ingrid estava perto. Ouvia tudo. Balança a cabeça negativamente e fala com Iurd:

- Vou deixar vocês a sós, acho que vocês precisam conversar...

Ingrid passa por Viktor e fala com o jovem enquanto passa:

- Um erro não justifica o outro, tudo que não precisamos é expor nossa desunião em público para outras raças. Não é porque o Galliard foi um imbecil que você também precisava ser.

Depois de falar isso, Ingrid ouve os comentários do líder dos Rokeas e vai se posicionar. No caminho, passa por Kor e comenta com o Galliard:

- Se quer respeito, faça-se respeitar. Erga a cabeça. Cabeça baixa só vai fazer com que tripudiem mais de você. Cabeça erguida, olhar firme. Faça seu nome que, com o tempo, ele falará por você. Reconheça e aprenda com os seus erros, é somente pra isso que eles sevem, para nos fazer aprender. Use seus erros para ficar mais forte. Já passei por situações bem piores e estou aqui hoje. Cabe a você escrever sua história. Sua vida Garou tá apenas começando e vai por mim, ser Garou não é nem um pouco fácil...

A Uktena, após falar com Kor, segue para distante dos demais sem esperar uma resposta por parte do Senhor das Sombras. Queria refletir sozinha e, em Crinos, ficava esperando que os Ritos começassem submersa em um mar de pensamentos. Não tinha nenhum apreço especial por Kor, mas já havia passado por situações embraçosas. Sabia que criar forças para seguir adiante era difícil e, para um filho de Avô Trovão imaginava que seria três vezes pior não apenas pelo Totem que abençoa a tribo, mas pelo embate ter sido com um filho de Falcão. Não sabia se o Galliard merecia suas palavras, mas as diz na esperança de estar fazendo a coisa certa porque sabia que, naquele momento, precisava de cada um da matilha no pleno de suas capacidades, somente assim poderiam resgatar Kathya com vida. E resgatar a Ragabash com vida não era uma opção para a Theurge, era uma obrigação.
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Arthur Macleon - Todos / Ingrid / Kor

Mensagem  Arthur Macleon em Qua Abr 10, 2013 11:37 pm

Arthur assiste aquilo tudo em silencio e por um instante sente pena do companheiro de matilha. Realmente devia estar sendo dureza pra um Senhor das Sombras ter que pedir desculpas a um Presas de Prata. Ainda mais um Presas de Prata como Viktor.

O Fianna até pensa em dizer-lhe algumas palavras de consolo quando o lider dos tubarões os convoca para fazer parte do ritual. Arthur assiste os fetiches serem jogadores na fogueira e se surpreende pelo gesto ser bem parecido com o que estavam acostumados a fazer.

Muitas coisas haviam acontecido aquela noite e com certeza renderiam uma boa historia, mas definitivamente a mais inacreditavel de todas estava acabando de acontecer bem ali a seu lado. Ingrid, a Uktena mais gentil e carismatica que Arthur ja viu em sua vida, dava palavras de motivação a Kor.

"Sera que no fundo... La no fundo... Essa vadia tem um coração?"

O gesto fez com que Arthur desse um sorriso. Talvez não estivesse tudo perdido mesmo ali. Posicionando-se ao lado do Senhor das Sombras para fazer parte daquela cerimonia o Fianna aproveita que a mesma ainda não havia começado e diz baixinho para Kor:

- Relaxa figura... A vida é assim mesmo... Meus parabens hoje. Lutou muito bem.

E da um soquinho de leve no ombro de Kor em sinal de cumprimento. Depois do gesto Arthur volta a ficar em silencio, dando a seriedade necessária ao que estava prestes a acontecer.
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julian Escott Kraken

Mensagem  Julian Escott em Qui Abr 11, 2013 9:10 pm

* Julian assiste ao final da confusao como um espectador distante. Observa o pedido de desculpas do Senhor das Sombras de peito sangrento e orgulho ferido. Em verdade, aquilo tudo o havia feito se recordar de seus tempos de Cliath e da quantidade de merdas que ja havia feito. Esporros publicos foram um dia algo comum, embora nunca tenham vindo acompanhados de uma surra tao bem dada. Ri ao pensar nisso mas se mantem em silencio ouvindo todo o resto que se passava ao redor. Se impressiona levemente ao notar que Ingrid agora dizia palavras caridosas pro Galliard fodido na vida. Mas as palavras da theurge realmente carregavam a verdade.. Tudo passa. *

* Permanece parado em silencio proximo aos corpos dos dançarinos caidos. Nao tinha muito mais o que fazer ali agora que os imimigos ja estavam todos mortos.. Fica apenas esperando o inicio dos rituais enquanto chuta displicentemente, sem empregar força força, a cabeça de um dos desgraçados inconscientes. *
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Re: Arquipélago das Cagarras

Mensagem  Iurd Byron em Qui Abr 11, 2013 10:07 pm

Iurd - Todos

Iurd estava atento e quando High Tech vai até Kor e vê o Galliard dar suas desculpas. Aquilo não importava pro garou, eles tinham que terminar as cerimônias e partir. Viktor achava que fosse levar um esporro, mas em momento algum Iurd pensou nisso, apenas não achava que fosse o momento para brigar, não na frente de terceiro.

Os tubarões empilham os corpos e fetiches da wyrm, as corpos, um enterro digno e aos fetiches a destruição por Gaia. Iurd dá um tapa nas costas de Viktor e não fala nada, apenas segue para perto dos corpos, ao local que o Tubarão chefe designou e espera a cerimonia acabar.
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Darkness (Hispo) - Todos

Mensagem  Convidad em Sex Abr 12, 2013 12:10 am

Mesmo afastado o Garou ouvia aos comentários feitos, e percebe dessa forma a convocação para um Ritual. Seu Dom não fazia mais efeito e seu sangue agora frio revelava a gravidade de suas feridas. Sua mobilidade era inteiramente atingida, fazendo com que o Fenris use a árvore em que encostava como apoio para se levantar.

Firmando-se nela o Hispo coloca-se de pé. Seu orgulho não o permitia demonstrar dor, apesar das limitações serem inevitáveis. Mancando e com feições de "poucos amigos", ele se aproxima a ponto de se fazer presente, porém mais afastado, na retaguarda dos demais, tentando assim não ser notado.

*Velha desgraçada, acho que venceu hoje. Ainda levarei mais alguns pra baixo da terra antes de revê-la.*

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Kor Yance - Ingrid / Arthur / Todos

Mensagem  Kor Yance McDonell em Sex Abr 12, 2013 12:16 am

Kor continuava de cabeça baixa pensando em tudo aquilo que tinha acontecido. Se pudesse voltar no tempo teria feito algumas coisas diferentes que não fosse o prejudicar tanto assim, mas infelizmente, algumas vezes para amadurecer é preciso sofrer e passar por algumas experiências que ninguém gostaria de passar. Seu semblante era sério nesse momento devido toda raiva e frustração que havia passado, quando percebe a aproximação de Ingrid.

"Puta merda... mais uma comida de rabo... agora dá Ingrid... essa deve doer mais que dos outros..."

Kor ficou mais chateado ainda por deduzir que isto poderia acontecer. Já havia decepcionado muitos, talvez todos, mas não queria que isso acontecesse. Ter que ver seus irmãos mais próximos de matilha chamar sua atenção era difícil. A hora que Ingrid chega perto, Kor olha em seus olhos e percebe o quão linda ela era. Lamentou por não ter percebido isso antes, e lamentou mais ainda por estar em uma situação como aquela. Seus cabelos loiros jogados ao vento, seus olhos brilhando, sua pele, seu modo de expressar, seu sorriso... por um momento Kor se perdeu em seus encantos, ficou hipnotizado com sua beleza, porém prestou atenção no que ela estava dizendo.

Ficou surpreso com as palavras de Ingrid. Imaginava que coisas duras seriam ditas pela Ukatena, porém preferiu encarar como um conselho para superação daquela situação. Cada palavra que ela disse fazia sentido. Reconhecer e aprender com seus erros era o que Kor pretendia fazer nesse momento. Levantou a cabeça e sorriu singelamente para Ingrid como forma de agradecimento por aquilo, de certa forma, fazia Kor se sentir melhor, fazia Kor amadurecer e ter a experiência de vida que deveria ter. Pensou em agradece-la, mas viu que logo que terminou suas palavras, não exigiu uma resposta e seguiu adiante.

" Tem razão Ingrid... A vida de garou não é fácil... dar respeito para ser respeitado e aprender com os erros..."

Tava terminando de pensar sobre essas coisas, quando também escuta Arthur lhe dizendo algumas coisas. Se sentiu mais tranquilo com aquilo. Nem tudo estava tão mal assim e ficou feliz pelas coisas que Arthur disse. Pelo menos alguém reconheceu algo de valor em meio de tanta cagada que havia feito. Kor olha para Arthur, se levantando lentamente por causa da Dor e dá um sorriso simples e retribuidor.

- Obrigado Arthur... Você também... Tenho que aprender a lidar melhor com algumas situações, nunca havia passado por isso...

Kor fala no mesmo tom que Arthur tinha falado para não atrapalhar a cerimônia que iria começar e fica em silêncio novamente se colocando de pé, com muita dor em seu peito.


_________________________________________________________
A imagem representa Kor todo fudido, levantando-se após escutar Ingrid e Arthur.
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Kor Yance McDonell

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Ryan McDougall "High - Tech"

Mensagem  Ryan McDougall em Sex Abr 12, 2013 5:58 am

* Ryan aguardava para ver a reação de Kor e esperava em seu intimo que o mesmo houvesse entendido toda a reprimenda de forma adulta. O Senhor das Sombras faz esforço para se levantar e Ryan fica satisfeito com o pedido de desculpas de seu Galliard. O cara tinha feito merda, isso era obvio.. mas o Andarilho não tirava prazer daquela demonstração pública de poder. Gostaria realmente de ter evitado o momento e talvez muitos não houvessem entendido a motivação real de não ter deixado essa história para depois. Não tinha escolha.. a manobra havia sido muito mais política do que pessoal. E surtiu efeitos. *

* Ao ouvir Arauto-de-Osiris dizer que aceitava as desculpas, Ryan soube que aquilo não foi em vão. Acena positivamente com a cabeça ao ouvir que o Alpha da matilha de apoio compartilhava seu desgosto pela desunião desmotivada (ou motivada pela imbecilidade). Esperava também que, de alguma forma, toda a manobra houvesse mudado a concepção do líder dos Rokea de que Garous não tinham bom senso. Era bem sabido que os Feras em geral não confiavam nos Lobos, e talvez houvesse motivo para tal convicção.. mas isso deveria mudar. Agora havia um inimigo maior e a mente analítica de Ryan não deixava de lado a perspectiva positiva de aumento de forças que uma união entre as raças traria. *

* Observa Kor sair cabisbaixo e seguir rumo ao local onde Presas-de-Marfim desejava presidir os ritos. Os fetiches malditos da Wyrm já haviam sido queimados e os corpos dos caídos em combate já haviam sido arrumados adequadamente. A cerimonia não demoraria a começar. Segue ao local indicado pelo líder Rokea e se prostra em silencio junto aos seus irmãos de matilha. É nesse instante que nota Ingrid aconselhando o Senhor das Sombras com toda sua experiencia. Arthur também demonstra simpatia e Ryan simplesmente aprovava os gestos de ambos os Garous que levaram a palavra até Kor. Confiava e esperava que o Sopro-da-Tempestade aprendesse com seus erros e, talvez, aquilo tudo até evitasse que outros membros da Vingadores agissem de forma semelhante. *

* Preferindo manter-se em silencio naquele momento, aguarda o inicio da cerimonia com seriedade. *
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Narração - Matilha Vingadores

Mensagem  Narrador em Sex Abr 12, 2013 6:59 am

Todos se colocam em seu devido lugar e o líder do Rokea começa a cerimônia. Cânticos para Luna e Posseidon eram feitos pelos Rokeas que começavam a enterrar seus corpos contando feitos incríveis de cada um ali. Os Garous podia notar pelas histórias que aquele era um povo guerreiro e que os que tombaram já tinham tido enormes feitos lutando nos mares contra a corrupção da Wyrm. Era um povo que lutava nos mares e caíra na terra. A estratégia da Wyrm podia ficar clara em tirar os Rokea do mar para acabar com eles.

Fora uma cerimônia bonita e emocionante. Os Fetiches da Wyrm eram queimados em honra à vitória conquistada. Os Rokeas eram enterrados um a um com honra de grandes guerreiros e um agradecimento formal é feito aos Garous, pela ajuda. A morte de Faro-Fino e Justiceira-Implacável é lembrada e também louvada com honra de grandes Heróis. A Fenris é tida como a grande heroína daquela noite e todos os Rokeas soltam um som estranho, similar ao Uivo Garou, em honra à ela.

Após todos os corpos serem sepultados, menos os dos Garous que, provavelmente, seriam enterrados em seu próprio Caern, o Ritualista bebe uma substância e incorpora um espírito que fala:

'- Bravos Guerreiros, irei agora lhes conferir o merecido Renome pelo feito...'

E, então, começa a falar com cada Garou ali pelo nome, como se conhecesse, dando o devido renome a eles. Depois da Matilha Ceifadores de Malditos receber todo seu renome, era a vez da Vingadores. O ancião Rokea vai um a um, tocando em suas cabeças e falando com uma voz que não parecia a dele:

'- High-Tech, líder dos Vingadores, lhe confiro 38 pontos de Glória, 13 pontos de Honra e 12 de Sabedoria. Semblante-de-Aquiles, lhe confiro 37 pontos de Glória, 13 pontos de Honra e 11 de Sabedoria. Wolf-Darkness, grande guerreiro dos Fenris, lhe confiro 69 pontos de Glória, 17 pontos de Honra e 10 de Sabedoria. Elo-Espiritual, lhe confiro 18 pontos de Glória, 14 pontos de Honra e 17 de Sabedoria. Anjo-Guardião, lenda viva dos Presas de Prata, lhe confiro 55 pontos de Glória, 11 pontos de Honra e 13 de Sabedoria. Sopro-da-Tempestade, lhe confiro 41 pontos de Glória, 5 pontos de Honra e 10 de Sabedoria.'

O Rokea segue para Julian e fazendo o mesmo procedimento, diz:

'-Àquele que fora esquecido por todos, e que volta para reescrever sua história, Esquecido, lhe confiro 42 pontos de Glória, 10 pontos de Honra e 10 de Sabedoria.'

Em seguida, o Rokea volta ao centro onde faz uma grande oração. Todos sente o espírito deixando o corpo do Tubarão e com isso, a cerimônia era encerrada e o líder dos Rokeas segue até Ryan e diz:


'- Muito obrigado por tudo, Garou.'

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Kor Yance - Todos

Mensagem  Kor Yance McDonell em Sab Abr 13, 2013 10:04 pm

Kor observou atentetamente cada passou da cerimônia. Foi uma cerimônia esplendorosa principalmente a parte dos cantos, se sentiu leve nesse momento, como se tivesse descarregando a dor que se encontrava em seu peito ardio. Prestou bem atenção na fala do líder Rokea e nenhum momento perdeu sua concentração naquele processo. Porém ao relembrar das mortes de seus irmãos de matilha, Faro-Fino veio em sua memória e lamentou profundamente sua perda.

" Droga Faro-Fino... porque tinha que ser você cara!? Tinha certeza que a gente ia se dar muito bem... pelo menos vc entendia minhas piadas, sua boneca!! hahaha"

Preferia lembrar de Faro-Fino a partir do seu bom humor que conhecerá. Adorou ver os fetiches da Wyrm sendo queimados e nesse meio tempo voltou sua atenção para o líder falando a respeito da distribuição dos Renomes.

"Puta merda... to fudido... pela merda que fiz não vou ganhar nada..."

Após escutar os pontos de todo mundo, Kor sentiu-se agradecido por os deles. Imaginou que não teria coisa alguma por sua desavença. Observou a falta voltada para o Esquecido e o agradecimento do líder como finalização daquela cerimônia. Ficou meio perdido por algum momento sem saber o que fazer e que atitude tomar.

Sentiu uma forte pontada no peito devido a ferimento e colocou a mão no local sentindo a saliência da cicatriz de batalha.

"Do jeito que eu to aqui... jájá eu vou piorar... Que que o High-Tech vai querer fazer agora?"

Olhou ao seu redor e procurou um lugar para poder sentar para descansar um pouco.
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Arthur Macleon - Todos

Mensagem  Arthur Macleon em Dom Abr 14, 2013 7:43 am

O Fianna apenas sorri para o Senhor das Sombras, mas antes que pudesse falar qualquer coisa a cerimonia tinha inicio. Arthur volta a prestar atenção em cada instante da mesma. Uiva em despedida aos tubarões e aos Garous que cairam naquela noite. Definitivamente a Fenrir merecia o titulo de heroina da noite e seu sacrificio jamais seria esquecido.

Logo depois de todas as dedicatorias e despedidas os Rokeas (que Arthur havia acabado de descobrir que esse era o nome deles) lhes conferem renome pelo batalha que salvou aquele Caern. Havia ficado tão feliz pelo renome conquistado que soltou um uivo de glorias e comemoração para todos ao termino da cerimonia.

Assim que o Rokea fez o agradecimento a todos o Fianna olha para Kor que se afastava buscando um lugar para sentar, depois para os outros Garous e Rokeas ali e diz:

- Quero agradecer a todos pela batalha desta noite... Ela jamais será esquecida em meu coração e farei com que seja conhecida por todos os Garous de nossa Seita. Se depender de mim, os sacrificios de Faro Firo, Justiceira Implacavel e de todos os Rokeas e a vitoria desta noite jamais serão esquecidos, pois essa noite salvamos um Caern das mãos da Legião, o primeiro segundos as historias... Essa historia com certeza trará esperança aqueles que um dia pensaram em desisrtir e lembrará a eles do porque ainda vale apena lutar...

Arthur então lança um uivo de comemoração mais uma vez aos céus. Realmente estava se sentindo muito bem agora que descarregou sua furia em alguns malditos servos da Wyrm. Tão bem, que se deu ao luxo de esquecer por alguns minutos de seus problemas.
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Ingrid - Todos

Mensagem  Ingrid Reis em Dom Abr 14, 2013 10:31 am

Garous eram criaturas estranhas. O ritual havia sido um sucesso. Se Ingrid não estivesse com a cabeça já pensando nas coisas que tem para fazer, talvez até tivesse se emocionado. A tensão e seriedade podiam ser notados no olhar distante da Uktena. Ingrid ouve o Renome e é indiferente com relação a ele. Nesse momento, para ela, isso não era importante.

Chamada à realidade pela fala de Arthur a Theurge passa a achar o Fianna ainda mais estranho. Assim como os Fenris, ele agradecia pela batalha. Agradecia! Logo depois da matilha de apoio perder dois Garous e Kathya ter sido sequestrada. Talvez Ingrid estivesse sendo implicante. Era possível. Mas o fato é que a Uktena achou aquilo de mau tom e apenas balançou a cabeça negativamente enquanto saía da formação ritualística e ficava encostada em uma árvore enquanto Ryan provavelmente terminaria as formalidades e lhes liberaria para seguir para o Caern para enterrar os que tombaram naquela batalha.

Numa coia o Fianna estava certa. Havia sido uma grande vitória, mas o preço, na visão de Ingrid fora caro e não havia motivo para se comemorar absolutamente nada.
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Kor Yance - TODOS

Mensagem  Kor Yance McDonell em Dom Abr 14, 2013 11:44 am

Kor estava saindo para procurar um lugar para se encostar por causa da dor e da incapacidade que ainda sentia em seus movimentos, quando percebe que o Fianna olha para ele na intenção de dizer algo. Após isso escuta seu discurso como forma de agradecimento à todos que lutaram naquela batalha e os lamentos pelas mortes que haviam acontecido. Achou bacana da parte de Arthur, pois apesar de tudo que aconteceu, aquilo poderia ter sido bem pior. As perdas foram pequenas e nem por isso esquecidas.

Kor olhou ao redor para ver o que o Líder estava fazendo enquanto procurava um lugar para sentar quando observou o semblante de Ingrid. Não era nenhuma novidade para Kor saber que Ingrid era séria, apesar de conhecer ela tão pouco, mas naquele momento, ela estava bem mais do que o normal. Quando ela balançou a cabeça negativamente teve mais certeza de que algo estava causando um descontentamento enorme. Poderia deduzir que isso era dos irmãos de batalha, mas não podia confirmar isso categóricamente, poderia ser até mesmo com a atitude de Kor.

Finalmente Kor achou um lugar rochoso com um forma de cadeira para se sentar. Finalmente pode respirar, descansar um pouco e continuou aguardando alguma posição do Líder e em alguma forma de parar de sentir aquela dor infernal.


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A imagem representa a forma que Kor estava sentado recuperando seu fôlego.
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Re: Arquipélago das Cagarras

Mensagem  Iurd Byron em Dom Abr 14, 2013 10:01 pm

Iurd - TODOS

Assim que o líder do Rokea começa a cerimônia fazendo os cânticos para Luna e Poseidon, Iurd volta toda sua atenção para os acontecimentos que ali se sucediam, apesar de não conseguir se concentrar direito naquilo o Ahroun tentava de todas as formas não pensar em Kathya nas mãos de seus inimigos e mantinha-se firme e forte ali.

A cerimônia era bonita e bastante emocionante, a queima dos fetiches da Wyrm, os rokeas enterrando seus Gloriosos e Honrados guerreiros e logo em seguida o agradecimento pela ajuda, os mortos Garous também eram lembrados e na opinião de Iurd eles foram os verdadeiros Heróis daquela noite. O Presas de Prata acompanha todos os uivos em honra aos mortos e logo em seguida é dito seu renome. Ao que parecia faltava muito pouco para o garou adquirir seu renome para Lenda, um suspiro um tanto desanimado era a atitude de Iurd ao ouvir aquilo, ele tinha um renome tão alto, tinha um posto tão alto porém seus poderes não estavam muito perto do que ele realmente deveria ter.

Após o término da cerimônia quem assume as palavras de Arthur, ele agradece a todos e diz que aquela batalha jamais seria esquecida, o Fianna parecia muito bem, Iurd gostaria de compartilhar de tal sentimento mas ele não tirava o sequestro de Kathya de sua cabeça, aquilo martelava toda vez e ele só queria sair dali para conseguir descansar e depois seguir em frente, seguir adiante para achar o paradeiro de sua mulher o mais rápido possível.

O garou procurava Iurd com um giro de cabeça e ao achar começava a caminhar na direção da theurge, precisava de alguém que realmente o conhecesse e Ingrid era a garou que passou por tantas dificuldade com ele, ela com certeza entendia o Ahroun mais do que qualquer um ali.
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Julian Kraken "Esquecido" (Crinos)

Mensagem  Julian Escott em Seg Abr 15, 2013 2:30 am

* Julian esperava pelo inicio dos rituais e estes não se demoram à começar. Cânticos ecoam pela clareira que sediou a batalha principal e os corpos dos caídos começam gradativamente a serem enterrados. Prestava atenção em cada história contada ali, tentando imaginar os feitos dos Homens-Peixe sob as águas, que pareciam ser seu ambiente natural. Era de certa forma engraçado sentir-se atraído pelas façanhas de outras Feras agora que havia se habituado às histórias de heroísmo dos Garous. Como Ahroum que era, não deixa de notar que seu peito se inflava com o ritual em si e com as histórias de combate ali reproduzidas. A fumaça turgida dos fetiches queimados embaçava seus olhos e aumentava ainda mais a sensação inebriante da cerimonia. Os ritos eram poderosos e chegavam ao seu clímax com a proclamação de Justiceira-Implacável como a Heroína do dia. *

" Ela merece a porra toda.. essa Garou era pica pra kacete. "

* Ao notar que os Rokeas emitiam um som ululante, junta-se aos irmãos Garou e uiva poderosamente aos céus, juntando-se aquele som de honraria. A Fenris lutou como um demônio e morreu uma boa morte.. se é que alguma era realmente boa. Se distraia com esses pensamentos quando a distribuição de honrarias alcança os Garou e o renome começa a ser lançado. Julian estava um pouco desabituado à essas circunstancias, tendo passado bom tempo em um exílio necessário, mas acolhe de muito bom grado as palavras que estavam por vir. As considerações sobre o Roedor chegam por ultimo e chegam com um "quê" de profético. *

" Aquele que fora esquecido por todos, e que volta para reescrever sua história.. caralho, gostei disso! Se eu lembrar de escrever um livro, vou colocar essa parada ai.. "

* Esboça um sorriso tênue no canto de seu focinho lupino, fazendo suas presas surgirem em tom de satisfação. Havia matado sua cota de desgraçados e estava particularmente orgulhoso desse reconhecimento. Houve um tempo em que não passava de um cão de rua, abandonado e fodido. Não tinha família, não tinha história, não tinha grana e nem antecedentes. Sobreviveu sozinho, lutou sozinho por muito tempo e sempre soube que poderia contar apenas com sua própria força e com sua pica de 30 cm. Agora, no entanto, se alçara à uma posição sólida de guerreiro. Gostava de pensar em sua trajetória.. principalmente porque ela havia sido muito mais desgraçada do que a da maioria dos playboys criados à leite-com-pera que circulavam pelo universo Garou. *

* Sua atenção se volta à Arthur no momento em que ele brada suas palavras.. e na real, foram boas palavras. Haviam impedido a derrubada de um Caern e era natural que o sucesso da empreitada ecoasse pelos Caerns como forma de incentivo para as batalhas que estavam por vir. Acena positivamente com a cabeça para o Galliard. Era Ahroun, era orgulhoso e gostava da dança do sangue. Alguns caíram? Sim. Mas ninguém disse que a luta contra a profanadora-chupadora-de-caralho era fácil. Sem nada a dizer, permanece onde estava, aguardando o desenrolar dos fatos vindouros. *
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Ryan McDougall "High - Tech" (Crinos) - TODOS

Mensagem  Ryan McDougall em Seg Abr 15, 2013 6:03 am

* Todos tomam seus respectivos lugares e o procedimentos ritualísticos finalmente se iniciam. As canções emitidas pelos Rokea de certa forma fazem os ossos do Andarilho reverberarem. Ryan se deixa envolver pelo clima da cerimonia, observando atentamente cada procedimento. Sempre ávido por conhecimento, fica curioso sobre o fato de os Homem-Tubarão cultuarem Poseidon.. aparentemente os Garous não eram os únicos com figuras veneráveis saídas diretamente de religiões mais antigas. Mantém um silencio respeitoso enquanto os Rokea vão gradativamente sendo enterrados, cada qual com uma história distinta de valor em combate e feitos que fariam silenciar assembleias. Nesse momento, percebeu claramente que, a despeito do desprezo nutrido, não poderia subestimar os inimigos que agora enfrentavam.. inimigos que haviam causado grande morticínio entre os Rokea ao tira-los de seu ambiente natural de combate e que quase haviam triunfado em corromper este e outros Caerns da região. *

" Os filhos da puta são espertos. Nem de longe tanto quando eu.. ainda assim, espertos. "

* Os pensamentos demasiadamente auto-confiantes do líder dos Vingadores não retira o foco mantido no ritual. A despeito de tudo que corria por sua mente, consegue sentir a euforia do momento tentando dominar seu peito. Não afasta as sensações geradas pelo rito, mas também não permite que elas o tomem absolutamente. Ao contrário da maioria dos Ahrouns, orgulhava-se de ter uma mente sólida e estável. As armas utilizadas pelos traidores agora queimavam, e esse era um fim mais do que satisfatório para aquelas ferramentas conspurcadas. Estava em silencio até o momento em que os Garous são formalmente agradecidos e a memória da Fenris Justiceira-Implacável se alça ao status de heroína. Ryan uiva junto com os demais. Uiva com força, demonstrando seu apoio às palavras ditas e fazendo um tributo pessoal aos que tombaram naquele combate sangrento. *

* Soube que haviam atingido o ponto máximo da cerimonia no instante em que um espirito toma o corpo do ritualista e inicia a distribuição de renome. Observa atento o que é dito a cada um, memorizando dados e palavras lançadas. Mantêm um semblante endurecido e firme enquanto sua cabeça é tocada pelo Rokea que lhe chamava em uma voz gutural e distinta da que havia sido empregada anteriormente pelo mesmo indivíduo. Recebe seu renome com um simples menear de cabeça, não deixando que seu rosto traísse nenhuma emoção. *

" Merecido.. "

* Apesar do pensamento prepotente que corria por sua mente, Ryan não conseguiu negar completamente a si próprio que havia uma sensação eufórica de satisfação desejando alojar-se em seu peito. Orgulhava-se do renome conquistado mas não desejava desatrelar essa conquista da ideia de merecimento próprio. Não havia ganhado um presente, havia lutado por aquilo e sabia que ainda haveria muito pelo que lutar.. comemorações ficariam para um outro momento. Por hora, o auto-orgulho serviria. *

* O ritual efetivamente chega ao fim e Ryan nota claramente a aproximação do líder Rokea, que novamente os agradecia. O líder dos Vingadores se adianta e, ainda sério, responde pelos Garou presentes: *

- Em meu nome e no de meus irmãos, repito. Estamos honrados, Rokea.

* Ryan deixa transparecer em seu focinho algo que se assemelhava à um curto sorriso, deixando caninos compridos e afiados aparecerem. Continuaria falando mas Arthur toma a palavra e se dirige a todos, em um discurso inspiracional abastecido por uma animação maior do que o Andarilho sentia naquele instante. Sabia que haviam obtido a vitória. Sabia que haviam impedido um mal maior. Sabia que a possibilidade de baixas era real.. mas ainda assim, lá no fundo, havia um gosto amargo em sua boca. Independente de seus sentimentos pessoais, demonstra sua aprovação pelas palavras ditas manifestando um firme aceno positivo com a cabeça e adicionando: *

- Boas palavras, Galliard. Hoje realmente fomos vitoriosos.

* Falava inicialmente para Arthur mas logo se volta para todos, desejando preencher as lacunas que haviam sido deixadas pelo Galliard: *

- Conquistamos uma vitória! Lutamos por isso e vencemos. Mas pagamos o preço.. O preço do nosso próprio esforço. O preço da vida de irmãos. O preço de sangue. E esse preço não vai ser esquecido!! Que todos saibam que hoje nós fodemos com a Legião e que impedimos a queda desse Caern, mas ainda temos muito a fazer. Vingaremos nossos irmãos caídos e caçaremos esses desgraçados da Wyrm. E por maior que tenha sido a vitória de hoje, não vamos descansar!

* Para por um instante, observando os demais Garou e Rokeas. Não agradecia pela batalha mas não a desmerecia nem um pouco, sabendo que realmente haviam alcançado um feito notável. Pensa automaticamente em Kathya, a ragabash absolutamente competente de sua matilha. Não citara seu nome no discurso geral mas agora prometia-se mentalmente que iriam traze-la de volta. Precisam faze-lo! Não querendo perder mais tempo, direciona por fim suas palavras à todos os Garou, dando a ordem de partida: *

- Garous, usaremos a Pedra-da-Lua e iremos para o nosso Caern. Preparem-se pra partir.

* Aguarda um instante para garantir que seus irmãos iniciem os procedimentos de partida mas logo se volta novamente para Presas-de-Marfim, o líder Rokea: *

- Nossos territórios são conectados. Eu e meus irmãos cuidamos da zona sul do Rio de Janeiro e o mar é uma vista sempre presente. A guerra contra a corruptora ainda está longe de acabar e acredito que o caminho dos Garou e dos Rokea acabará se cruzando novamente.

* Pousa uma grande pata nos ombros do Rokea enquanto diz finalmente, fazendo menção à aliança anteriormente ofertada: *

- Mantenho a proposta, Presas-de-Marfim.
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Narração - Matilha Vingadores | Esquecido

Mensagem  Narrador em Seg Abr 15, 2013 7:21 am

Havia um quê de abatimento nos Rokeas. Haviam vencido, mas era nítida a chacina na espécie naquele local. Eram muitos corpos enterrados e, mesmo sem falar nada diante dos discursos de Arthur e Ryan, era nítido que eles ainda choravam seus mortos. Diante do anúncio de Ryan que iriam de Ponte da Lua, um Rokea segue a abre a mesma para as matilhas, enquanto o líder deles respondia para Ryan:

'- Seremos sempre gratos pela ajuda de vocês. Uma amizade entre povos pode estar nascendo aqui, mas não é hora de discutir isso. Nós ainda estamos enterrando nossos mortos, vocês vão enterrar os de vocês. O Futuro à Gaia pertence. Será uma honra poder continuar essa conversa em um momento menos dolorido para nosso povo, High-Tech, mas no momento nós preferimos nos concentrar na nossa reestruturação para continuar a defender esse local sagrado.'
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Re: Arquipélago das Cagarras

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