[ELLISIUM] Ilha Fiscal

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Guille - Todos

Mensagem  Guille França em Qua Fev 12, 2014 7:39 pm

O Toreador dá sua resposta sobre artes marciais e tinha entregado o cartão para quem quisesse. Então uma senhora extremamente carismática, com o sorriso no rosto adentra o Elysium e se apresenta como uma Tremere, ela parecia ter um bom relacionamento com Vincent, e também observa a proximidade deste com Natanael, ela se dirige a Ian, que estava falando com Guille, e o Toreador retribui o cumprimento da Tremere.

"- Boa noite senhorita de Nice, meu nome é Guille França, do Clã das Rosas, encantado em conhecê-la."

O olhar da Cainita longo para as crianças presentes era algo que havia se repetido de maneira a reprimir ou a tentar entender, e Guille sabia que durante toda a não-vida daqueles pequenos com certeza receberam aqueles olhares, e com certeza surpreenderam aqueles que os subestimaram.

Vincent então nega querer ser Primógeno e Guille o responde com um sorriso cúmplice, sabendo que ele também não tinha tomado partido nas opções presentes, mesmo tendo se retirado da disputa.

Então Ian responde, dizendo que estava honrado em participar dos torneios, e que entraria em contato futuramente, o Toreador havia gostado daquilo, seus primeiros contatos pareciam ter dado certo, e o senhor Tokunaga parecia um homem honrado, de poucas palavras, com os japoneses costumam ser, o que era uma excelente qualidade que Guille queria muito colocar em prática, se não fosse a natureza sociável de seu Clã e também a posição que se colocava como administrador de um evento, que exigia que ele mantivesse um excelente contato com todos. Guille não sabia nada sobre a hierarquia do Clã Tremere, mas já tinha ouvido falar que era algo muito rígido e interno, e as ultimas palavras de Ian para Bianca de Nice revelavam aquilo.

Hildegrand então se pronuncia, e de certo modo deixa aberta a sua opinião quanto a arte, Guille sabia que não eram todos que iriam apreciar a luta, mas com certeza todos apreciavam Vitae e apostas, e a alta sociedade fazendo algo não muito legal, um lugar que não teria paparazzi e que a segurança seria até melhor do que a dos serviços públicos.

Então a Toreador resolve guiá-los para o saguão principal onde os Arcontes chegariam. Todo aquele papo de artes marciais tinha tirado o receio da boca do estômago de Guille, talvez fosse conhecer Cainitas tão importantes, ele sabia que provavelmente eles viriam com um objetivo claro, dariam sua mensagem e partiriam, sem tempo para amenidades, mas as vezes, com um pouco de sorte, uma recomendação de um Arconte não era algo que ninguem poderia desprezar. No entanto a saída apressada e muito demorada do Assamita que faria a escolta era algo que não saia da cabeça de França, ele no entanto confiava na sabedoria de seu Clã e principalmente na paranóia dos vampiros Anciões em permanecerem vivos.

A sala estava extremamente luxuosa, como o Clã da Rosas certamente decoraria, e nada mais justo que estar tudo maravilhoso na cidade Maravilhosa, aquilo lembrava Guille da primeira vez que tinha chegado à cidade, e visto a paisagem local, ainda não havia muitas construções, calçadão, nem nada, mas aquela cidade tinha sido o lar de Guille por muitos anos, e nada mais justo que retornar e retomar o que fazia antes que os militares fizessem aquela balbúrdia.

Enquanto caminhavam as palavras de Natanael chegam a Guille, falando sobre deleite, supracitando o próprio Toreador, França apenas sorri abertamente e faz um leve menear de cabeça, e talvez tivesse piscado, mas Natanael não pode ter certeza se aquilo aconteceu ou foi apenas uma impressão quando Guille abaixou o rosto levemente.

Finalmente Emilie se pronuncia, o Toreador havia simpatizado muito com a pequena Malkaviana a princípio, seria bom cultivar uma boa relação com uma Primógena, mas mais que isso, com a pessoa que era Emilie, pois Guille havia aprendido com o Mestre Maeda a observar as pessoas, não apenas suas aparências, e isso permitia Guille reconhecer temíveis adversários e possíveis aliados nos mais improváveis lugares.

Ele responde à Malkaviana enquanto se locomoviam ao salão principal.

"- Seria um enorme prazer assistir vossa apresentação de Balé, senhorita Blanc." - as vezes Guille falava em um português um pouco mais antigo, lembrando sua lingua natal quando ainda era vivo - "- Agradeço e aceito vosso convite com a mais grandiosa honra, e prometo apreciar vossa apresentação, que com a mais absoluta certeza me encantará ainda mais que vossa beleza."

O Toreador estava realmente honrado com o convite e responde sorrindo e realmente sincero à Malkaviana, enquanto se dirigia junto a todos para o salão principal, e se posicionava aguardando a entrada de Horazio e dos Arcontes.

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

Mensagem  John Smith em Qui Fev 13, 2014 12:09 pm

O brujah deixa seu carro na marina da Glória e segue em uma das lanchas do elísio em direção à Ilha Fiscal. Quando chega ao prédio principal do território sacrossanto Jorge se dirige imediatamente para o salão principal. Aqueles que o tinham visto mais cedo se surpreenderiam. O negro não estava mais desleixado como antes. Trajava um terno de fino corte, branco. Usava sapatos também brancos. Sobre a cabeça um chapéu panamá branco, com uma fita vermelha. No pescoço uma gravata rubra como a vitae cainita.

Jorge retornara ao elísio carioca como um legítimo malandro. Não faria feio se estivesse na lapa. Aqueles que conheciam um pouco mais das lendas do Rio de Janeiro se lembrariam imediatamente do afamado Zé Pilintra. Ali estava o vampiro encarnando um dos arquétipos formadores da malandragem carioca. A sua "campanha" pelo principado seria folclórica. Mesmo com poucas chances de alcançar o título de príncipe do Rio de Janeiro o filho de Ogum fazia questão de ser lembrado por muitos e muitos anos. Lembrava das palavras de Maria Bonita. "Como seria bom um príncipe brujah, nego e de sobrenome Silva". O país já elegera um Silva, operário, pra presidência da república. O país já elegera uma mulher guerrilheira, pra presidência. Os vampiros permaneceriam com seus arcaismos?

O vampiro antes sambava, do que caminhava. Seus passos eram cadenciados, balanceados mesmo. Com a malemolência carioca. O perfume que ele exalava era simples, mas marcante. Uma mistura de ervas. Arruda, guiné, alecrim e benjoim. Um cheiro forte que brutalizava. Ao chegar no salão principal ele sorria, luminoso. Jorge aproximou-se de Emilie, cumprimentando-a alegremente.

- Boa noite senhorita Blanc. - próximos dali estavam a senhorita Eloa, a quem cumprimentou com um balançar de cabeça apenas. Já tinha conversado com ela naquela noite. Também pôde ver outros dois vampiros com os quais já tinha conversado, mas que haviam chegado naquele dia ao Rio. Cumprimentou-os.

- Boa noite senhor França, senhor Lacerda!

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Narração - Todos no Ellisium

Mensagem  Narrador em Qui Fev 13, 2014 4:18 pm

Uma grande explosão é ouvida por todos que estavam no Ellisium. O instinto faz com que cada cainita presente olhe na direção da saíra e ao olhar o que enxergam são os destroços de um helicóptero batendo e danificando a estrutura do local e começando a fazer com que chamas se espalhassem pelo mesmo. O fogo é intenso e corria rápido. Logo chegaria no salão onde o grupo estava e o medo vermelho passaria a ser uma realidade natural. Os alarmes começam a soar. Hildegrand balbucia:

'- Os Arcontes...'

A Toreador imediatamente olha para uma das paredes e em um tom meio histérico diz, puxando Bianca pelo braço e apontando para o que a Tremere podia facilmente identificar como uma runa de algum tipo de ritual de proteção danificada por alguém que a descascou sabendo o que estava fazendo para desativar o Ritual:

'- DESLIGA ISSO, RÁPIDO! RÁPIDO! A GENTE VAI PRECISAR USAR AS NOSSAS DISCIPLINAS... RÁPIDO... RÁPIDO... DESLIGA... RÁPIDO...'

E mexia, sacudindo um pouco o braço de Bianca e ia continuar a falar, mas ela começa a gritar e se contorcer de dor, caindo no chão e vomitando sangue. Muito sangue.
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Emilie - Todos

Mensagem  Emilie Blanc em Qui Fev 13, 2014 5:40 pm

O português arcaico de Guille não passa despercebido para a malkaviana, que especulou se o lutador seria um brasileiro nato. Poderia perguntar isso pra ele numa hora mais amena, até porque, Emilie tinha planos de conversar com ele, Ian, talvez Filippi e Jorge, longe dos olhares dos outros.

- Aprecio seu entusiasmo, monsieur Guille. Acredito que teremos tempo o bastante para nos encantarmos um com o outro.
O tom de Emilie é dúbio, não deixando certeza se ela se referia aos dotes artísticos de ambos ou se insinuava algo mais.

A chegada de Jorge logo chama atenção da malkaviana, e a surpreende. O mesmo Jorge que falava sem pudores de sua origem escrava, que apesar de sua diplomacia refinada ainda demonstrava seu sangue de capoeirista, nos gestos e nas vestes, agora chegava, sem renegar o traje social que a ocasião exigia, mas colocando-o à sua maneira, remetendo à uma brasilidade icônica da cultura carioca, que embora Emilie não conhecesse bem, sabia identificar. Achou-o genial por isso.

- Boa noite, senhor Jorge, devo dizer que está muito elegante esta noite. - responde a malkaviana com humor...

Humor que logo se esvai com a explosão no Elisium. Os olhos de Emilie se arregalam de pânico ao ver as chamas que percorrem a estrutura do prédio, não apenas pelo perigo imediato que representavam, mas por imaginar quem poderia estar por trás daquilo.

Ver Hildegrand vomitando sangue traz à Emilie uma incômoda sensação de familiaridade. Já havia ouvido seus parceiros de caça ao Sabá falarem porque os Assamitas eram tão temidos: seus venenos letais, capazes de afetar até os cainitas. Teria sido a toreador afetada por um deles?

Emilie se afasta dela com cautela, temendo que, ao tocar nela, pudesse ser infectada também.

A malkaviana segura os pulsos de Thomas e Cláudia, eram os dois que ela mais temeria perder naquela crise. Elevando sua voz o mais alto que podia, ela diz.
- O fogo não é nosso único inimigo aqui, vamos sair daqui rápido, mas em grupos, teremos menos chance de resistir a um ataque sozinhos...

Vira-se rapidamente para Bianca, repetindo a pergunta de Eloá.
- Consegue desativar a proteção do Elísio? Ian? - volta seu olhar rapidamente para o oriental.

Soltando o pulso de Cláudia, Emilie saca seu celular de dentro da sacola, ligando para Terry Constantine. O submarino dele poderia ser uma boa opção de fuga.
Enquanto espera o irmão de clã atender, ela se aproxima de Luiz Filippi, que deveria ser o membro com mais experiência em caça ao Sabá. Aponta Hildegrand com a cabeça e pergunta com um cochicho.
- Isso aí é veneno de Assamita?

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Bianca de Nice: Futuras cinzas no Ellisium

Mensagem  Bianca de Nice em Qui Fev 13, 2014 7:07 pm

Bianca recebeu os cumprimentos de vários membros. Teve que conter um arrepio quando a criança olhou diretamente para ela. Sabia que ela era um adulta no fundo, mas teria dificuldades de lidar com ela. Ficou realmente feliz de conhecer Emilie, e deu um sorriso gigante e sincero, ela era a pessoa que precisava conhecer naquela noite. A primógena Malkaviana seria sua companhia, decidiu.

- Boa noite Claudia - disse com um leve tremor na voz, esperava que a coisinha demoníaca interpretasse isso como uma leve timidez, ou carinho.

-É realmente um grande prazer conhece-la Emilie, fico feliz com sua escolha para primógena e lhe dou parabéns, já ouvi grandes coisas sobre você.

Vincent foi delicioso como sempre, porém em seguida se posicionou ao lado de Natanael. Ciúmes era algo que Bianca jamais demonstraria em público e decidiu deixar passar. Dessa vez. Imediatamente considerando que o novato seria um aliado melhor que inimigo, cumprimentou-o.

- Boa noite senhor Natanael, sua beleza é radiante, mesmo em um lugar com membros tão fascinantes. Sou Bianca de NIce, do clã dos feiticeiros. Minha arte é diferente da de vocês - olhou para o Toreador de nome Guille - mas talvez ache interessante também, boa noite Senhor Guille, espero que já esteja adaptado à cidade.

Sorriu alegremente para Ian, ele parecia bem enturmado, com certeza sua irmã ficaria satisfeita em saber.

Novamente a sensação ruim se abateu sobre ela, e pensou imediatamente que não deveria ignorar seus instintos. Como que guiada pelo mal estar, atendeu o telefone.

- Com licença senhores, alô?

No instante seguinte tudo correu muito rápido. Antes que pudesse invocar suas defesas um helicóptero atingiu o Ellisium, bloqueando a saída óbvia. Os gritos histéricos de Hildegrand a distraíram outro precioso segundo, mas o pior foi que ela vomitou nos seus sapatos novos. Vadia, pagaria por isso antes que a noite acabasse. Segurando o instinto de chutar a coisa que se contorcia a seus pés sobre o fogo que se formava, gritou para todos:

- OS GLIFOS ESTÃO DESTRUÍDOS, É UMA ARMADILHA! USEM SUAS DISCIPLINAS A VONTADE! SEREMOS ATACADOS POR VAMPIROS!

Disse isso pois se fosse um ataque de lupinos ou carniçais, seria mais inteligente deixar as defesas intactas, pois os rituais só impediam o uso de poderes vampíricos.

OFF: Uso o nível 1 da linha da linha da transmutação para fortalecer minhas roupas.
Gasto 3 pontos de sangue para fortalecer meu vigor

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Guille - Todos

Mensagem  Guille França em Qui Fev 13, 2014 9:28 pm

Emilie responde ao Toreador e arranca um sorriso largo dele, de fato os dotes daquela garota interessavam muito a ele, mas principalmente sua personalidade.

Guille tinha acabado de observar Jorge retornar, e toda sua malemolência típica de um carioca que o fizera sorrir bastante, se lembrando dos áureos tempos daquela cidade, todo o folclore carioca da malandragem estava representado naquele Brujah, a umbanda também não era um conceito estranho à Guille, que mesmo não parecendo na aparencia, era nordestino, estava prestes a responder a ele quando tudo se tornou um caos.

Aquele sentimento de desconfiança que tinha tido se mostra fundamentado, quando os destroços do helicóptero batem na parede do Elísio colocando tudo em fogo, os arcontes deviam estar mortos, Horazio também, toda aquela hora de conversa que tinham tido a segundos atrás tinha sido inútil, tudo iria mudar em questão de segundos ali, onde o fogo e o ataque inimigo certamente mudaria os planos de muita gente ali.

Guille sabia se portar em uma batalha, mas a surpresa estava quase garantindo a derrota deles, que nem sabiam o que iriam enfrentar. Emilie é a primeira a reagir, pedindo para que a proteção do Elísio seja retirada, com ela não teriam chances de vencer, mas o inimigo estava ciente disso e tinha destruído uma runa, provavelmente eram Cainitas, o Sabá, os Assamitas. A garota então pergunta à Filippi se aquilo era veneno Assamita, e Guille não poderia dar certeza mas imaginava que seria com certeza, pela maneira que Hildegrand pareceu queimar por dentro. A Malkaviana estava fazendo uma ligação, e se cercava pelos dois Cainitas infantes, dessa maneira, esse pareceu o grupo ideal para Guille se juntar, a ligação deixaria Emilie desprotegida caso alguma surpresa a atingisse, portanto o Toreador arranca seu terno e gravata enquanto se posicionava em posição de luta ao lado da Malkaviana, enquanto falava para ela e para todos também, sempre observando o ambiente todo, temendo aumentar seus sentidos para detectar o inimigo e ser surpreendido por algum som ou luz muito forte.

"- Estou te cobrindo Emilie, vamos nos afastando aos poucos, podemos ter mais chances de sucesso no saguão de entrada, e depois recuar para os barcos."

A Tremere parecia pronta para batalha também, e Guille esperava para ver o que o inimigo traria pra cima deles.

OFF: 2 pontos de sangue pra aumentar o Vigor e 1 para ativar Rapidez (run forest run)

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Vincent - Thomas - Natanael - Guile - Claudia - Ian - Luiz - Emilie - Hildegrand - Bianca

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Fev 14, 2014 5:36 am

Ele se impressiona com o flerte de Natanael que não era mais velado. O irmão de clã estava flertando com ele abertamente para todos verem. Então ele o responde, como se estivesse vendo estrelas:

-Agradeço monsieur Lacerda. E já está convidado a conhecer minha residência e minha obras quando desejar.

Sorriu ao irmão de clã da forma mais carismática que podia. Aquela noite estava ótima para o Toreador e ela prometia mais, muito mais. Mas depois que Vincent retorna ao cumprimentar Bianca, Natanael lança um sorriso não tão amistoso na direção dele e Vincent murcha como uma rosa sem água. Achando que havia feito alguma coisa errada.

Imaginou que Natanael iria ficar com Vincent antes de seguir à sala onde receberiam os Arcontes, ledo engano. Natanael segue Hildegrand quase que imediatamente e Vincent fica para trás. Estaria Natanael brincando com ele? Tiraria a prova em instantes.

A Primógena Malkaviana lança um olhar de deságio à Vincent e questiona-o se ele seria capaz de pintar uma bailarina em movimento:

-Primógena Blanc....farei o meu melhor para poder agradá-la. Utilizarei o máximo de minha arte.

Sorriu e percebeu que o tom de desafio não possuía maldade. Guille também segue ao salão onde os Arcontes seriam recepcionados. Jorge então retorna, estava todo de branco, com uma gravata vermelha e uma fita vermelha em seu chapéu. Vincent sorriu à ele e proferiu:

-Boa noite novamente monsieur Silva. Está belíssimo em suas vestes. Estávamos seguindo para recepcionar os Arcontes, nos acompanha?

Vincent estava sendo muito gentil com Jorge. O Brujah não tinha toda aquela grosseria de Luiz e isso o agradava. Quando estendeu a mão para que seguissem ao salão onde receberiam os Arcontes, o inesperado ocorre. Uma imensa explosão é ouvida por todos. Imediatamente, como em uma coreografia muito bem arquitetada, todos olham na direção da saída.

O que era para ser um helicóptero e que agora mais parecia a visão de um emaranhado de ferro retorcido e chamas obstruiu completamente a entrada/saída do Elísio. Estavam presos ali e em breve as chamas chegariam onde eles estavam. Vincent se desespera e percebe que Natanael não tinha ido longe também. Ele olha para todos os lados e por um mísero instante não sabe exatamente o que fazer.

Hildegrand então começa a gritar com Bianca e antes que pudesse continuar, ela vomita sangue. Uma visão horrenda em meio ao caos. Estavam todos em perigo iminente e Hildegrand parecia ter sido a primeira a ser atingida pelo ataque de quem quer que fosse. Emilie pega no braço da chata Claudia e de Thomas, seu irmão de clã. Os dois estariam protegidos com ela. Vincent corre na direção de Natanael e segura no braço dele, ficando frente à frente ao irmão de clã e diz:

-Vamos ficar juntos., assim teremos mais chances.

Bianca então informa à todos que os glifos de proteção haviam sido destruídos e que eles poderiam utilizar suas disciplinas. Antes de fazer uso de suas disciplinas, ele leva a mão livre ao bolso interno de seu terno procurando sua arma, que havia sido deixada na entrada do Elísio, com os seguranças.

”Maldição.”

O Toreador percebe que Guille se junta à Emilie, Thomas e Claudia e então ele resolve se juntar ao grupo formado, levando Natanael consigo é claro.

-Fiquem atentos......podemos ser surpreendidos a qualquer momento.

Largou Natanael e olhou-o nos olhos. Sorria desajeitadamente e fechou os olhos como que não acreditando que aquilo estava acontecendo. Faz uso de seu sangue para ativar uma de suas disciplinas e não ousava se aproximar de Hildegrand. Ouviu alguma coisa de veneno Assamita, algo que ele não entendia muito.

Posicionou-se atrás do grupo de Emilie, para evitar ataques pela retaguarda. Imaginou que a noção de perigo que sempre o avisava de tudo pudesse salvá-lo, salvar Natanael, Bianca e a maioria. Vincent não sabia tanto quanto Guille sobre lutas, mas teria que se virar se quisesse sobreviver.

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Fev 14, 2014 8:46 am

Vincent fica cabisbaixo, o que faz com que Natanael perceba que seu irmão de Clã poderia ter interpretado mal seu olhar. De todo modo, as coisas entre eles pareciam correr bem e Vincent havia mesmo o convidado para conhecer seu refúgio, o que é respondido com um alegre sorriso. Tanto Claudia quanto Emilie disseram possuir dotes artísticos e Natanael sorri animado em resposta às duas:

_Nossa exposição seria perfeita então, já que temos muitos Membros talentosos na nova corte.

Na verdade, ele não acreditava em alguém que se dizia artista antes de ver que esse alguém fazia realmente algo de novo. Nisso, Jorge retorna completamente diferente e chama mais a atenção do Toreador que, aproveitando-se do cumprimento de Vincent, responde aos cumprimentos do Brujah, aproveitando-se também para responder a Bianca que finalmente havia se dirigido a ele:

_Boa noite senhor Jorge, é um prazer revê-lo em tamanha elegância. Sorri e, virando-se para Bianca com o mesmo sorriso: - Qualquer forma de arte é sem dúvidas interessante se vem de alguém interessante como a senhorita, mademoiselle De Nice. -sorri de forma galanteadora- E obrigado pelo elogio, saiba que os amigos de meu caro Vincent são também meus amigos.

Ele chama Vincent pelo primeiro nome já demonstrando intimidade e queria ver a reação da Tremere, mas é nessa hora que o inesperado acontece e o fogo do helicóptero começa a adentrar o Elísio causando o tumulto. Natanael fica desnorteado e só pensa em procurar por Claudia e Vincent. Claudia e Thomas já estavam sob os cuidados de Emilie e quando o poeta procura na direção de seu pretendente, este já havia chegado e pega em seu braço dizendo para ficarem juntos. Ele concorda com a cabeça e segue a Lyon até o restante do grupo.

Natanael estava atento ao redor. Tinha ouvido Bianca gritar que seriam atacados por vampiros e alguém dizendo algo sobre Assamitas. Seja como for, se alguém estivesse escondido ali dentro ou chegasse escondido, o Toreador estava preparado para tentar encontrá-lo.

Lamentando-se por ter superestimado a segurança do Elísio do Rio e deixado suas armas em casa, Natanael aguarda o próximo passo do inimigo.

OFF: 2 de sangue para aumentar um pondo de destreza e um de vigor.

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Thomas - Vincent, Cláudia, Emilie, Hildegrand, Natanael, Guille, Bianca, Jorge, todos

Mensagem  Michael Collins em Sex Fev 14, 2014 9:03 am

*Escuta Guille falar sobre luta como arte e franze a testa e o nariz. Conhece pouco sobre artes marciais, à parte as belas e vigorosas demonstrações de gouren, a tradicional luta bretã, que tantos membros das várias cortes da Bretanha gostavam de fazer em celebrações. Mas a palavra mixed soa a ele tão kitsch e deselegante como alguém pintar a Monalisa numa caixa de sabão. Guarda, porém, sua opinião para debater posteriormente na guilda... talvez em sua casa, na mesma noite!*

*Thomas acompanha a conversa e diz, piscando um olho para Vincent, Cláudia e Emilie*

- Com certeza não há restrições a candidatos, monsieur Lyon, e no fim, Cláudia, o mais capaz será escolhido, decerto! Espero ter aprendido algumas coisas com maman e papa, Emilie, tudo que eles passaram em Rennes com certeza será útil nesta corte... *por fim dá um sorriso malicioso para Hildegrand* Com certeza nós dois temos muito a colaborar com nosso clã, não apenas como primógenos...

*Depois dá uma risada charmosa para Natanael*

- Ora, mas se Hildegrand se tornar primógena, então você terá de disputar o cargo comigo, monsieur Lacerda! *pronuncia o nome corretamente, como um carioca. Depois se anima mais, arregalando os olhos* Oh, o senhor escreve poemas! Com certeza, você precisa conhecer minha irmã Anne! Ela escreve poemas incríveis, e também compõe... *acaba sorrindo e completando insinuante* Quem sabe ela não ensine a você bretão e gallo para poder apreciar os poemas nessas línguas... Quem sabe vocês não poderiam compor juntos uma canção que eu possa apresentar nesse sarau! Adoraria cantar neste lugar para um público...

*Acaba estendendo a mão para Guille também pedindo um cartão quando ele o oferece para Ian e Emilie, embora tivesse bastante certeza de que não acharia nada bonito naquela academia perto de uma boa exibição de gouren.*

*Quando Bianca olha para ele, faz questão de dar um sorriso adorável, justamente por perceber seu desconforto*

- Boa noite, mademoiselle de Nice, que luz sua presença traz a este lugar!

*Então Hildegrand convida a todos para passar à outra sala, e Thomas a segue alegremente. Sorri ao perceber a presença de Jorge, mas não tem tempo nem de lhe dirigir a palavra, pois uma grande explosão se faz ouvir na outra sala. Por alguns instantes, o menino leva as mãos aos ouvidos, enquanto vê o fogo se disseminar na outra sala e Hildegrand cair. Emilie segura sua mão, mas ele esforça-se por se soltar e corre para a toreador, muito menos preocupado em saber o que acontecera do que em socorrê-la. Tenta, com seus pequenos braços, arrastá-la para mais longe da porta. Olha em volta*

- Me ajudem!

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Filippi - Emilie, Cláudia, Bianca, Jorge, Thomas, Hildegrand e todos

Mensagem  Luiz Filippi em Sex Fev 14, 2014 11:09 am

*Filippi sorri para Emilie*

- Recebi, mas que maçada! Mas não acho que seja impedimento, de uma outra vez. Será uma honra que lute com a gente!

*Depois, fica por perto do grupo, de braços cruzados, mais grunhindo que falando, sem participar diretamente de nenhuma conversa. Definitivamente, essas ocasiões sociais não são o meio para o antigo coronel, que escuta muitas coisas, mas não se manifesta. Presta atenção nas reações de todos; o toreador parrudo, por exemplo, poderia ser uma boa aquisição para uma equipe antissabá, se pudesse ser convencido. E o outro já vira uma guerra, poderia não ser um completo inútil. Apenas saúda Cláudia quando ela fala com o brujah, lançando um simples "boa noite" mais para dentro que audível, mas sorri para Bianca com todo seu charme rústico*

- Boa noite, que bonita está, dona!

*Quando são convidados para ir para a outra sala, vai indo meio para trás, de má vontade. Acaba ficando mais perto da porta, distante do resto do grupo. Então Jorge chega, e Filippe se aproxima e o saúda com um aperto de mão*

- Bom te ver, índio velho! Os arcontes estão chegando, fiquei para representar o sangue... mas agora que tu está aqui...

*Não tem tempo de completar a frase, pois é interrompido pela explosão. Seus sentidos ficam alertas no mesmo instante. A primeira coisa que faz é avaliar a situação, e não parece nada boa: o fogo avança pelo outro salão e logo os alcançará. Filippi sabe que ele é o militar ali. Sua função, aquilo para o qual foi treinado, é manter a ordem e manter o perigo longe da gente comum. Então, sua primeira reação é começar a andar entre as pessoas, falando alto e gesticulando, orientando-os e até empurrando os mais em pânico*

- Para lá, para lá! Vão todos para o outro lado! Não tem saída por aqui! Senhor, para lá, tu vai cair no fogo se sair por essa porta! Bianca! Se não tem nada que possa fazer aí, vai para lá, se tem alguma coisa que proteja essa gente, pega o china agora e faz!

*Emilie se dirige a ele, e Filippi volta-se com um segundo de reflexão, também cochichando*

- Pode ser... mas acho que não. Os assamitas cospem sangue, nunca vi nenhum fazer outro cuspir. Mas tremeres... *olha com suspeita para Bianca*

*Então o piazinho loiro escapole da mão de Emilie e corre para onde está Hildegrand. Filippi não faria nenhum caso de ajudar a toreador se isso significasse atrasar a evacuação dos outros, mas uma coisa diferente é o menininho. Correndo para ele e, erguendo-o com uma mão só, arrasta Hildegrand pelo braço para longe da porta, tomando cuidado em não se sujar com o sangue e largando-a de qualquer jeito, enquanto diz*

- Eu disse deste lado, guri! Obedece à Emilie! Emilie, cuida desses dois, se precisar pisa em cima desse piá para ele ficar quieto.

*Enquanto isso, analisa o tempo todo, e friamente, o ambiente. Há duas portas de saída que levam para o interior. Filippi não tivera tempo de examinar todo o prédio e não sabia se não ficariam presos se fossem para aquele lado. Mas há janelas, bem altas, mas ao alcance de um pulo para alguém de sua estatura e habilidade física, cobertas com vitrais. Olha em volta e observa os móveis sólidos, antigos e resistentes, do tipo que passava de avô para neto quando ele era criança, e rapidamente formula uma ideia.*

*Escolhe a cadeira que lhe parece mais sólida e pesada, levanta-a no ar no meio do salão e grita*

- Sai da frente! Todo mundo, sai, sai!

*Vai correndo na direção de uma das janelas e, quando considera que a distância é suficiente, arremessa-a, a princípio apenas com toda a extensão de sua força natural, num dos vitrais que lhe parece mais acessível e distante do fogo*

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Ian - Luiz - Claudia - Emilie - Guile - Hildegrand - Vincent - Natanatel - Thomas - Jorge

Mensagem  George Trevisan em Sex Fev 14, 2014 11:17 am

Algumas conversas ocorrem aqui e ali e Ian presta atenção no que era dito. Como Bianca havia chegado, ele não se aproxima dela. Achava que se ele se juntasse a irmã de clã, poderia causar um tipo de barreira social entre os dois. Continuou ao lado de Guille.

Natanael continuava flertando com Vincent e vice versa. Isso era irrelevante, por enquanto. Alguns cumprimentos são feitos para Bianca e outros nem se importam que ela havia chegado ali.

Jorge aparece novamente e Ian meneia a cabeça positivamente à ele, sucinto. Não gostava de chamar a atenção. Sua atenção é tomada por uma explosão na entrada do Elísio. O pânico parecia contaminar a todos. Hildegrand vomita sangue e Ian percebe que os glifos protetores de Vladimirovich estavam desaparecendo. Bianca responde Emilie com um grito o que faz com que o oriental não precisasse respondê-la. Um grupo se forma e todos se preparavam para uma batalha.

Ian percebe que Thomas tenta ajudar Hildegrand, talvez tarde demais. Luiz Fillipi era o mais experiente ali, junto com o Toreador Guille. E não demora em Luiz começar a orientar todo mundo. Em um ato inteligente, o Brujah atira uma cadeira em uma das janelas. Poderiam sair por lá caso nenhuma outra porta estivesse disponível. Mas e se chegassem lá fora e encontrassem os atacantes prontos para destruí-los?

Ian poderia se defender, mas se fosse um ataque organizado pelo Sabá sua defesa duraria quanto tempo? Aproximou-se de Bianca e disse:

-Cuidado senhorita Bianca. Fique atrás de mim. Posso protegê-la se necessário.

Não tinha noção de como Bianca reagiria as ações de Ian. Mas sua intenção era das melhores. Se coloca em posição de luta e fica atento a possíveis ataques.

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

Mensagem  Cláudia Denbrought em Sex Fev 14, 2014 8:54 pm

Muitas outras respostas chegaram aos ouvidos da criança enquanto ela deixava o local onde estavam e alcançava o Salão Principal do Elísio. Mas não teve tempo de responder. Na verdade não teve tempo de nada. Logo começou a confusão. O barulho da explosão, o medo escondido na voz de Hildergand, o sangue que ela expeliu. O caos tomava conta da Ilha Fiscal. Muitos demostraram desespero, mas contrariando as aparências não foi isso que aconteceu com Cláudia.

Quando Emilie segurou em seu pulso Cláudia pensou em tentar escapar, mas fazer isso não ajudaria em nada. De um lado um, de outro um vampiro diferente dava instruções. Eloa e Emilie pediram a Bianca e Ian que desfizessem a magia antidisciplinas, mas alguém já tinha provocado isso. Precisariam saber quem tinha sido o responsável pela sabotagem, mas antes precisavam escapar vivos do inferno que começava a se desenvolver ao redor deles.

- Emilie não precisa segurar Cláudia. Haja da melhor forma que acreditar, para que possamos sair daqui. De preferência juntas. E ambas vivas! Tem que existir um meio de escaparmos ao fogo. E veja só. - ela parou de falar. Seus olhos pareceram revirar por um instante. - Sim Pimpão, é isso mesmo que precisamos.

A pequena vampira rodopiou no lugar, observando os espaços do salão principal, procurando brechas e caminhos pelos quais poderiam seguir para escapar da armadilha. A loucura produzia certas benção, e havia luz no caos para aqueles que soubessem domar seus olhos.

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Emilie - Fire in the hole

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Fev 14, 2014 9:10 pm

Se a situação tivesse permanecido tranquila, Emilie ficaria curiosa em perguntar para Bianca que grandes coisas tinha ouvido a seu respeito. A única que lhe vinha em mente era sua habilidade com o balé, e isso não parecia ser algo que uma tremere levaria em grande conta. Talvez fosse só uma bajulação estratégica para que as duas tivesse uma relação amistosa e em breve começassem a discutir a relação entre seus clãs.

Mas com o caos que se instaurara no Elísio, a única coisa que poderia ouvir da tremere era seu grito de aviso em relação ao ritual de proteção do local. Saber que o uso de disciplinas estava liberado era ao mesmo tempo um alívio e um pavor. Se os assamitas avançassem até lá dentro quantos poderiam sobreviver?

Com o celular grudado na orelha, e a mão fechada no pulso de Thomas, ela percebe a aproximação de Guille, lançando-lhe um olhar de aprovação com a atitude proterora dele.
- Obrigada... - apontando a cabeça para as duas saídas para o interior, ela diz - temos que tentar uma delas. Sem conhecer a fundo a planta do Elísio podemos nos afundar ainda mais na armadilha, mas não temos escolha... - reconhece, satisfeita por Luiz Filippi estar tentando manter a situação sob controle.

Mas a resposta dele não é suficiente para dissuadir as suspeitas de Emilie sobre os assamitas, embora acrescentasse os tremere em suas desconfianças. Guardaria com cautela aquela possibilidade.

E naquele momento de distração, ela sente a mão de Thomas escapar da sua. Gira o rosto o mais rápido que pode, vendo de relance Natanael e Vincent ao redor dela até se deparar com o garoto tentando ajudar Hildegrand.
- THOMAS! - vocifera desesperada a malkaviana, ignorando o celular e correndo na direção do menino, mas antes que pudesse alcançá-lo, Filippi intervém, e a gratidão transborda no olhar dela conforme o brujah traz o pequeno de volta para si. Ela o segura pelos ombros, checando rapidamente se ele não apresentava nada que indicasse estar também envenenado, e então esbraveja, balançando-o.
- Perdeu o amor à não-vida?! Não temos como ajudar Eloá! Eu me recuso a ter que dar condolências à sua mãe, entendeu?! Então venha comigo, e se não for sobreviver por você ou por mim, faça isso por ela!

Assente afirmativamente para Filippi e começa a puxar o pequeno toreador pelo pulso. Nesse momento, ele pode perceber pequeninas veias saltarem no braço pálido da malkaviana e o aperto dela ficar bem mais firme do que antes.*

Faria um gesto para que Cláudia a seguisse, mas compreende a concentração dela e não a interrompe, apenas fica de olho na irmã de clã. Ajeita sua sacola no ombro e coloca o celular em seu ouvido de novo enquanto caminha para longe do fogo.
- Terry, está me ouvindo?!


*OFF: Emilie usa um ponto de sangue para aumentar Força.

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

Mensagem  John Smith em Sex Fev 14, 2014 9:13 pm

Ele não foi o primeiro a agir, mas também não ficou por último. Entretanto ali estava um dos problemas provocados pelos trajes de fala que a ocasião exigia. O terno poderia restringir seus movimentos, mas malandro batucava e corria do camburrão. Jorge estava pronto para o combate se fosse necessário. Quando viu a explosão atingindo uma das saídas do elísio sua primeira reação foi concentrar o sangue. Ele fez com que a vitae corresse mais rápida em suas veias, para que em breve pudesse se mover com sua velocidade sobrenatural.

Um velho ditado da tradição afrobrasileira dizia assim "quem não pode com mandinga, não carrega patuá". A expressão significava algo parecido com não quer se queimar, então não brinque com fogo. E foi nisso que Jorge pensou quando a destruição e o pânico pareciam se espalhar. Quem quer que tivesse causado o atentado o fizera de caso pensando. E mesmo se todos os vampiros saíssem ileosos ( o que não parecia o caso, já que Hildergand cuspia sangue e talvez os arcontes e Horazio houvessem morrido na explosão), a crise de confiança que resultaria daquilo seria muito grande.

O vômito de Eloa o fez lembrar de outra coisa. Ou de outro cainita que sofrera reação parecida, naquela mesma noite e sob o mesmo teto. O próprio Jorge tinha sido vítima de algo parecido, embora no momento não tenha imaginado que se tratasse de um ataque deliberado, antes apenas um sinal dos sagrados orixás de que o espaço estava com energias densas demais.

Ao ver Fillippi arremessando uma cadeira na direção dos vitrais Jorge fez o mesmo. Talvez aquela fosse a melhor forma de conseguir uma saída daquele ambiente que logo seria uma miniatura do inferno.

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Terry Constantine - Emilie Blanc

Mensagem  Narrador em Sab Fev 15, 2014 10:41 am

O Lunático atende à ligação de Emilie já dizendo:

'- Já sei e já tô subindo. Porém tô um pouco longe, acho que demoro pelo menos uns 5 minutos pra chegar.'
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Otto Von Schaeffer - Bianca de Nice

Mensagem  Narrador em Sab Fev 15, 2014 10:45 am

A voz do senhor de Bianca é imediatamente reconhecida pela Tremere. Em um tom de ordem, ele diz para sua cria enquanto esta sentia o sucesso da ativação da disciplina (6 sucessos) que fortalecia suas roupas:

'- Largue esses imbecis e siga pra a Sala Tremere se quiser sobreviver. Corredor à esquerda.'
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Narração - Todos no Ellisium

Mensagem  Narrador em Sab Fev 15, 2014 11:03 am

Filippi acerta em cheio. A cadeira quebra o vitral e voa para fora do Ellisium mas para espanto de todos nenhum barulho é ouvido. O Grupo podia falar, mas sua voz não seria ouvida por ninguém. Havia um silêncio sobrenatural na sala e quando Thomas se dá conta, Hildegrand não estava mais ali no chão. Havia simplesmente desaparecido diante de seus olhos. O fogo, por sua vez, segue se alastrando e em poucos segundos começaria a consumir o salão onde os membros estavam. Os andares superiores também já eram visivelmente atingidos pelas chamas.

OFF GAME: Com a proximidade do fogo, todos os vampiros devem fazer um teste de Rõtschreck. Para não entrar no medo vermelho, os jogadores fazer um teste de coragem com dificuldade 7. Para ignorar o medo por completo são necessários acumular 5 sucessos, mas com 1 sucesso já dá para segurar o medo no limite da dignidade. Quem tiver uma falha deverá fugir desesperadamente para o lado oposto do fogo e atacar todo e qualquer um que tentar lhe impedir. Uma falha crítica incita o Frenesi por medo no personagem e o jogador deverá agir de acordo com as orientações da Narração até sair do mesmo.
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Emilie - Fantasmas de Fogo

Mensagem  Emilie Blanc em Sab Fev 15, 2014 1:02 pm

Terry era a voz da eficiência, reconhece Emilie com a mensagem pronta e objetiva dele. Tenta responder-lhe com um agradecimento, para logo encerrar a ligação, mas percebe que sua própria voz não sai! Faz um esforço para gritar, mas nenhum ruído sai da sua boca.

É então que ela percebe que não havia barulho nenhum naquela sala, mesmo com uma cadeira enorme quebrando uma vidraça. Os ombros de Emilie ficam ainda mais tensos, e por reflexo ela aperta ainda mais o braço de Thomas. O fogo que rapidamente se alastrava tornava a situação ainda pior. Era como se estivessem dentro de um pesadelo, um filme de terror macabro. As chamas que não crepitavam, se erguendo naquele silêncio absoluto como fantasmas de dragões assombrando e devorando os cainitas.

Emilie já havia sido derrotada por dragões naquela noite, e dessa vez, não acordaria segura, amarrada na cadeira do submarino. Enfrentá-los não era alternativa.
Seu impulso imediato seria correr para longe, mas de alguma forma ela consegue se manter firme, apesar da aflição que lhe assaltava. Talvez fosse o instinto de proteger Thomas, ou seu resquício de racionalidade ter percebido que a janela quebrada era uma saída melhor que o interior do Elísio, onde o fogo fatalmente atingiria.

Traz Thomas consigo, mas o solta, na tentativa de posicionar uma cadeira ou mesa mais próxima da janela que Filippi havia quebrado, para formar uma espécie de "escadinha" que permitisse aos outros subir até ela. Gesticula, apontando os móveis e o vidro quebrado, na tentativa de esclarecer a todos qual era seu plano.

Como a fala havia se tornado inviável, Emilie já não vê mais problemas em bombear uma quantidade à mais de seu sangue para encher suas veias velozes*. Pelo contrário, com o fogo se aproximando e seu esforço por construir uma saída, aquela era uma necessidade ainda maior.


*OFF: 1 Ponto de Sangue para ativar Rapidez.

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

Mensagem  John Smith em Sab Fev 15, 2014 1:27 pm

O brujah tentava organizar seus pensamentos e procurar uma forma de sair dali. Ele concentrava-se ao ver que o fogo se espalhava e por pouco não se deixa consumir pelo medo que os vampiros sentiam daquele que era um dos seus principais algozes, entretanto a força de vontade do negro se mostrou suficiente, pelo menos naquele momento. O choque da cadeira no vitral foi suficiente para quebra-lo, mas surpreendentemente não houve ruído algum. Os ouvidos de Jorge estavam bem, isso significava então que alguém tinha usado de habilidades místicas para que os sons não se propagassem.

Se antes Emilie não tinbha muito com o que trabalhar, pensando apenas no sangue que Eloa vomitou, a ausência de sua e a presença recente de assamitas levava aquele homem a imaginar de onde partira o atentado. Jorge, entretando, não se entregaria fácil. Concentrou suas forças e seus pensamentos no seu padroeiro. Ele era filho de Ogum, o vencedor de Demandas, e venceria esse desafio.

Sem poder se comunicar com os outros, Jorge ativou sua velocidade sobrenatural, usando da vitae e começou a auxiliar Emilie de forma que pudessem criar uma escada de móveis para que os cainitas deixassem o salão do elísio.

OFF: Jorge gasta 1 de vitae pra ativar rapidez e 1 de FV pro teste de rotseiláoque!

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Bianca de Nice: 47 ronins em chamas

Mensagem  Bianca de Nice em Sab Fev 15, 2014 1:31 pm

Então era assim que morreria. Em chamas em uma cidadezinha qualquer nos confins do mundo. Estava grata pela proximidade de Ian, que se empenhava em sua segurança. Quando se preparava para empurrar, digo afastar Hildegrand do fogo, a criança Toreador se aproximou. Teve que segurar seu ímpeto de não usar um leve impulso telecinético e deixar todos pensarem que o pequeno demônio escorregara no fogo. Crianças podiam ser tão desastradas...
Foi impedida de realizar o ato de covardia (ela consideraria justiça, é claro) pela voz de seu mentor. Nunca deixaria de reconhece-la. Treinada durante anos para obedece-lo não iria perder um segundo pensando, ainda mais com as chamas que se alastravam em todas as direções. Suas instruções eram claras e quando um silêncio estarrecedor se instituiu no Ellisium, imaginou que se Assamitas estivessem envolvidos ela seria a primeira a cair.
Deu meia volta em direção à sala Tremere e viu o desespero de Vincent e Nataneal, que estavam próximos e morreriam juntos nas chamas, olhou Emilie se agarrando no pequeno demônio, imaginou Jorge carbonizado e a cidade sem príncipe para protege-la do Sabá. Tudo pelo que lutaram no Rio de Janeiro seria perdido.
O que estou fazendo pensou, e apontando suas mãos para as chamas que corriam em direção à saida que Luiz Filippi estava criando, invocou seu ritual de extinguir chamas. Uma lufada de vento frio saiu de suas mãos e atingiu as chamas próximas, reduzindo a temperatura e as chamas na região da janela.
Sabia que isso não acabaria com todo o fogo, mas poderia dar aos outros vampiros preciosos segundos. Depois se virou e correu na direção indicada por seu senhor. Não poderia levar Ian consigo.

OFF GAME:
- Gasto todas as cargas do meu ritual de extinguir chamas para apagar todo o fogo que for em direção à saída aberta por Filippi e Jorge.
- Enquanto corro para a sala indicada por meu senhor ativo o ritual Corpo Férreo
- Boa sorte pessoal Razz

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

Mensagem  Cláudia Denbrought em Sab Fev 15, 2014 1:56 pm

Enquanto girava a malkaviana viu o que olhos destreinados não conseguiriam perceber de forma alguma. O perigo não vinha apenas do fogo, apesar dele ser a fonte mais imediata contra a qual teriam que lutar. As saídas mais imediatas eram dois corredores que levariam para o interior do elísio, entretanto cada uma delas se mostrava mais perigosa que a anterior. Como seria feliz, por outro lado, se fosse apenas isso.

No momento em que sua mente infantil se uniu ao caos provocado pelo fogo ela viu. Arregalou os olhos imediatamente em um transe telepático. O helicóptero não fora o único responsável pelo inferno em que o elísio se transformou. O fogo vinha das paredes internas de um dos outros salões, anterior àquele em que estavam. Isso eram mais problemas para todos eles. A criança olhou ao redor, percebendo o silêncio em que se encontravam. Não conseguiria fazer com que ouvissem sua meiga e irritante voz infantil. Então iria fazer com que visse as imagens que ela própria vira. O fogo alcançaria a mente de todos aqueles que pudesse ajudar. Faria contato inicial com os mais próximos a si, depois tentaria os outros.

Emilie, Thomas, Natanael, Luiz Fillippi, Ian, Jorge, Guille e Bianca. Nessa ordem tentaria fazer com que todos soubessem que o fogo vinha das paredes de um salão interno do elísio. Que o helicóptero não era a única. Ao mesmo tempo em que fazia isso ela começou a caminhar em direção ao vitral quebrado, parecia que o fogo estava diminuindo naquela direção. Talvez fosse a chance de sair dali.

OFF: Cláudia usa Telepatia para transmitir as informações a respeito da fonte do fogo.

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Sab Fev 15, 2014 2:52 pm

Tudo corria muito rápido. Assim que viu que Thomas pediu por ajuda e pensou em ir até lá, Filippi se antecipou e Emilie pegou o pequeno pelo pulso novamente. Os dois Brujah fizeram uma abertura e um vento saído do nada fez com que partes da chama recuasse. Enquanto isso, imagens vindas de lugar nenhum, mas que Natanael reconhecia sendo parte dos Auspícios indicaram que havia outra fonte de incêndio. Enquanto tudo isso ocorria, nada se era ouvido. Natanael já ouvira histórias sobre isso...

Claudia vai se aproximando da janela quebrada e Emilie tentava colocar alguns móveis sobre os outros para facilitar a fuga. Natanael puxa VIncent pelo braço e seguia Claudia. Ele desejava ficar próximo dos dois e protegê-los a todo o custo. No entanto, o Toreador não poderia fazer muito. Continuou prescrutando ao redor à procura de inimigos ocultos e ia ajudar Bianca na construção da escada improvisada. No entanto, achou mais urgente avisar a Vincent sobre as imagens que alguém lhe enviara à mente.



Última edição por Natanael Lacerda em Ter Fev 25, 2014 6:50 pm, editado 1 vez(es)

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Narração - Todos no Ellisium

Mensagem  Narrador em Sab Fev 15, 2014 6:40 pm

A escada improvisada estava quase pronta quando algo joga a base para longe e tudo - sem emitir um som sequer - vai ao chão. Escalar a parde seria difícil mas, graças a Bianca o fogo - por hora - estava contido ao outro salão. O que não diminuía o risco do medo vermelho para os Garous. Riscos que só aumentam porque uma escuridão sobrenatural, de repente, toma conta do salão e ninguém mais conseguia enxergar um palmo diante de seus olhos. Bianca, no entanto, consegue chegar em frente à Sala Tremere no exato momento em que o Ellisium é coberto pelas trevas mais profundas do Abismo.

OFF GAME: Qualquer tentativa de escalada deve ser feita primeiro com um teste de Percepção + Prontidão com dificuldade 8 para encontrar um local apto para tentativa de escalada. E, em seguida, para alcançar a janela são necessários 6 sucessos em um teste de Destreza + Esportes com dificuldade 7. NÃO ESQUEÇAM DO TESTE DE RÕTSCHRECK!!!

OFF GAME 2 - Esclarecimento: A cena está dividida em duas atualizações. Na primeira a Narração avisou do fogo e pediu o teste de Rõtschreck. Na segunda a tenebrosidade apagou tudo. É óbvio que com tudo apagado vocês não conseguem ver onde está o fogo, e sem som nem ouvem o crepitar das chamas, porem, o teste de Rõtschreck deve ser feito pois todos tem o contato visual e assombroso com as chamas antes da mortalha das trevas tomar conta do local. Portanto interpretem o resultado do teste com ação ANTES da tenebrosidade tomar conta do local.



Última edição por Admin em Dom Fev 16, 2014 8:42 am, editado 1 vez(es)
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Guille

Mensagem  Guille França em Sab Fev 15, 2014 9:03 pm

Desde o momento que tinha ido cobrir Emilie tudo foi de mal a pior. Vincent e Natanael tinham se juntado a eles, Thomas tinha ido tentar salvar Hildegrand, o Brujah Luiz que parecia ter uma certa experiência estava arrebentando janelas, e nenhum som saia daquilo, assim como quando Jorge arrebentou outro dos vitrais com uma cadeira.

Ian tentava proteger a outra Tremere, Emilie ainda tentava falar no telefone, e parecia muito preocupada com as duas crianças-vampiro. O prédio inteiro estava em chamas, chamas que pulavam, chamas que atingiam os outros andares, o salão inteiro, o rugido interno da sobrevivência batia à porta de Guille. Porém, ele ainda resistia bravamente ao instinto de fugir dali. Imagens mentais, advindas do uso de Auspícius chegam a ele, mostrando que o fogo vinha de dentro das paredes, não só do helicóptero, maldita hora que ele havia deixado aquele Assamita ir sozinho recepcionar os Arcontes, maldita hora.

No entanto, todo som tinha acabado, se extinguido, aquilo Guille só tinha ouvido falar, era um poder muito temível, que trazia a morte próxima para muitos Cainitas, um de seus sentidos estava afetado, o inimigo tomava uma posição de muita vantagem. Então o fogo é diminuido na região onde as janelas tinham sido quebradas, e Emilie e Jorge começam a construir uma escada improvisada, que não dura muito, e logo é arremessada ao chão.

E então o pior acontece, a sala é tomada pelo mais profundo breu, e aquilo era o que mais assustava, aquilo era um poder temível, Guille já tinha visto seu uso nos EUA, e escapado com sorte de um ataque do Sabá que se utilizara de tal tática, o segundo sentido havia sido retirado deles, o Toreador já não via ninguém, não ouvia nada, e dificilmente conseguiria sair dali se ficasse parado, ele precisava pelo menos chegar até a janela, ou melhor, localizar a janela e pular para lá. Se esforçando o máximo possível que seus sentidos, até mesmo o tato permitia, Guille encontra com dificuldade um ponto para escalar, faz o sangue correr mais rápido em suas veias, e mais forte e então começa sua subida, com muita dificuldade e lerdeza.

OFF:
2 pontos de sangue, um em destreza e um em força. E 1 de FDV no teste para encontrar a escalada.

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Thomas - Cláudia e todos

Mensagem  Michael Collins em Dom Fev 16, 2014 9:28 pm

*Thomas resmunga em gallo, sua língua natal, pouco feliz por ser arrastado para lá e para cá como um menininho. Assombrado, vê Eloá desaparecer diante de seus olhos. Quando Emilie começa a empilhar as cadeiras, segura a mão de Cláudia*

- Ficamos juntos nós dois! Dois pequenos podem ser melhores que um grande!

*Mas não consegue dizer mais nada, pois o silêncio toma conta. É com receio que o menino vê o fogo se aproximando. Sabe que têm de se apressar, então pede ajuda a Cláudia para empurrar um móvel mais para perto de onde se forma a escada. Mas é inútil: do nada, os móveis se espalham para todo lado e em seguida a escuridão absoluta toma o lugar. Thomas já ouvira falar daquele poder e sente um arrepio. Ativa seus sentidos [off: Auspícios 1] e aperta a mão da malkaviana o mais que pode e procura puxá-la para junto da parede. Tateia, procurando um móvel embaixo do qual possam se esconder*

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Re: [ELLISIUM] Ilha Fiscal

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