[CAERN] Zona Montanhosa

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Kor Yance McDonell (Hominídeo) - Doninha/ Todos

Mensagem  Kor Yance McDonell em Sex Out 24, 2014 1:08 pm

Mal havia chegado no topo e a presença da Doninha se faz a vista. O mal humor do Totem revelava o quanto estava decepcionada e suas palavras denunciava quem era os culpas e isso ficava claro: Julian e si mesmo. Preferiu manter o silêncio diante da culpa, pois sabia que também assim como os demais que haviam errado, tinha contribuído com sua parcela. A Doninho no final das contas tinha um recado mais um importante para dar para Hrist e Mayra e quando escuta o que era, fica surpreso, mas nem tanto. Aquilo era provável.

"Então elas vão ser mães..."

É a única constatação que faz diante da notícia. Como ambas tinha uma vida sexual ativa com seus parceiros, era bem provável que o desfecho seria esse mesmo, em todo caso, apesar de estar nascendo um impuro, era novas vidas. Hrist não merecia aquela felicidade e Mayra era totalmente digna dela. Tinha plena convicção que para Hrist, além de ser mãe solteira naquele momento, o fato da profecia dizer que tudo que fizesse de bem faria um filho crescer e tudo que fizesse de mal faria o outro crescer, era uma punição pela maneira que ela tinha agido consigo. Era o preço que iria pagar. A justiça tarda mas não falha e o destino é sempre o encarregado disso.

"Não tenho dúvidas que vai nascer só um filho... um com a cara do capeta..."

Isso se não nascesse o próprio Satã com uma máscara de Anjinho, que era bem a índole dela. Mas enfim, aquilo não era seu problema. Tinha outro para se importar, na verdade, qualquer outro era mais importante que Hrist. Doninha queria deixar a matilha diante dos erros. Julian é o primeiro a se desculpar, assim como Cabelinho, depois Kiba. Provavelmente havia tido vários outros erros que haviam decepcionado o Totem, pelo menos queria apostar nisso para a matilha não ficar sem uma Benção. O ideal é que todos ficassem unido naquele momento.

"Quando a culpa é de todos, a culpa não é de ninguém..."

Fez sua parte então. Com dificuldade foi se abaixando até ficar de joelhos perante o Totem e disse:

- Nobre e honrada, Doninha. Diante da minha sinceridade e honestidade, também peço humildemente perdão pela minha falha. Assim como os que erraram, também tive meu momento de fraqueza e por mais que não que tenha palavras que explique a quebra do seu dogma, assim como minha vergonha, sinto-me decepcionado comigo mesmo por isso. Essa matilha revela sua força e sem ela o que será de nós?

Olhou para o Totem e completou.

- Os erros servem de aprendizado, de lição, de experiência, onde muitas vezes somos capaz de evitarmos por mais que queremos muito, porém é com eles que aprendemos. Os erros servem de crescimento, servem de amadurecimento, melhoramento e tenho certeza que assim como os que erram e amadurecem, os que perdoam também engrandecem.

Finalizou.

- Tão nobre é a sua força e tão digno é o nosso respeito, que estamos aqui, diante de ti, nos redimindo perante nossos erros. Nos puna com o que achar mais justo, mas não nos puna com sua ausência.

Dito isso, Kor abaixou a cabeça em sinal de respeito aguardando uma manifestação do Totem.

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Kor Yance McDonell

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Doninha - Matilha Esquadrão da Fúria

Mensagem  Narrador em Sex Out 24, 2014 1:57 pm

O Totem estava irredutível. Havia sido ofendido pela matilha por mais de uma vez. Seu dogma tinha sido violado quatro vezes nas últimas 3 noites e isso não havia como ter perdão. Olhando para a matilha como um todo, a Doninha diz:

'- Se Esquadrão da Fúria respeitar Doninha não pedir pra Doninha ficar.'

O totem faz uma pausa, olha para Esquecido e Kiba e conversa diretamente com os dois:

'- Mãos-Que-Curam no hospital, Cabelinho-de-Fogo neste Caern, Esquecido e Sopro-da-Tempestade na Colmeia pegar dogma de Doninha e arrastar no lixo. Quatro vezes, três noites. E Doninha não falar de brigas, intrigas, e guerra entre irmãos de matilha. Doninha triste estar, mas ter que Esquadrão da Fúria abandonar.'

O Totem olha para Esquecido e fala:

'- Liderança de Asa-Solitária desonrar Doninha também. Não ser problema só de Esquecido. Mundo não se resumir à Esquecido. Ser problema de matilha. Esquadrão da Fúria não ser capaz de vencer medo, não ser capaz de honrar meu nome. Eu deixar Esquadrão da Fúria, mas culpa não ser de Esquecido ou de Asa-Solitária. Culpa ser do medo que matilha não ser capaz de vencer.'

O totem olha na direção de Hrist e Mayra e finaliza dizendo:

'- Doninha dizer Adeus pra Esquadrão da Fúria, mas Doninha olhar filhos de Esquecido, Voz-de-Taranis e Fúria-da-Justiça-Implacável. Doninha olhar pelo último herdeiro do Leão Branco que Voz-de-Taranis carregar e pelas duas faces do Apocalipse que Hrist trazer na barriga.'

Quando o Totem termina de falar, ele começa a se desmaterializar, sumindo e abandonando a matilha. A Esquadrão da Fúria não tinha mais um totem, todos sentiam que a bênção havia sido perdida.
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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Convidado em Sex Out 24, 2014 2:36 pm

Tinha chegado atrasada, a passos lentos e praticamente só, estava por ali vendo o que estava acontecendo e distante, pude perceber que uma doninha estava se desmaterializando, enfim, acabei chegando atrasada para me apresentar ao totem, mas estranho ela sair assim tão de repente, fico pensando se não foi falta de respeito minha ir devagar, enfim, se o totem entendeu assim, devo agir com humildade e reparar meu erro.

Calmamente paro ao lado da matilha e olho em minha volta, com certeza iriam falar algo.

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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Declan Konietzko em Sab Out 25, 2014 12:01 am

Declan - Esquadrão

A matilha havia ofendido Doninha e para completar a Fianna carregava um filho do Alpha, estava realmente em uma matilha que precisava de sérios ajustes, a Fenris também carregava um impuro em seu ventre e nada que o garou pudesse dizer faria diferença naquela hora, tanto para o Totem quando para colocar responsabilidade na cabeça daqueles que estavam ignorando os versos da litania.

Ouvindo, vendo e sentindo a Doninha abandonar a matilha, Declan se sentia extremamente envergonhado, tanto pelo esporro quanto pelo Roedor de Ossos achando que era o centro do universo e tomando mais um fora da Doninha, não havia o que fazer, o leite estava derramado e o que restava era seguir em frente.

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Philip

Mensagem  Philip Telford em Sab Out 25, 2014 9:31 pm

O Fianna sente a perda do totem, mesmo a matilha se prostrando diante da Doninha ela não aceitara a humilhação e abandonara a Esquadrão. Eram uma matilha sem guia espiritual. E o Theurge era o que mais sentia aquele corte. Além do que, ele próprio se sentia humilhado.

Mas ele decide não se deixar abalar, abre em seu bolso interno do colete um saquinho de couro que continham algumas ervas, e começa a amassá-las enquanto fala.

"- Perdemos nossa companheira Doninha, mas não adianta chorar sobre o leite derramado. Quem tá ferido chega ai, vou aproveitá esse lugar poderoso e invocá um espírito pra curar a Matilha. Dai a gente lambe as ferida e desce, afinar, tem mais solenidade pá fazê."

Então o Theurge queima as ervas em cima de uma folha molhada pela chuva torrencial, a fumaça branca começa a subir, era um ritual de invocação, e Philip orava a Gaia que desse certo dessa vez.

"- Poderoso Unicornio que olha por todos nós, por favor, nesse momento pedimos sua ajuda, estamos feridos, precisamos de você."

OFF: Invoco o Unicornio, e oro, pela ausencia de falhas criticas.

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Kiba Valentine (Crinos) - Esquadrão da Fúria

Mensagem  Kiba Valentine em Sab Out 25, 2014 10:45 pm

O Presa de Prata escuta a recusa de Doninha em total silencio. As palavras do Totem pesaram muito forte no coração do Ahroun que recebeu também a critica do Totem. Mais uma falha sua como líder foi anunciada, algo que visivelmente deixa o Presa de Prata ainda mais pra baixo.

Sem ter o que dizer o Ahroun se põe de pé e olha para Excalibur. A sensação se repulsa que o Garou sentia por suas falhas era tanta que não sabia nem como a espada ainda lhe acompanhava.

Phillip chama todos para perto, mas pelo fato de estar completamente curado Kiba apenas fica onde estava. Tudo que queria era dormir e esquecer aquela noite dos infernos de uma vez por todas.

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Unicórnio - Matilha Esquadrão da Fúria

Mensagem  Narrador em Dom Out 26, 2014 10:40 am

O Unicórnio, espírito comum naquele Caern abençoado pelo próprio, se materializa diante da Esquadrão da Fúria já dizendo:

'- Aqueles que sentir dor e precisar, me tocar que feridas irão sanar.'



Última edição por Narrador em Seg Out 27, 2014 7:55 am, editado 1 vez(es)
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Igor > Esquadrão > Unicórnio

Mensagem  Igor Petrunov em Dom Out 26, 2014 11:55 pm

Igor havia subido um pouco depois dos seus demais companheiros. Ao chegar, no entanto, apenas observou de um pouco longe o espírito materializado. E ele estava visivelmente irritado.

Parecia que o Esquadrão havia descumprido insistentemente o dogma de seu totem, e a Doninha tinha plena razão de se sentir ultrajada. Ainda assim, ela parecia estar preocupada de dar seus últimos conselhos, e falava sobre gravidez, filhotes impuros e Apocalipse.

"Será que esses caras não conseguem segurar o pau dentro das calças? Impuros em todo lugar... tipo, essa porra é errada, não é?" - dizia consigo mesmo, bastante confuso sobre como os garous do Brasil pareciam se importar bem pouco com a Lei da Nação. O lua crescente já presenciara um julgamento em sua antiga seita sobre um casal de garous que procriaram e o resultado não foi muito melhor que vergonha, terríveis marcas nas costas - pra que não pudessem ser apagadas, os anciões diziam - e o desprezo de todos.

"Isso é como foder sua irmã, garoto. É nojento. É errado. Muito errado." - completou em sua cabeça a voz de Vladimir.

Passou a mão sobre os olhos, tentando afastar a imagem ruim que sentiu estar se formando em sua cabeça sobre sua matilha. Haviam coisas mais importantes a serem tratadas do que com quem seus novos companheiros haviam trepado ultimamente.

A Doninha estava tão decepcionada com a matilha que, mesmo após repetidas súplicas, manteve-se irredutível, decidindo deixá-los, o que era perfeitamente compreensível. Os espíritos eram temperamentais e lidar com eles não era uma tarefa das mais simples. Momentos depois, a Doninha desapareceu. Estavam sós.

Quando Phillip tenciona invocar o espírito do Unicórnio, finalmente, o Presas sente-se à vontade o bastante para se aproximar. Sem dar palavra, apenas assentindo amistosamente para os presentes, aproximou-se do Unicórnio com um olhar calmo e um sorriso.

"Chiminage."

- Obrigado por nos atender neste momento de grande necessidade. Nossa matilha está debilitada devido à luta travada contra a Profanadora, e acredito que Drink-No-Abismo tenha investido tudo de si nesta batalha. Então gostaria de oferecer em seu lugar, em gratidão, uma parte de minha própria essência espiritual. Aceite, por favor.

Fora o Fianna que conjurara o espírito, e talvez ele julgasse intromissão da parte de Igor oferecer sua Gnose. Mas as coisas já estavam complicadas demais com os espíritos naquela noite e ter um espírito poderoso como o Unicórnio de bom humor com sua matilha valia mais à pena que a avaliação de Phillip, no momento.

*OFF: Doa 1 ponto de Gnose para o Espírito.

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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Hrist Thordsvedt em Seg Out 27, 2014 12:06 am

Hrist conhecia as profecias sobre seus filhotes, mas parecia ter sempre algo novo para deixá-la ainda mais preocupada. Sabia que seus filhos poderiam pender a balança do futuro das tribos, mas ela sempre pensara que poderia alterar isso de alguma forma...Pensava no tipo de educação que poderia dar, nos ensinamentos vitais que usaria para edificar o caráter daqueles impuros, mas agora descobrira que apenas poderia ajudar ao fortalecer "sentimentos positivos".... E Hrist se conhecia o suficiente para saber que era mais fácil destruir a própria Wyrm com seus dentes.

Porra... Eles estavam condenados.

A julgar pelas últimas noites, por esta em especial e pela próxima, quando iria ajudar a julgar a Arautos-do-Trovão, era provável que até o final da semana um dos filhotes já teria comido o outro. Ela leva a mão às têmporas, sentindo-se zonza com tanta informação...E a Doninha ainda iria abandonar a matilha. Aquela noite não teria fim.

E então a explosão de alegria de Julian a faz perceber que Mayra estava grávida também... Bom, aquilo era esperado. Se ela engravidara em uma única noite, imaginava que um casal há tanto tempo junto acabaria passando por isso inevitavelmente. Ela daria à eles a chance de falarem com a seita por eles mesmos, mas teria que exercer sua função de augúrio mais cedo ou mais tarde... Mas por hora, não deixa de abrir um leve sorriso para aquela cena. Eles tinham um ao outro... e ela, mais do que qualquer um ali, sabia o quanto aquilo era essencial naquela hora.

Mas ela não podia sentir pena dela mesma. Ela nunca mais faria isso, nunca mais. Não depois do que Fenris lhe dissera, não depois da lição que aprendera com seu Totem.

Ela respira fundo, faz uma mesura respeitosa para o totem antes dele ir após uma avalanche de "desculpe". Aqueles Garou pareciam não conhecer como pensavam espíritos da Guerra...E isso talvez fosse mais um assunto para a já extensa pauta que precisavam discutir. Mas antes de qualquer coisa, Philip invoca o Unicórnio para curá-los e ela lança um olhar agradecido ao Fianna, dizendo tanto para ele quanto para o espírito:

- Obrigada....

E então toca o espírito, abrindo espaço para que os outros pudessem fazer o mesmo. Era realmente um animal belo o totem dos Filhos de Gaia. E então, uma vez curada, Hrist respira fundo...queria se manter tranquila devido à profecia da Doninha, mas precisava começar a colocar as coisas em ordem. Ela se volta para Nicole em voz baixa e, com uma aparente calma porém seriedade, lhe diz:

- Qual sua deformidade de nascimento?

Seu jeito não era desagradável, mas certamente sua pergunta seria. Talvez um problema mental pudesse explicar aquela aberração e preferia saber isso antes de começar a pegar no pé das pessoas.

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Kiba Valentine (Crinos) - Esquadrão da Fúria

Mensagem  Kiba Valentine em Seg Out 27, 2014 6:20 am

O Presa de Prata ve que Drink havia conseguido invocar o espírito do Unicórnio sem maiores problemas desta vez.

Por mais que estivesse bastante sujo de sangue o Ahroun avalia o próprio corpo em busca de ferimentos problemáticos, mas não encontra nada alem de alguns arranhões superficiais.

Ele aproveita e se recosta em algum lugar para observar a matilha enquanto se curavam. Seu olhar final para em Hrist, que conversava com a Fúria Negra recém-chegada. Imaginava que, de todos os ali presentes, a cabeça da Fenrir deveria ser a mais confusa em relação a tudo que havia acabado de acontecer.

Queria conseguir conversar com ela, mas aquela não era a hora e muito menos o lugar. Aguardava então em silencio observando a distancia como tudo parecia tão pequeno dali de cima.

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Cabelinho de Fogo (Crinos) - Esquadrão - Unicórnio

Mensagem  Paulo Pereira em Seg Out 27, 2014 6:56 am

A ida da Doninha é sentida por cabelinho como se parte de suas habilidades desaparecessem. Realmente a Doninha os abandonara e parte da culpa era sua. Toda sua. Cabelinho deita com a barriga para cima, observando o céu noturno e pondera se ele deveria ter entrado para aquela matilha sendo que desde que chegara arruinara tudo. Teve vontade de choras a perda do totem, mas a Doninha não ficaria feliz com isso, ela era forte, poderosa e não gostava de chororô. Falando mais para Esquecido do que para a matilha em si ele diz:

-Desculpa Esquecido. Parte disso foi minha culpa. Desculpa mesmo...eu não queria...

Resolveu parear de chorar. Tinha perdido Dimas e Dereck e agora perdiam a Doninha. Drink é direto e fala sobre não chorarem. Cabelinho estava muito ferido e com muita dificuldade se aproxima de Drink enquanto ele esmagava alguma coisa.

”Coisa de Theurge.....quero aprender.....”

Cabelinho imaginou que Drink invocaria o urso, porque dos espíritos que Cabelinho vira até o momento, o Urso pareceu o mais legal e amável e o Guaxinim também. Só que duvidou que o Guaxinim poderia curá-los. Mas ele invocaria o Unicórnio. Cabelinho nunca tinha visto um e esta seria uma chance rara. Lembrava de alguns cavalos em algum lugar que tinham tubos de papel higiênico colados na testa. Mas onde tinha visto isso ele não se lembrava. Talvez fosse coisa da sua cabeça louca.

Quando o Unicórnio aparece, o Ragabash fica boquiaberto. Seus dentes estavam visíveis e a luz que o Unicórnio emanava era enorme. Meio com medo de tocar o espírito ele o fez mesmo assim. Sentiu suas dores desaparecerem e seus ferimentos se fecharem. Era um alívio muito bem vindo. Ainda em Crinos ele disse:

-Obrigado por me curar Unicórnio. Você é tão lindo....tem uma luz tão linda.

E acariciou a crina do Unicórnio. Igor também se aproxima e doa Gnose para o Unicórnio. Cabelinho nem sabia como era doar gnose para um irmão de matilha, imagina para um espírito? Olhou fascinado para o Unicórnio, para Drink e para Igor. Hrist também se aproxima do unicórnio para ser curada e depois o deixa, Cabelinho continuava a acariciar a crina do espírito visivelmente hipnotizado e fascinado.

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Unicórnio - Matilha Esquadrão da Fúria

Mensagem  Narrador em Seg Out 27, 2014 7:55 am

O Espírito Unicórnio olha para Igor e recebe a Gnose do Presas de Prata. Toca com a ponta do seu chifre no Presas de Prata, que sente uma boa sensação tomar conta de seu corpo. Era revigorante. O espírito retribuía a gratidão e então, após curar todos que tocavam nele até o momento, indaga:

'- Mais alguém precisar de cura?'
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Hrist - Esquadrão

Mensagem  Convidado em Seg Out 27, 2014 8:31 am

"- Qual sua deformidade de nascimento? "

Aquele momento me deu uma nostalgia no estomago, a cria de fenris me fazendo uma pergunta direta, não sabia se fenris femininas eram fadadas a conversas, muito pelo contrário, o pouco que sabia era que eram mais severas do que outros e ainda mais sendo a juíza, acho que essa pergunta era inesperada e talvez viesse a acarretar problemas, mas enfim, respiro fundo, engulo um seco e respondo cordialmente, por hora não tinha da a temer.

-Oi, ehhh, minha deformação é a a loucura, tenho acessos de loucura.

Como iria explicar, que tinha uma perturbação, que era bipolar, que tinha alterações bruscas de humor, de sanidade. Enfim, melhor coisa era ser mais sucinta possível.

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Philip

Mensagem  Philip Telford em Seg Out 27, 2014 8:59 am

O Theurge vê que sua invocação havia sido bem sucedida, o Unicórnio surgira ali pronto para curar a todos. Igor se aproxima para doar Gnose ao espirito. O Fianna olha para ele e acente com a cabeça, agradecendo pela doação que ele próprio não poderia fazer no momento.

Cabelinho parecia encantado com o Unicórnio, e o Theurge, pelas costas de Cabelinho, joga um de seus braços ao entorno do Garou, rindo, e então também acaricia o espírito, ele também precisava de cura, e queria agradar aquele que os ajudara sem pedir nada imediato em retorno.

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Cabelinho de Fogo - Drink no Abismo - Esquadrão - Unicórnio

Mensagem  Paulo Pereira em Seg Out 27, 2014 9:07 am

O espírito unicórnio perguntava se mais alguém precisava de cura e Cabelinho sente o braço de Drink passando por trás dele e tocando o espírito que era muito belo. Ainda acariciando o unicórnio, Cabelinho se vira para Drink:

-Drink no Abismo....como é esse negócio de doar Gnose? Eu consigo fazer isso?

Olha para o espírito de novo e depois para Philip:

-Ele é lindo...não é?

Nem estava prestando a atenção em Hris e Nycole. O unicórnio era de longe muito mais fascinante. E ele retorna a forma hominídea já que não precisava mais da forma Crinos para curar os ferimentos.


Última edição por Paulo Pereira em Seg Out 27, 2014 10:19 am, editado 2 vez(es)

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Philip - Cabelinho

Mensagem  Philip Telford em Seg Out 27, 2014 9:25 am

O Theurge vê uma oportunidade para ensinar algo, e aquele moleque precisava e mais que isso, merecia aprender tudo que podia. O Fianna ajudaria como podia. Com a paciencia de um professor e o tom serio, mas não rude, não dessa vez, Philip responde, maravilhado com a pureza de Gaia que ele queria passar para Paulo.

"- Imagina que tua Gnose é sua ligação com Gaia, ligação cas coisa bonita, bela, com as beleza do mundo, com tudo que é puro e bom, pensa em tudo de bão que tu já viu e se concentra nisso, se foca nisso dentro docê, no seu coração. A ligação de cada um com Gaia é diferente, mas sempre dá pra aprende, toda vez que tu vê um espirito puro como esse Unicornio, tu vê a própria Gaia materializada, tua Gnose materializada."

Philip tocava o Unicornio nas costas enquanto mostrava para Cabelinho a essencia do espirito.

"- Se tu ainda tem um tico de Gnose em ti piá, e se concentra bem em comunhão com o espírito, querendu de coração compartilhar seu espírito com ele, tu vai doar tua Gnose pra ele piá."

Termina sua fala esfregando os cabelos mal arrumados de Paulo.

"- Se tu conseguir te ensino depois a meditá pra recuperá sua ligação com a Mãe."

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Cabelinho de Fogo - Drink no Abismo - Esquadrão - Unicórnio

Mensagem  Paulo Pereira em Seg Out 27, 2014 10:23 am

Cabelinho presta a máxima atenção nas palavras de Philip e tenta memorizá-las, o que não era difícil ao Ragabash, mas sem deixar de acariciar o Unicórnio. A explicação de Drink era muito didática e saber como a Gnose realmente funcionava era bem legal. Mesmo estando ali, logo depois de serem abandonados pela Doninha, era possível aprender alguma coisa.

-Entendi....então o Unicórnio é a minha Gnose que tomou forma e que também é uma parte de Gaia? Ou seja....minha gnose é Gaia e Gaia é minha gnose? Que legal saber isso...

Sobre a explicação da doação da Gnose, Cabelinho entendeu. Então ele fecha os olhos e se concentra em criar uma ligação com o espírito de seu jeito. O sentimento de perda para com a Doninha ainda existia, mas ele sente-se bem.

-Eu me concentrei e parece que deu certo....

Olhou para o Unicórnio e para Drink, satisfeito. Achou que ser Theurge era bem complicado para ter que saber tanta coisa sobre espíritos e tals. Drink descabela Cabelinho ainda mais e ele mostra a língua em tom de brincadeira.

-Claro....quero aprender a recuperar ela.....será que consigo aprender a cura que você faz com as mãos?

OFF: Doado 1 de Gnose para o Unicórnio.


Última edição por Paulo Pereira em Seg Out 27, 2014 10:26 am, editado 1 vez(es)

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Mayra (Lupina) - Esquadrão da Fúria

Mensagem  Mayra Hildebrand em Seg Out 27, 2014 10:24 am

Ainda na forma lupina, a Fianna sentia o peso de mais uma vergonha para a matilha. A Esquadrão da Fúria era abandonada pelo seu totem. Kiba e Kor se unem à Cabelinho e Julian suplicando pela misericórdia da Doninha, mas depois de sucessivos frenesis, de membros da matilha se auto-flagelarem, da desunião, das brigas, do excesso de baixas nas missões e das quebras do dogma relatadas pela Doninha, como Mayra poderia não achar que o Totem tinha seus motivos? Só restava aceitar, por mais dolorido e vergonhoso que fosse. Por mais pesado que fosse ouvir que a matilha não era capaz de vencer o medo.

*Capaz... nosso totem nos taxou de incapazes... que vergonha.*

Aquela derrota apagava todas as vitórias e deixava a Fianna tensa. Tinha, no entanto, agora, uma vida para cuidar e não podia dar todo seu tempo à Esquadrão como a matilha parecia precisar. Tinha uma vida pra cuidar e uma deficiência para superar em nome dessa vida.

A Ahroun sente a invocação do Unicórnio. Não avista o totem, obviamente, mas sente mais ou menos onde estava e ouvia suas palavras. O diálogo entre Cabelinho de Fogo e Phillip demonstrava claramente que nada havia mudado. Nem com as baixas, nem com a vergonha. Conversaria com Julian sobre isso depois. Aquela inocência que chegava aos seus ouvidos a preocupava muito.

Sem ter o que fazer, já estando curada, Mayra segue quieta no seu canto. Muita coisa fora dita e refletir era uma necessidade.

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Kiba Valentine (Crinos) - Esquadrão da Fúria / Unicórnio

Mensagem  Kiba Valentine em Seg Out 27, 2014 3:04 pm

Kiba estava esperando que seus amigos terminassem de ser curados quando um rapido pensamento lhe vem a mente. O Ahroun então se levanta de onde estava encostado e se aproxima de seus companheiros e do espirito Unicórnio.

Diante do animal o Ahroun faz uma reverencia e diz:

- Grande espirito... Sou Asa Solitária, Ahroun, Cliath dos Presas de Prata... Gostaria de lhe fazer uma pergunta...

O Presa de Prata da tempo para ter a atenção do espírito e diz:

- Nossa amiga Voz de Taramis foi atacada nesta missão por um Rastejador Nexus que lhe tirou a visão... Você poderia nos ajudar? Ou conheceria algum meio, qualquer um, de cura-la? Faremos o que for preciso...

O Ahroun esperava que o espírito ao menos pudesse lhes dar um norte do que fazer, já que nunca viu nada parecido. Unicórnio era um espirito de cura, um dos mais poderosos, se havia alguem que poderia lhes dar uma resposta provavelmente era ele.

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Unicórnio - Matilha Esquadrão da Fúria

Mensagem  Narrador em Seg Out 27, 2014 3:13 pm

O espírito recebe a doação de Gnose de Cabelinho-de-Fogo e imediatamente toca com o chifre o Roedor que sente seu corpo ser invadido e tomado por uma deliciosa sensação de paz de espírito. O totem dos Filhos de Gaia olha para o Presas de Prata que o indagava e responde:

'- Não ser possível curar o que não ser ferida. Nem do corpo e nem do espírito. Na Pangéia, perto de mim, existir Fonte da Saúde, mas fonte só curar feridas, olhos de Voz-de-Taranis não estar feridos.'
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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Declan Konietzko em Seg Out 27, 2014 4:35 pm

Sombra Fatal - Todos

Declan ainda estava queimado pelo fogo do Dragão, então no momento que unicórnio é invocado o Garou se levanta e caminha até o espírito e com bastante calma acaricia a crina do mesmo e diz:

'-Obrigado por nos ajudar, poderoso Unicórnio.'

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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Hrist Thordsvedt em Seg Out 27, 2014 8:00 pm

É, "loucura" poderia ajudar a explicar ser uma ofensa ás leis mais básicas de Gaia...mas infelizmente nada do que Fúria-Negra diz como sendo sua deformidade de nascença sequer chegava perto de ajudar. Ele era, de fato, uma aberração... e não porque nascera assim, mas porque queria. E isso deixava a Fenrir muito irritada.

Ponto a mais para o bebê-capeta.

Hrist capta a conversa que rolava paralelamente, a explicação do Theurge, a inexperiência do Ragabash que aparentemente nem sequer fora treinado antes de se tornar Cliath...E entende como Mayra ficara cega. Era mais fácil lidar com aquilo agora e desejava dar a boa nova, mas não podia interromper sua conversa para se intrometer em outra, por mais feliz que tivesse ficado por Mayra com aquela informação...Tinha seu dever para cumprir primeiro.

Ela respira fundo, Nycole pode sentir o quanto aquilo não era simples para a Cria de Fenris que obviamente não gostava daquela situação só que tinha que tentar ficar calma de qualquer forma. Hrist diz com voz séria e firme:

- Você omitiu sua natureza de nascença quando se apresentou, Fúria-Negra, e isso foi um erro que você corrigiu tardiamente após o Theurge ter sábia e discretamente lhe ajudado. Mas há mais que você está omitindo desta matilha e não sei de onde veio ou como foi criado (sim, no masculino) mas isto é só o começo do quanto esta situação está errada. Não vou entrar neste mérito agora porque, como você pôde ver, a Esquadrão tem problemas demais para ter que lidar com este tipo de situação também. Seus irmãos e irmãs têm o direito de que os trate com sinceridade independente de quão ruim seja a situação...e se fingir de mulher é uma ofensa bem grande à natureza que Gaia equilibrou para ser considerada uma destas situações em que sua matilha precisa estar ciente. Você pode falar com eles você mesmo ou pode deixar que eu falo, mas se porte com alguma dignidade e com respeito daqui para frente.

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Kor Yance McDonell (Hominídeo) - Todos / Doninha

Mensagem  Kor Yance McDonell em Ter Out 28, 2014 1:19 am

Não adiantou. Todos que pediram pra ficar, não adiantou o pedido. Doninha estava visivelmente decepcionada e pelo visto nada do que oferecessem ia mudar sua decisão, nem mesmo um ritual de constrição como Philip havia sugerido. Era triste aquilo. Perdiam um Totem importante com um dogma muito difícil de ser seguido diante de um inimigo como haviam enfrentado. A Doninha deveria levar isso em consideração e até tentou dizer, mas não adiantou e restava agora seguir em frente de cabeça erguida e procurar outra benção, porque aquela não sentia mais.

Eis que então Philip saca do bolso algumas ervas e começa amassar dizendo que quem estivesse ferido, seria a hora para curar. Já era a tempo. Seus ferimentos doíam muito e apesar de tentar disfarçar ao máximo sua dor, muitas vezes retorcia a boca. A invocação foi bem sucedida e Kor aguardou o momento necessário, após todos se curarem. O unicórnio ainda indagou se havia alguém mais e nesse momento, Kor disse.

- Eu, nobre Unicórnio.

Se aproximou esticando sua mão o tocando e sentindo suas feridas serem totalmente curadas.

"Por Gaia... como é bom estar novo em folha."

Concluiu.

- Obrigado nobre Unicórnio.

Curtia aquela sensação enquanto via Cabelinho juntamente com sua inocência soltar uma perguntas cabeludas a Philip. E como sempre, pareciam que cuidavam de uma criança, mas Cabelinho era uma criança. Havia se esquecido desse detalhe. Não duvidaria se empolgasse tanto com o Unicórnio e montasse nele logo mais querendo dar uma volta. Com o Urso de Dimas o infeliz quase teve um treco, só faltou pedir pra dormir abraço, imagina com a porra de um Unicórnio. Ia querer voar!

Cruzou os braços voltando pro seu lugar nota Hrist conversando com uma desconhecida. Na verdade, haviam dois e não precisava ser nenhum vidente para saber que eram novos integrantes da matilha. Kor ainda não havia se apresentado a nenhum, mas em uma primeira vista, se espantou com a quantidade de músculos daquela loira e tinha também o outro cara, que parecia ser normal. Tratou logo de se apresentar. Se eles estavam ali, provavelmente era porque era da matilha. Estava enrolado conduzindo a cerimônia dos falecidos e por isso talvez não pode pegar a apresentação deles. Foi logo corrigir o seu atraso.

- Desculpem me. Estava conduzindo a cerimônia daqueles que tombaram em nossa missão hoje e não tive tempo para me apresentar devidamente para os senhores.


Focou nos dois novatos e logo dizendo.

- Kor Yance McDonell, Galliard Fostern dos Senhores das Sombras dos Senhores do Cume e porta-voz dessa matilha com muito orgulho quando necessário. Seja bem-vindos à Esquadrão.

Voltou a atenção para a Loira bombada. As palavras de Hrist faziam certo sentido. Apesar de não ir muito com a cara da Juíza por conta do passado e das tretas, tinha que concordar que ela tinha razão. Não sabia nada da primeira apresentação da loira, nem se quer seu nome, mas de acordo com o relato de Hrist, ela carregava um pinto entre as pernas.

" Se fingir de mulher... Aí é foda... Já é enganação demais..."

Concordava com Hrist que aquilo era uma ofensa. Estava ofendido por achar que ela era mulher e descobrir pelos outros que era homem. Se havia nascido com um órgão reprodutor masculino, significava que era homem, porque diabos se transformaria em um traveco? Talvez fosse esse o pensamento de Hrist e a justificativa da ofensa. Fez então um comentário sobre aquele assunto enquanto a loira bombada traveca não se manifestava.

- Está cada vez mais frequente a presença de mulheres com grandes músculos por aqui. Ontem mesmo tinha uma que pertencia essa matilha que se parecia muito com você - acenou para Nycole - Era também uma Fúria Negra. O nome dela era Ingvild, mas confesso que não entendo porque alguém negaria o próprio sexo a ponto se transformar em uma mulher e também confesso que fiquei intrigado com essa informação. Digamos que estou curioso...

Sorriu para Nycole. Estava sendo simpático, e talvez também irônico. Seu tom de voz era normal. O fato é que poupou muitas palavras e havia feito aquele comentário para saber qual era a explicação dela.

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Unicórnio - Matilha Esquadrão da Fúria

Mensagem  Narrador em Ter Out 28, 2014 8:09 am

Todos ouvem o uivo de Ira-de-Thor convocando as matilhas que participaram das missões, e quem mais quisesse assistir, à comparecerem à Clareira Central para a mini-assembleia de Renome.

O Totem do Caern balançava sua cara a cada vez que alguém lhe agradecia ou falava consigo. Era simpático com todos. Após curar Kor, o espírito pergunta mais uma vez:


'- Mais algo com que Unicórnio poder ajudar Esquadrão da Fúria?'
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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

Mensagem  Convidado em Ter Out 28, 2014 8:31 am

AFFFFF, Uó!

Sabia que essa loira aguada caolha iria começar a confusão, era uma fenrir, na hora de revirar os olhinhos e dar a perereca ela soube, mas não perdeu tempo para poder apontar o dedo pra mim, claro, é a juíza, claro a nobre e honrada cria de fenris que tá carregando em seu ventre dois impuros, aponta o dedo pra mim e fala você é uma aberração de zoologico, mas não pega a porra do espelho e vê que ela tá bem errada antes de julgar qualquer um, mas claro, com essa porra desse olho caolha, ela não deve ser adepta do espelho. Pra não bastar, vem o engomadinho que fala demais e agora explanou o babado, enfim, já era tarde pra ter que revelar minha opção. Olhando seriamente pra Hrist começo a falar, ponderadamente:

-Foi um erro não ter falado que era impura, minha raça, mas devidamente corrigido, óbvio que não poderia fugir ao seus olhos e concordo com você, não contar aos que estão comigo sobre meus segredos é bem chato mesmo, vi isso quando todos souberam que você está esperando um impuro, enfim, não é da minha conta, cada um com suas penitências, sua própria cruz.

Me dirijo ao centro, olho para Kor e falo seriamente.

-Não achei que seria necessário ou levantada tal questão, mas já que a juíza levantou sobre transparências e segredos que devem ser prontamente revelados e Kor me indagou perante a todos, vou falar pra ficar bem aberta a questão. Meu nome é Filha-de-afrodite, fúria negra, impura, cliath ahroun. Mas também sou conhecida como Filho-de-hermes, impuro, fúria negra, cliath ahroun.

Dou uma respirada e faço uma breve pausa, para continuar a falar, sem olhar para ninguém, apenas para meus pés e o penso rapidamente: tenho que procurar uma manicure, minhas unhas estão horríveis, logo meu pensamento se dispersa e volto a falar:

-Não preciso da aprovação de ninguém aqui, mas quero apenas que respeitem minha opção, o que faço ou deixo de fazer na minha intimidade é problema meu, aliás sou impura, infértil, então não precisamos entrar em qualquer discurso de procriação, porque eu não reproduzo, não posso gerar filhotes, menos uma ladainha para eu escutar, se querem fazer discursos sobre natureza e qualquer outra merda, podem fazer, mas não foi por minha causa que perdemos totem, então, sou o menor dos males daqui.

Estava visivelmente nervosa, era tenso esse assunto e ainda me perguntava, porque cai em uma matilha que tinha fenris, esses pau-no-cu-do-norte eram a coisa mais chata  que existia na face da terra.

Era escutado o chamado, esperava alguma resposta para poder partir.

Convidado
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Re: [CAERN] Zona Montanhosa

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