Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

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Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

Mensagem  Vincent Lyon em Qui Nov 21, 2013 10:07 am

Mansão localizada no Jardim Botânico. Local silencioso e reservado. A mansão é muito suntuosa e possui muito verde. A segurança é feita por câmeras internas e externas. A casa principal possui uma biblioteca dedicada exclusivamente a livros de arte, 4 suítes, 6 quartos, cozinha, sala de estar, sala de jantar e piscina. O porão da mansão possui uma sala de jogos, bar e uma pista de dança para festas mais reservadas.

A construção menor é um ateliê pessoal de Vincent, onde ele cria sua arte.

A mansão Lyon foi projetada pelo arquiteto Francisco Eduardo Hue, e decorada por Antonio Neves da Rocha.




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Vincent - Natanael

Mensagem  Vincent Lyon em Qua Abr 23, 2014 6:52 am

O carro emprestado de Terry já adentrava a garagem da mansão. A carniçal do Toreador se aproxima e o recebe com um beijo no rosto. Quando ela vê que Vincent estava acompanhado ela fica um pouco sem graça e se apresenta à Natanael. Vincent apenas diz à ela:

-Querida....este aqui é o Primógeno Toreador, Natanael Lacerda. Poderia por gentileza encaminhá-lo aos meus aposentos que logo subirei. Deixarei algumas tarefas para você fazer durante o dia. Amanhã, no começo da noite teremos a reunião do clã Toreador aqui. Quero que tudo fique perfeito.

Sorriu e afagou os cabelos da carniçal que conduziu Natanael imediatamente aos aposentos de Vincent. Vincent por sua vez permaneceu alguns minutos na sala de estar e escreveu algumas coisas para sua carniçal(Via mensagem ao Narrador). Depois subiu ao seu quarto, despiu-se e se juntou à Natanael em seu aposento. O sono viera tão rápido que não houve tempo de "brincarem".

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Re: Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

Mensagem  Narrador em Qua Abr 23, 2014 8:06 am

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Vincent - Natanael - Alanis

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Maio 09, 2014 7:26 am

O sono tinha sido uma dádiva merecida depois da noite anterior com todo o fogo, sangue, ataques e a morte da diabinha Claudia Denbrought. Vincent abrira os olhos e suspirara, mesmo sem necessitar disso, para perceber realmente que ainda estava não vivo. Sentira o toque de outra pessoa em sua cama e quase havia se esquecido que Natanael dormira com ele.

A única coisa que não o agradara era que não houvera tempo para diversão na noite anterior. Haviam chegado tarde demais e o sol quase os beijara nos jardins da residência Lyon. Quando Vincent chegara à cama, Natanael estava em sono profundo e ele desmaiado não tinha nenhuma utilidade para o Toreador.

Afagou os cabelos de Natanael sem desejar acordá-lo. A noite anterior tinha sido muito tensa e não seria o pintor que acordaria o poeta. Nu, levantou-se da cama e caminhou até a porta de seu quarto. Alanis estava do lado de fora, solícita como sempre. Vincent abriu um imenso sorriso à ela e proferiu em meio a um sussurro:

-Minha querida....boa noite. Bem....mande cinco mortais que foram contratados para o meu quarto. Quatro mulheres e um homem. Todos nus.....confio em seu bom gosto.

Beijou-a na bochecha e adentrou em seu quarto novamente. Encostou a porta e formando um quadrado com seus dedos, tentava enquadrar Natanael, a cama e uma parte do quarto, proferindo:

-Perfeito! Seria um quadro perfeito do amante. Uma arte que poderia destroçar a visão até dos mais vigorosos de espírito. Uma pena que meu tempo seja escasso no momento e meu material de pintura não esteja aqui. Que lástima....que lástima. Espero ter outra oportunidade para concluir esta obra.

Aproximou-se da cama e beijou a cabeça de Natanael de leve. Não desejava acordá-lo.

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Natanael - Vincent

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Maio 09, 2014 8:29 am

"O fogo o cercava por todos os lados. Acima, uma claridade imensa ia deixando o céu cada vez mais claro anunciando que o Sol logo chegaria. Abaixo de seus pés estava uma escuridão sólida, palpável e quando gritou, sua voz não fora ouvida. Ficou sentindo o calor do fogo e o medo do Sol, mas sem se entregar à Besta. Estava desesperado e clamava por nomes, ora de Victoria, ora de Vincent... o tempo parecia não transcorrer. Estava ali, preso, há horas, e a Fome amaldiçoada rugia feito um leão de dentro dele."

Foi quando sentiu o beijo de Vincent e despertou. Olhou diretamente nos olhos azuis do poeta e viu sua pele branca, desnuda. Isso já fora o suficiente para espantar o pavor do pesadelo. Sorriu com a cena. Vincent parecia um anjo. Mas sua ferida, já menor, ainda doía. Suas roupas rasgadas e chamuscadas ainda estavam em seu corpo e sujavam o lençol branco da cama de casal. Sem dizer nada, ele puxa Vincent para si.

Estava extremamente faminto. Seu carniçal devia estar ali apenas aguardando para entrar com as Três Marias. O que Natanael queria era morder o pescoço rígido de Vincent e deixar que uma veia ficasse à mostra para se alimentar da Vitae do poeta. Mas se conteve e, ao puxar seu amante, não dirigiu sua boca ao pescoço dele, mas aos seus lábios.

Off: curei 1 de dano agravado.

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Narração - Natanael Lacerda

Mensagem  Narrador em Sex Maio 09, 2014 9:02 am

Natanael sentia agora fome. Muita fome. Uma fome tão grande que se não fosse saciada logo poderia trazer problemas...
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Vincent - Natanael - Alanis

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Maio 09, 2014 11:17 am

Seu beijo, infelizmente acordara seu amado. Esta não era a intenção de Vincent. Desejava que Natanael descansasse mais um pouco. Sorriu gentilmente ao poeta que possuía a pele mais quente que poderia tocar, quase igual a de um mortal. Iria abrir a boca quando Natanael, ainda com aquelas roupas horrendas que faziam lembrar do inferno do qual passaram, o puxa para si.

Riu gostosamente do ato de Natan. E tinha percebido também o ferimento no braço do amante. A diabinha tinha conseguido ferir seu amado e portanto ganhara a devida morte final. Não se vangloriava de ter findado a não vida da pequena malkaviana, mas agora também não se arrependia. Tinha defendido seu amado da forma que lhe caberá no momento.

Assim que a boca de Natanael tocou os lábios de Vincent ele deixou-se aproveitar o momento. Estava de certa forma preocupado com a situação de Natanael, mas não sabia exatamente como aquele ferimento o tinha atingido. Talvez fosse apenas superficialmente. Beijou-o com sofreguidão, como se fosse um sedento no meio do deserto que encontrara um oásis para extinguir sua sede que o devorava por dentro.

Com as mãos arrancava as roupas de Natanael durante o beijo. Elas estavam quase que completamente destruídas e tirá-las não fora nada complicado. O beijo continuava e em pouco tempo Natanael também estava nu. Duas batidas na porta são ouvidas e Vincent cessa o beijo não sem antes encarar Natanael nos olhos tentando ler seus pensamentos pelas janelas da alma que eram seus olhos.

-Trouxe algo para ti meu amado. Espero que goste.

Desvencilhou-se de Natanael não sem antes afagar os cabelos do belo poeta e seguiu até a porta, completamente nu e sem nenhum pudor. Era Alanis acompanhada de outras cinco pessoas. Mortais caso Natanael pudesse ler auras. Quatro mulheres nuas belíssimas e um homem nu tão belo quanto Vincent e Natanael.

-Obrigado querida Alanis. Senhoritas, senhor...por gentileza...entrem.

Fez um movimento com a mão para que os mortais entrassem e pediu à Alanis:

-Querida....fique à porta por gentileza. Logo vamos terminar aqui e quero lhe apresentar formalmente à monsieur Lacerda.

Fechou a porta e observou os mortais nus com uma cara de quem estava avaliando peças raras em um museu ou apreciando quadros de Van Gogh, Monet, Renoir. Claro que os mortais eram um presente de Vincent para Natanael. Claro que Vincent sabia que Natana estava faminto, mas não eram apenas presentes. Também era um teste ao Primógeno Toreador.

-Querido....eles são todos nossos. Apenas tome cuidado...por gentileza.

Acreditava que seu amado, agora nu, estivesse ciente de que não poderia matar nenhum dos mortais. Caminhou a frente das mulheres e do homem, ficando entre eles e a cama e disse:

-Vamos brincar um pouco.....

Sorriu maravilhosamente aos presentes e se virou para Natanael.

-Quem escolherá primeiro mon amour?

Este era o teste de Natanael.

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Natanael - Vincent

Mensagem  Natanael Lacerda em Sab Maio 10, 2014 10:24 am

Vincent tirava a roupa de Natanael, que o beijava agressivamente. Estava faminto e se segurando muito para não morder o pescoço, ou outra parte do corpo do pintor. Antes de deixar suas presas à mostra, no entanto, Vincent se levanta para atender a porta. Então, quatro belas moças e um belo rapaz entram. Vincent os oferece como mercadoria e Natanael se excita com a cena. Se levanta, com seu corpo escultural completamente nu, e se aproxima com um olhar sádico e sensual. Vincent o encarava, querendo saber a resposta, mas Natanael iria surpreendê-lo. Ele se aproxima de um a um dos mortais. Chega seu rosto próximo ao rosto de cada um deles como se quisesse sentir-lhes o cheiro. Após afastar seu rosto do do rapaz, fala com Vincent e sua carniçal:

_Também trouxe meus próprios brinquedos, mon amour. Quero compará-los e depois te respondo. Querida, mande Julio entrar.

Luxúria. Esse era o sentimento reinante. Julio, seu carniçal, já havia chegado com suas meninas. Assim que a carniçal os permite entrar, três deslumbrantes jovens entram no quarto juntamente com um belo homem. Ele demonstra surpresa com a cena, mas as jovens apenas riem e comentam entre si o que sabiam que estava por vir.

Natanael se aproxima deles, sorri e diz para Julio, acariciando seu rosto barbado e sabendo que Vincent morreria de ciúmes:

_Obrigado novamente, mon cher. Sem você eu não sou nada. Em casa te recompenso, não se preocupe.

Abotoa um botão desbotoado da camisa de seu carniçal e se volta para Marie. Julio saberia que sua recompensa seria a preciosa Vitae de Natanael. O carniçal não participaria do bacanal e, ainda olhando para todos com ar incrédulo, deixa o quarto.

Natanael, perto de suas meninas, olha para Vincent e começa a despir as jovens que permitem, apesar de estarem um pouco nervosas. Eram acostumadas a se deitarem com Natanael e seus carniçais, mas era algo íntimo, quase familiar. Aquela cena arranjada por Vincent, no entanto, era vulgar, digna de um prostíbulo medieval.

_Peço perdão por não aceitar seus belos presentes, mon amour. Você já é meu maior presente! Mas eu prefiro conhecer a procedência de certas coisas antes de usá-las.

Sorria um riso sádico. Vincent tivera boa intenção, mas Natan não sabia se aquelas pessoas conheciam a natureza dos dois, tal como suas meninas conheciam. A Máscara estaria em risco e a saúde de seu Rebanho também, afinal, se ele se alimentasse de alguém doente, poderia passar a doença para aqueles que lhe fornecem alimento. Falando por outras palavras, Vincent não havia deixado claro que os mortais eram seu Rebanho, portanto, Natanael deveria ser cauteloso.

Olhando para a cara de surpresa de Vincent, leva as três meninas para a cama e os quatro, sem convidar ninguém, começam uma verdadeira orgia. Natanael era perito na arte de se alimentar durante um beijo normal. As meninas brigavam para ter seus corpos sugados pelo poeta. Os quatro formavam uma cena única e luxuriosa. Mãos, pernas, costas e bocas estavam por todos os lados, despojados por sobre a cama. Um leve cheiro de sangue sobe ao ar e pode ser captado pelos Auspícios de Vincent, mas os mortais não perceberiam, tamanha era a discrição do Toreador.

Natanael estava imerso, em êxtase de prazer, no ato que iniciara. Não era sexual, não no sentido estrito. No entanto, seus Beijos faziam as meninas exclamarem de prazer. Depois de se alimentar um pouco, Natanael lança um olhar a Vincent e diz:

_Não vão se juntar a nós?

Ao fazer a pergunta, resolve aumentar o desejo dos presentes com seu Fascínio.

Off: tomo dois pontos de sangue de cada uma das meninas e uso Fascínio em todos.

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Vincent - Natanael

Mensagem  Vincent Lyon em Seg Maio 12, 2014 7:28 am

Natanael parecia outro homem. Mais selvagem, mais sensual, mais descontrolado. Isso excita Vincent. Todos ali, com exceção de Alanis que estava do outro lado da porta do quarto, estavam nus. Natanael estava um pouco sujo de cinzas aqui e ali, marcas da vitória da noite anterior.

O poeta chamou os seus para que entrassem no aposento. E Vincent realmente ODIOU o toque de carícias entre o tal Júlio e Natan. Era possível ver em seus olhos um fogo incontrolável crescendo no interior do pintor. Neste momento ele apenas pensava em queimar o tal Júlio vivo, amarrado em um tronco e em volta dele homens e mulheres estariam fazendo sexo e gritando hinos aos deuses pagãos.

A vida do carniçal de Natanael fica em segurança quando ele sai do quarto. O fogo que antes ardia em ódio, fúria e descontrole começa a diminuir como se alguém jogasse um pouco de água na fogueira. Apenas a brasas permaneciam. Vincent cruza os braços e apenas observa. Viu o Primógeno Toreador despir suas meninas e falar com Vincent, que o responde:

-Ah Natan....fique tranquilo quanto a isso. Faça o que desejar e com quem desejar.

Deixou Natanael fazer o que tinha que ser feito. As “meninas” dele e ele foram para a cama e um misto de corpos começara a se movimentar em posições estranhas. Era o ato de se alimentar. Vincent apenas observava. Via que Natanael fingia o sexo com as meninas e se alimentava vez ou outra. Virou o rosto aos cinco presentes, que foram contratados por ele para servir de alimento. Queria ver o rosto deles, como reagiriam.

Depois de um tempo, depois de alguns gemidos de prazer, Vincent sorri ao observar a cama. Ele sente, quando Natanael fala, o prazer exalando em seus poros. Queria se juntar ao cainita, desejava isso desde que o vira no Elísio na noite anterior. Queria MUITO ficar a noite inteira apenas na luxúria, no prazer, no sexo, naquele ar incrustrado de prazeres diversificados. Sabia que os mortais ali presentes não conseguiriam resistir, não como Vincent o faria. Vincent queria se juntar à Natanael, mas Natanael era exclusivo para ele e não o dividira com ninguém em uma cama. Somente com Bianca, a Tremere.

Vincent apenas sorri para Natanael. Olha para seu braço ferido e abre caminho para os mortais adentrarem na cama. O pintor não era um voyeur, muito pelo contrário, ele amava participar de bacanais como aquele. Mas Natanael era só seu, somente seu e ele não o dividiria na cama. Deixaria ele se alimentar o quanto desejasse, só esperava que ele não matasse os presentes ou teriam problemas.

-Agora não......participo depois. Sou muito ciumento e quero exclusividade. Você não pode se distrair muito. Se eu me deitar contigo não o deixarei sair desta cama até o amanhecer. E hoje......temos compromissos importantes para tratar....Primógeno.

Sorriu maliciosamente ao proferir a palavra “Primógeno”. Todos os membros do clã Toreador tinham o endereço da residência de Vincent. Achara uma pena que Xica não tinha conseguido sair da Capela a tempo.

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Bruno - Natanael

Mensagem  Bruno Modenesi em Seg Maio 12, 2014 5:19 pm

O telefone de Natanael toca.

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Natanael - Vincent/ Bruno

Mensagem  Natanael Lacerda em Seg Maio 12, 2014 10:20 pm

Natanael se surpreende com a reação de Vincent, achava que ele gostaria de participar da orgia. Assim que Vincent abre espaço para os demais mortais chegarem à cama, Natanael simplesmente se levanta e, sério, diz em alto som:

_Julio, venha aqui, por favor.

O carniçal, que aguardava do lado de fora, novamente entra no quarto. Ele desvia o olhar de Natanael nu e olha para o chão.


_Julio, meu querido. Já terminei aqui. Por favor, leve as Marias para algum shopping e compre o que elas quiserem. Claro, compre algo para você também. Quero vocês todos sempre lindos para mim. Não demorem muito e, Julio, Victoria chega essa noite e caso eu não consiga terminar minha reunião a tempo, pedirei que você a busque no aeroporto.

Sorria, como se estivesse sendo muito generoso com eles. Julio apenas responde, deixando uma pequena bolsa de viagens preta ao canto da porta:

_Pois não, senhor. E senhor Lyon - a pronúncia dele tinha um forte sotaque espanhol - obrigado por cuidar do senhor Natanael.

Em seguida, olha para as meninas e faz sinal para que elas saíssem. As três já haviam se levantado e estavam terminando de se vestir, animadas com as compras. Os demais mortais estavam sobre a cama, sem reação, afinal, haviam sido dispensados. Depois que seu carniçal e as meninas saem do quarto, Natanael, ignorando os mortais, diz para Vincent:

_Temos muitos compromissos, mon amour, mas eles podem esperar mais um pouco. Por que não me acompanha em um banho, apenas nós dois dessa vez? Nossos convidados esperam nos ver impecáveis e ainda estou com cinzas pelo corpo. Você pode me ajudar a tirá-las... Quanto a eles - se refere aos mortais na cama - nossos convidados poderão aproveitá-los melhor do que eu.

Sorria de um jeito muito sensual ao dizer isso. Natanael quis fazer ciúmes em Vincent e viu que funcionou melhor do que imaginava. No entanto, não queria correr o risco de perder a aliança de Vincent, principalmente por estar em seus domínios. O poeta pega o pintor pela mão e o conduz ao banheiro.

Nesse instante, seu celular toca. Era Bruno. Natanael não se lembrava se havia passado o endereço a ele e não fez questão de se lembrar. A caminho do banheiro, pega o telefone que estava sobre o criado mudo e o atende:

_Boa noite, Senhor Modenesi, já chegou?
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Vincent - Natanael - Júlio - Alanis

Mensagem  Vincent Lyon em Ter Maio 13, 2014 7:19 am

A ação de Natanael o deixa curioso. Vincent, ainda nu, cruza os braços e apenas observa. O tal de Júlio, adentra o quarto seguido do chamado do poeta e Vincent apenas levanta sua sobrancelha, curioso. As palavras de Natanael continham raiva? Decepção? O pintor não tinha como descobrir, pelo menos não ainda.

O que traz Vincent de volta à realidade é Júlio que se dirige diretamente à Vincent, com um sotaque espanhol. Isso desarma completamente o Toreador que descruza os braços e sorrindo profere:

-Não é mais do que minha obrigação monsieur.

Assim que Júlio deixa o aposento com as “Três Marias”, um novo convite é feito para Vincent. Ele sorri ao poeta e responde-lhe:

-Somente nós dois? E como poderei recusar?

Se aproxima de Natanael e o abraça, lambendo seu pescoço avidamente, depois morde-o com carinho, sem feri-lo e beija Natanael na boca, ao fim profere:

-Pensei que tivesse ficado bravo por eu não ter me juntado ao grupo na cama....trouxe-os para ti...imaginei que precisasse.

Tocou de leve o ferimento no braço de Natanael, queria que aquilo desaparecesse do corpo perfeito de seu amado.

-....educado o Júlio não é mesmo?

Esta frase possuía um tom de ciúmes gigantesco. Esta era a intenção de Natanael? Talvez, e se tivesse sido funcionara muito bem. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, Natanael pega na mão de Vincent e os dois seguem ao banheiro. Mas o celular de Natanael toca e ele o atende. Vincent segue à porta do aposento e dá algumas ordens à Alanis. Depois o pintor segue ao banheiro e prepara a banheira para que Natanael e Vincent pudessem aproveitá-la juntos.

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Bruno - Natanael

Mensagem  Bruno Modenesi em Ter Maio 13, 2014 9:46 am

“- Boa noite, Sr. Lacerda. Tô ligando pra confirmar nossa reunião.” – Bruno faz uma pequena pausa como que para aguardar a resposta de Natanael e continua: “- O trânsito não está tão ruim e acho que chego em 10 minutos.”

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Natanael - Bruno/ Vincent

Mensagem  Natanael Lacerda em Ter Maio 13, 2014 11:36 am

Como imaginado, Vincent aceita acompanhar Natanel, depois do beijo. O pintor começa a encher a banheira enquanto Bruno responde. Natanael resolve terminar a ligação primeiro antes de continuar com Vincent:

_Sim, senhor Modenesi. Já estamos aguardando o senhor. Nenhum convidado chegou ainda, mas o senhor será muito bem recebido. Venha com cuidado, pois estamos ansiosos por conhecê-lo.

Sua polidez era impecável. Depois de Bruno responder, Natanael se despede e desliga o telefone, respondendo a Vincent:

_Sim, Julio é meu preferido. O encontrei patrulhando as ruas de Atlanta, mas alguém como ele não pode se expor ao risco da profissão policial. Ele é um bom guarda costas, mas deseja ser Abraçado... pena que além da beleza ele não possua o talento necessário para ser imortalizado... - Para como que pensando e continua: - Quem sabe em algum momento de paixão ardente e descontrolada?

Sorriu olhando para o pintor. Estava se divertindo ao fazer ciúmes nele. Então, se aproxima de Vincent e acaricia seu rosto, de forma mais terna do que havia feito com Julio, e diz:

_E eu nunca conseguiria ficar bravo com você, mon amour. De onde tirou isso? - Sorria - Realmente eu preciso me alimentar, mas prefiro deixar que seus convidados sirvam os demais Toreador. Precisamos de causar uma boa primeira impressão.

Estende a mão a Vincent e o ajuda a entrar na banheira:

_E não precisa ficar com ciúmes de Julio. Já lhe disse que tenho muitos amantes mortais, mas você é o único amante cainita e pretendo que continue sendo por muitos longos anos. Você não?

A última pergunta foi feita com Natanael olhando diretamente nos olhos de Vincent. Poderia ter um duplo sentido. Talvez um convite ao Vínculo. Não seria ruim, depois de algum tempo, conseguir um paramour em quem se pode confiar. Mas, claro, era ainda muito cedo para o Laço... embora a mordida dada no pescoço de Natanael fizesse com que ideias surgissem na mente do poeta degenerado.

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Bruno - Natanael

Mensagem  Bruno Modenesi em Ter Maio 13, 2014 11:55 am

Bruno se resume a um cortês "- OK." e encerra a ligação.

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Narração - Natanael Lacerda

Mensagem  Narrador em Qua Maio 14, 2014 9:04 am

Mal a ligação com Bruno se encerra, o telefone de Natanael recebe uma mensagem de Victoria Ash que dizia apenas 'Mon cher, acabo de pousar no Aeroporto Internacional. Espero poder vê-lo em breve. Beijos, VA'.
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Vincent - Natanael

Mensagem  Vincent Lyon em Qui Maio 15, 2014 7:04 am

Natanael encerra a ligação e se dirige à Vincent, dizendo que Júlio era o preferido dele. O pintor imediatamente, entretido com a banheira, se vira de pronto na direção de Natanael. O ciúme crescia no corpo do Toreador como chamar em palha seca. Vincent se levanta apenas para ouvir que o tal Júlio desejava ser abraçado e que não possuía as qualidades necessárias.

O toque de Natanael não fez com que o ciúme crescente diminuísse. Mesmo sentindo que aquele toque possuía muitas gentilezas. Forçou um sorriso devido aos ciúmes que estava sentindo e proferiu:

-Não sei.....foi apenas algo que pensei. Não se preocupe quanto a isso...existem outros para servirem as outras rosas. Falando em rosas.....infelizmente precisamos conversar a respeito de nosso clã......

O tom de Vincent se torna mais sério. A banheira estava quase cheia e ele se vira para desligar a torneira. Quando se volta, a mão de Natanael estava estendida para ajudá-lo a entrar na banheira. Vincent sorriu. A gentileza de Natanael destruíra a torre de ciúmes que nascia dentro de seu ser.

-Obrigado Natan. Ciúmes? Eu?!?

Deu uma gargalhada que era forçada, mas encarou Natanael nos olhos, assim como o poeta fazia.

-E porque eu sentiria ciúmes? Mas me agrada saber que se preocupa comigo. E desejo ser seu amante por décadas....se for possível por séculos....mas.....gostaria de fazer um adendo a esta questão.....antes de começarmos a conversar sobre o clã....

Já dentro da banheira, estendeu a sua mão para trazer Natanael para dentro da água e continuou:

-...não sei como tocar neste assunto de uma forma que não o desagrade, mas......mademoiselle De Nice parece muito....digamos....interessante não?

Sent-se na banheira e depois estende a mão novamente para que Natanael se sente a sua frente. Ficariam frente a frente dentro da banheira espaçosa.

-Hum......o que acha de.....trazermos ela para nossa cama uma vez......ou se for bom....duas? É que somos Toreador.....e os Toreador interessam-se por diversas coisas em suas não vidas. Claro que....se não aceitar, prometo-lhe que nunca mais tocarei no assunto....

Sua face possuía agora um sorriso malicioso, ardente e carregado de luxúria.

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Natanael - Vincent

Mensagem  Natanael Lacerda em Qui Maio 15, 2014 9:00 am

Uma mensagem chega. Natanael a lê com um sorriso enquanto envia outra mensagem para Julio, seu carniçal:

_Meu querido, deixe as meninas fazerem as compras delas e siga para o aeroporto internacional. Ela chegou. Traga-a para cá. Att.

Em seguida, volta novamente sua atenção para Vincent. O pintor falava que não tinha ciúmes, mas não sabia disfarçar. Natanael estava gostando do jogo e entra na banheira, ficando de frente para ele, mas ajoelhado. Ele pega uma esponja, a molha e ensaboa e começa a esfregar o corpo de Vincent, começando pelos ombros.
Se havia mais mortais para os demais convidados, não se importaria em se alimentar antes de sair do refúgio.

Vincent fala sobre coisas do Clã e Natan se lembra da futura reunião com Linda. Caso ela não entrasse em contato até a meia noite, o poeta o faria.

Então Vincent dá a resposta que Natan queria ouvir. Seriam cônjuges vampíricos de agora em diante. O poeta se assustava um pouco com a rapidez desse romance, mas estava disposto a arriscar. É então que Vincent propõe que Bianca entre na brincadeira. Ora essa! Os dois nem tinham feito nada ainda e Vincent já queria uma terceira pessoa? E ainda aquela vampira... cheinha? Se fosse Xica da Silva, Natanael iria querer buscá-la imediatamente para começar o ménage! Mas Bianca? Bom, seria uma grande ajuda para o Clã fazer alianças com os Tremere e Vincent estava interessado nela. Caso fizesse a vontade do pintor agora, poderia pedir que ele aceite outros "convidados para cama" mais tarde. Quem sabe aquele Brujah americano que estava na reunião de ontem? Ou talvez a magnifica e extremamente... como os jovens de hoje dizem? Gostosa e apetitosa Beatrice... Durriex seria uma boa opção também, com sua face andrógena satisfaria os duplos desejos de Natanael. Mas Xica, definitivamente, era a que despertava mais a libido morta do poeta. Praticamente toda a Corte vampírica passou pela imaginação do Degenerado antes dele abrir um lindo sorriso e responder a Vincent:

_Você pode me propor o que quiser, mon amour. Mesmo que façamos essas brincadeiras, seremos sempre fieis um ao outro. Se a senhorita De Nice é do seu agrado, farei o meu melhor para que seu prazer seja dobrado... podemos convidá-la assim que você quiser.

Vincent explicava tudo com o fato de serem Toreador. Pobrezinho... Natanael era volúvel e devasso muito antes de cair nas graças do Abraço. Se Vincent tinha tanto pudor ao levantar a questão do possível enlace com a Tremere, seria bom que ele não conhecesse ao fundo o passado do poeta...

Off: Narrador, Julio vai buscar VIctoria e relatar que o Natanael aguarda convidados, por isso não pôde ir. Ela conhece bem o carniçal dele.

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Vincent - Natanael

Mensagem  Vincent Lyon em Qui Maio 15, 2014 12:15 pm

O pintor apenas aproveita a esponja que percorria seu belo corpo. Natanael falava com ele, mas estaria mesmo ali? Sorria ao poeta sem dizer absolutamente nada. Abriu um imenso sorriso:

-Qualquer coisa?

Pegou na mão de Natanael que segurava a esponja e a conduziu até seu membro. Aproximou-se da face de Natanael, e mordiscando a orelha do Primógeno, proferiu:

-Cuidado que eu posso pedir coisas que você não conseguiria me dar....mon amour. Sou bem......como posso dizer.....extravagante.

Era a primeira vez que Vincent chamava Natanael por “mon amour”. A cada instante, a cada momento ele gostava mais do Toreador.

A língua de Vincent passa pela orelha de Natanael, visando excitá-lo, e rapidamente a boca de Vincent toma a boca do poeta lascivamente. Beijava-o e agarrava-o com força. O abraço era gentil e às vezes selvagem. Depois da boca Vincent explora o pescoço de Natanael. Lambia-o, chupava-o, mordicava-o, mas sem feri-lo, sem deixar um único filete de sangue deixar o corpo de Natanael.

Em meio às suas ações, ele murmura:

-E você vai querer quem em nossa cama?

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Re: Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

Mensagem  Natanael Lacerda em Qui Maio 15, 2014 12:57 pm

Natanael sorria e se deixava ser guiado pelo pintor. Extravagante? Até agora Vincent havia sido muito comportado... esse foi o primeiro passo um pouco mais além do normal e mesmo assim, logo após viera o proferimento de um "mon amour". O pintor estava rendido. Natanael não tinha como gastar vitae para reativar alguns impulsos vitais, portanto, o prazer seria puramente psicológico. Ainda era cedo para o Beijo, embora houvesse pensado que Vincent tomaria de sua vitae. Ledo engano...

"Somente você, meu bem, fique sabendo.
Vou lamber e te morder como um cruel vampiro
Meu corpo dentro do seu, você me recebendo
Depois das idas e vindas, gozo, paro, suspiro."

Foram as únicas palavras proferidas, espaçadas, em meio aos beijos. Permanece na luxúria, se entregando aos beijos do outro Toreador e fazendo os dois corpos se entrelaçarem. Percorre, com beijos, o pescoço, o peito, a barriga do pintor e continuava descendo... até que, abruptamente, se desvencilha do pintor e, sem proferir maiores explicações, se levanta e sai da banheira, pegando uma toalha branca e já se envolvendo nela.

_Perdão, mon amour. Mas temos convidados chegando. Se não se importa, podemos continuar mais tarde...

Falava em tom carinhoso e sedutor para que Vincent não pensasse ter feito algo de errado. Depois, vai saindo do banheiro envolto na toalha e começa a se vestir com as roupas trazidas por Julio. Os mortais estavam sentados, conversando, e se assentam quando o Toreador entra. Natanael os ignora, retira a toalha e se veste, sem se importar com eles.

Saberia que Vincent poderia se irritar com sua atitude inexplicável. Mas ele era assim, volúvel e instável. Esperava que Vincent saísse do banheiro e fosse atrás dele fazendo escândalo e proferindo ofensas. Era um modo de conhecer melhor seu cônjuge... era um teste.


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Mensagem  Vincent Lyon em Qui Maio 15, 2014 2:53 pm

Por um momento imaginou que Natanael continuaria o que Vincent começara, mas se enganou completamente. As palavras proferidas como um poema eram belas, mas Vincent queria Natanael só para ele, sem palavras, sem pensar muito.

O beijo de Natanael percorre o corpo do pintor como se buscasse alguma coisa. Seu membro talvez? Não, não era isso. Os beijos cessam quando ele se aproxima de seu membro e de repente o poeta deixa a banheira, enxugando-se. Sorrindo maliciosamente, Vincent o responde:

-Ah....o coito interrompido, o prazer deixado para depois....

Viu as costas do irmão de clã deixar-lhe sozinho no banheiro, mas não se enfureceu. Porque ficaria bravo? Os jogos de sedução estavam apenas começando e Vincent teria uma eternidade para fazer o que quisesse com Natanael. Terminou de esfregar-se e levantou-se. Enxugou-se e deixou a toalha de uma brancura inigualável em cima da pia.

Caminhou completamente nu para o quarto e viu que Alanis havia deixado um terno preparado para ele. Olhou para os mortais e sorriu, dizendo à Natanael, sem olhá-lo:

-Vai precisar deles Natan? Ou posso dispensá-los para entreter nossos convidados?

Começou a trocar-se e logo estaria pronto para a festa. Para ele, a reunião do clã era uma grande festa.

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Re: Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

Mensagem  Natanael Lacerda em Qui Maio 15, 2014 4:52 pm

Vincent agiu como um perfeito cavaleiro. E, principalmente, como adulto. Natanael, no lugar dele, teria quebrado a pia, o espelho, teria rogado pragas e maldições... ninguém, absolutamente ninguém deixava o Toreador mimado sem ter o que ele queria. Mas gostava assim. Gostava que os outros fizessem a sua vontade, não gostava de fazer a dos outros...

Termina de se arrumar e responde a Vincent:

_A menina loira pode ficar, os demais você pode deixar para os nossos convidados, mon cher.

Talvez Vincent ficasse com ciúmes por ele escolher o único rapaz ali presente. Seria melhor ser precavido.
Quando os demais mortais saem, Natanael não perde tempo e, mesmo diante de Vincent, se aproxima da garota, a segurando pela cintura com a mão esquerda e levando sua mão direita ao queixo dela. Ela geme, imaginando que iria ser levada para a cama. O poeta começa a beijar sensualmente o pescoço dela, e logo, delicadamente, crava suas presas, levando a moça a um orgasmo. Ele vai se deitando com ela enquanto a suga. Tomando o suficiente para deixá-la desacordada, mas sem risco à saúde. Assim que termina, se levanta, leva um lenço branco à boca para se assegurar de que nenhuma gota ficasse à mostra e se aproxima de uma penteadeira onde pega o perfume mais caro de Vincent e o usa. Depois, pega sua glock e sua bengala e se aproxima de Vincent:

_Posso ajudá-lo a se vestir? Quero você radiante para mim!



Off: 3 pontos de sangue da moça.

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Vincent - Natanael

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Maio 16, 2014 8:40 am

Vincent apenas sorri, muito educado e simpático e se vira para os mortais:

-Vocês ouviram monsieur Lacerda....saiam.

Os mortais os deixaram somente com a presença da loura fatal. Natanael escolhera bem, na verdade MUITO BEM, já que o único homem entre os mortais presentes era um teste para o poeta. Se ele escolhesse o homem mortal, Vincent saberia que Natanael era um pervertido que o trairia na primeira oportunidade. Passara no teste preliminar, mas isso era só um detalhe. Mesmo passando naquele pequeno teste, Natanael poderia ser o pior dos traidores.

Ele respondera a questão que Vincent fizera com um poema. Mas voltaria no assunto depois, não acreditava muito que estaria satisfeito apenas com Vincent na cama. Apenas observou Natanael levar a bela loura à cama e depois dar-lhe o beijo que fizera a mulher gemer de excitação. Aquilo até aguçou um pouco a libido do Toreador, mas se Natanael não desejava brincar por causa dos convidados, o pintor não brincaria.

Depois que o poeta terminara sua alimentação, Vincent segue aos seus perfumes e escolhe um ao acaso, perfuma-se, ainda nu, e percebe a aproximação de Natanael, que também pega um de seus perfumes, o mais caro e se oferece para vestir o pintor.

-Ah oui.....ficarei deveras agradecido pela ajuda...Natan. Ainda mais se o agradar.

Esperou Natanael trocá-lo, o que não demoraria muito tempo. Quando os dois estivessem devidamente trocados, Vincent se vira para Natanael e profere, arrumando o nó da gravata do poeta:

-Está perfeito. Digno de um príncipe. Espero estar a sua altura, apesar de não desejar ofuscar em nada o seu brilho. E lembre-se.....estou do seu lado e sempre vou estar, independente do que possa acontecer.

Se aproximou dele e beijou-o, desta vez na bochecha de forma carinhosa. Sorrindo, caminhou na direção da mulher da qual Natanael havia se alimentado. Observou-a e lambeu o ferimento causado pela mordida de Natanael para que a mordida cicatrizasse. A mortal estava desmaiada e então Vincent, cauteloso, a arruma na cama. Morde seu próprio dedo e deixa uma pequena gota de sangue extravasar e coloca o dedo na boca da mortal. Passa o dedo por toda a boca para se certificar que seu sangue seria ingerido e depois lambe seu próprio dedo.

Caminha na direção da mesa de cabeceira e abre uma pequena caixa. De dentro da caixa retira uma arma de fogo, do mesmo modelo da qual Natanael portava e a coloca dentro de seu terno.

-Acredito que estejamos prontos para receber nosso convidados, não é mesmo?

Sorriu, cobriu a loura e caminhou na direção da porta, abrindo-a e fazendo um gesto de mão para que Natanael o acompanhasse:

-Primeiro você Natan.
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Última edição por Vincent Lyon em Sex Maio 16, 2014 12:00 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Maio 16, 2014 10:44 am

Natanael ajuda Vincent a se vestir. Depois de dizer que não quer ofuscar ao poeta, Natanael iria responder, mas preferiu observar a próxima ação do pintor. Vincent coloca um pouco de vitae nos lábios da moça. Queria criar com ela um vinculo de sangue. Natanael percebeu que havia sido tolo. Não conhecia Vincent direito e já viera para sua casa. Pensou que, por ventura, Vincent poderia ter acordado durante o dia e ter feito o mesmo com Natanael. Ficou preocupado, mas se lembrava claramente de não ter sentido nenhum gosto de vitae em sua boca ao despertar. Além disso, o sentimento que nutria por Vincent parecia verdadeiro e não uma aberração do amor causada pelo Sangue. Ao menos ele queria pensar assim...

_Você não irá me ofuscar, mon cher. Brilharemos juntos!

Sorri e responde isso depois que Vincent abre a porta e lhe dá passagem. Ele sai e oferece o braço para o pintor. Descem juntos as escadas e aguardam a chegada dos convidados.

_Creio que esteja tudo pronto. Depois da reunião, faremos uma festa que ficará na memória de nossa guilda que se funda hoje. Deixe que eles vejam seus belos quadros e eu deixarei que eles ouçam um de meus poemas. Será bom mostrar nossos talentos para que eles não duvidem de nós. Caso algum deles queira, poderá se exibir também...

Se assenta no sofá. Estava muito altivo e tinha certeza de que tudo correria conforme o planejado. Em breve Victoria chegaria ali, para presenciar sua vitória de uma noite.

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Mensagem  Bruno Modenesi em Sex Maio 16, 2014 11:08 am

Depois de algum tempo o carro com Bruno Modenesi aponta na entrada do endereço fornecido por Natanael. A SUV blindada para na entrada do imóvel que, com certeza, tinha o clima oposto ao qual o Toreador se acostumara em seu cotidiano momesco. A Região arborizada e silenciosa poderia levar um desavisado a imaginar que estaria fora da cidade do Rio de Janeiro e de seu costumeiro caos.

“- Esse infeliz marcou comigo num cemitério?” – Pensara alto o Toreador que via o cemitério como a única área da cidade que poderia ser silenciosa dessa forma.

O motorista para no portão de entrada esperando que o acesso fosse liberado ou que alguém o orientasse como proceder.

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Re: Mansão Lyon - Jardim Botânico - Refúgio de Vincent Lyon

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