Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

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Narração - Clã Malkaviano

Mensagem  Narrador em Sex Fev 07, 2014 12:58 pm

Antônio Conselheiro fala para Terry enquanto a discussão com Luna segue:

'- Pode deixar-me na Marina por gentileza?'

O Lunático diz que sim e, enquanto Claudia e Emilie se preparam para descer, o navio atraca na Marina e dele Luna, que fica em silêncio após as respostas dada e Antônio Conselheiro descem. O submarino novamente desce na baía e segue até o Ellisium, atracando na lateral do mesmo e permitindo que Emilie e Claudia descessem quando quisessem.
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Emilie Blanc

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Fev 07, 2014 2:58 pm

Com passos largos, Emilie retorna até seu quato. Seus pés descalços já haviam se acostumado ao chão frio do submarino, que já não a incomodava mais do que seus pensamentos agitados. Se derrama na cama, dando-se ao luxo de apreciar o colchão macio antes de esticar o braço para alcançar seu celular.

Pretendia mandar uma mensagem ao seu carniçal, Carlinhos, mas surpreendeu-se ao ver outra, de um número desconhecido lhe esperando. Ao ler seu conteúdo, entretanto, ela rapidamente entendeu de quem se tratava, antes mesmo de confirmar no tablet.
Fez um beicinho chateado, enviando de volta não a resposta que gostaria, mas a que precisava.

Logo em seguida, mandou sua mensagem à Carlinhos pedindo para ele lhe trazer uma muda de roupa. O coreógrafo sabia decor as suas medidas, já que muitas vezes se encarregava de encomendar seus tutus de balé para os espetáculos.

Com aquilo encaminhado, a loira foi ao banheiro. Seu rosto ainda estava sujo de sangue, e seus cabelos davam a impressão de que ela havia acabado de sair de um hospício. O que não estava muito longe da verdade...
Fez o melhor que pôde para se recompor.

Assim que Carlinhos avisou sobre sua chegada, Emilie foi até a saída do submarino, despedindo-se de Terry, caso o encontrasse no caminho. O carniçal lhe esperava com um vestido macio, que ela trocaria assim que chegasse ao carro dele.


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Narração - Emilie Blanc | Claudia Dembrough | Vincent Lyon | Natanael Lacerda | Guille França

Mensagem  Narrador em Qui Fev 20, 2014 2:05 pm

O grupo é sugado do mar para uma sala toda branca. Dois robôs esperavam os mesmos com cinco toalhas brancas que são entregues para o grupo assim que chegam. O robô diz:

'- O Sr. Constantine lhes dá boas vindas aos senhores. Existem mais quantos lá fora?'
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Emilie - Robô, Hóspedes do Terry

Mensagem  Emilie Blanc em Qui Fev 20, 2014 2:46 pm

Tão logo seu corpo é tirado do mar, Emilie cospe a água que enchera seus pulmões, ainda atordoada pela forma súbita como havia sido sugada. Pega a toalha que lhe é entregue começando a enxugar o rosto e tentando se situar na sala impecavelmente branca, e reorganizar sua mente, ainda tomada pelos fluxos do contato de outras mentes.

Com a pergunta do robô, a malkaviana deixa Bianca em suspenso e responde a máquina o mais rápido que sua percepção embaralhada permite.
- Vários. Os brujahs, são dois. Luiz Filippi e Jorge Silva. Tem um tremere também, Ian Tokunaga. Bianca de Nice... - aperta as têmporas, como se sentisse dor de cabeça - ela acabou de me informar que está segura. E Thomas, até onde sabemos está nos esgotos...

Fecha os olhos, começando a falar com Bianca mentalmente
"Eu e Vincent estamos seguros, sim. Assim como Cláudia, Guille e Natanael... Tem alguma notícia dos demais?"

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Guille - C3PO - Drenados

Mensagem  Guille França em Qui Fev 20, 2014 3:12 pm

O Toreador então é sugado do mar e arremessado dentro de uma sala que parecia ter sido retirada de algum filme trash de ficção científica. Só faltavam os alienígenas. Ou nem isso, pois uma voz robótica se dirige a eles com toalhas na mão. O tal do senhor Constantine tinha um gosto e tanto para um refúgio, além de um submarino ainda parecia uma nave espacial.

Os outros estavam ali. Os 5 que haviam caido na água. Guille cospe um pouco de água que tinha engolido e começa a se secar com a toalha que lhe havia sido entregue. Precisaria de outra roupa, na verdade não, se fosse humano precisaria, mas os Cainitas ainda tinham o costume de fingir e para isso precisava se trocar.

Emilie parecia com muita dor de cabeça, mas ela havia respondido o robô. Talvez o contato telepático a estivesse afetando. Guille sabia como era aquilo. Já havia recebido imagens aquele dia mesmo e ele próprio sabia se comunicar mentalmente se precisasse.

O Toreador fica estupefaço com o lugar e fica rodando no próprio lugar. Tentando se situar e observar tudo que havia ali, enquanto responde ao ciborgue de interações humanas.

"- O senhor Constantine se importaria de nos informar o curso do submarino depois que as providencias para um possivel resgate aconteçam?"

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Re: Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

Mensagem  Cláudia Denbrought em Qui Fev 20, 2014 3:25 pm

Enquanto Pimpão afundava a pequena vampira se sentiu sugada para o fundo d'água. Logo os braços mecânicos a levaram apara dentro do submarino. Estava salva definitivamente. Quando o robô lhe entregou a toalha a lunática apenas a envolveu ao redor de seu pescoço. Não sabia se iria se enxugar. Ela cuspiu a água que tinha engolido. Ficou em silêncio, mas sentou-se no piso do submarino. Apenas observando.

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Qui Fev 20, 2014 5:51 pm

Natanael olha ao redor assustado. Não havia entendido direito o que tinha o pego e para onde ele havia sido levado. Olhava tudo sem se levantar, mas quando o robô fala, e quando ele vê que haviam duas daquelas coisas, ele rapidamente se lança de costas contra a parede. Nem havia prestado atenção ao que ele dizia, mas Emilie e Guille respondem à pergunta da máquina.

O Toreador fica calado, apenas observando. Ele não era tão antigo assim, mas mesmo assim não compreendia nada de como funcionavam essas novas tecnologias.

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Emilie - Cláudia, Guille, Natanael, Vincent et Robô

Mensagem  Emilie Blanc em Qui Fev 20, 2014 7:23 pm

"Jorge... se foi?"

Emilie leva alguns segundos para absorver aquela informação. Lembrou-se do alegre e polido brujah, que prometera lhe ensinar capoeira. Lembrou da forma sutil como ele revelara suas ambições. Lembrou dele chegando ao Elísio, de terno branco, com o jeito típico de um malandro carioca... e tentava aceitar que nunca mais veria o seu amigo. Um vampiro despojado e sonhador, que infelizmente nunca mais iria ensinar, nem aprender, nem conquistar e cativar com sua contagiante presença.

Uma lágrima deslizou dos olhos de Emilie que a enxugou com as costas da mão. Mais uma baixa do fatal atentado ao Elísio.
- O brujah Jorge Silva encontrou a Morte Final. Bianca me disse - reporta a malkaviana com um pesar na voz.

Passa os dedos sobre os olhos, num esforço para se recompor, lembrando-se que havia ainda mais um brujah no Elísio, e que, diferente de Ian, não estava interligado na comunicação telepática que Bianca fizera. Esperava que ele ainda estivesse vivo.
- Cláudia... - pede Emilie, virando-se para a menina - você consegue mandar uma mensagem mental para o brujah Luiz Filippi? Avisando a ele para mergulhar na água para que o submarino possa resgatá-lo? Acredito que Terry não vai se incomodar em receber mais alguns hóspedes, certo?

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Re: Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

Mensagem  Cláudia Denbrought em Qui Fev 20, 2014 8:29 pm

Um choque! a pequena vampira não conhecera Jorge previamente, mas não esperava que ele se tornasse uma baixa naquele ataque. Mas ela não esperava que houvessem baixas, nem que o elísio fosse atacado daquela forma. Ficou em silêncio ainda mais alguns instantes, ouvindo o pedido de Emilie. Quando a primogena perguntou se a criança poderia enviar uma mensagem mental para Luiz Fillippi ela já estava tentando mostrar ao outro brujah como tinham feito. A queda nas águas do mar e logo em seguida o resgate pelo submarino.

- Está feito, Emilie. Se der certo em breve Luiz Fillippi saberá que estamos aqui.

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Guille - a bordo do Outubro Vermelho

Mensagem  Guille França em Qui Fev 20, 2014 8:48 pm

O Toreador perecebe que Natanael se afastava das máquinas e se recolhia para um canto. Guille, mesmo não tendo nascido na época dos computadores, teve que se atualizar, pois estava sempre mantendo eventos de entretenimento, e o que mais entretinha atualmente os jovens do que coisas eletrônicas, e principalmente video-games, afinal, alguns personagens de jogos tem alguma inspiração na realidade. Ele dá um sorriso para o Toreador e diz.

"- Não precisa temer esse robô, pelo que pude perceber, se nosso anfitrião nos quisesse mortos, já estaríamos."

Então Emilie solta mais uma notícia ruim para eles, além de Hildegrand, que tinham visto cuspir sangue, e os arcontes e Horazzio que imaginavam estar mortos, agora havia uma casualidade confirmada, Jorge Silva havia sido morto, o Brujah candidato ao trono não mais existia. Aquele ataque já havia eliminado dois candidatos ao trono, o terceiro era um Ventrue, que não tinha nenhum representante no Elysium, quão conveniente seria se ele aparecesse vivo, sobrevivente de um suposto "ataque" também, e como único com possibilidade de liderar? Mas mesmo aquilo parecia estranho, a destruição quase completa do Elysium, além de prejudicar toda a Camarilla de um modo pesado ainda poderia ser uma grande quebra da Máscara, uma jogada perigosa até para o mais baixo dos Membros.

Guille refletia ainda sobre suas ideias enquanto Cláudia continuava passando as sms mentais que estavam praticamente salvando a todos aquela noite. O Toreador queria ir embora dali o mais rápido possível, queria ir para seu refúgio e organizar duas coisas, uma fonte de alimentação, que não seria fácil no Rio e principalmente, uma rota de fuga da cidade segura, caso o Sabá a tomasse na próxima noite. Seria uma pena abandonar o Rio de Janeiro novamente, e novamente por uma ameaça militarizada, aquilo encolerava Guille, que queria mais que tudo ver o Rio de Janeiro florescer, e sua arte se difundir, pelas agora tão marcadas comunidades daquela cidade.

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Vincent - Emilie - Natanael - Guile - Claudia - Robôs

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Fev 21, 2014 6:49 am

O pulo na água pareceu ter sido rejuvenescedor, pelo menos para Vincent. A situação em que passara com os outros membros estaria na memória do Toreador e poderia até render um quadro ou dois. As chamas, a escuridão, o medo, o desespero. Ele já imaginava um quadro belíssimo de dois metros de altura por dois três de largura onde as chamas de um vermelho vivo avançavam contra um prédio maravilhosamente construído em meio à escuridão da noite. E para completar, a água em volta daquele prédio ilha estaria cheio de pinceladas de dor, morte, apreensão, desespero. Era uma combinação perfeita de uma arte que entraria para a história. Já tinha até a noção exata de que cores utilizaria em seus pinceis.

Mas o que lhe traz à realidade é Emilie que estava visivelmente irritada com o Toreador. Ela estaria irritada por ele ter salvo a vida dela antes do prédio desmoronar? Outro irritado com ele era Guile. Os dois não tinham um pingo de educação nem para agradecer. Deveria ter deixado os dois lá no parapeito da janela para morrerem esmagados para depois serem engolidos pelas chamas.

Natanael responde Vincent quase de imediato e ele tenta nadar na direção dele quando é sugado para o fundo do oceano, imaginando que aquilo seria um truque Assamita qualquer. Malditos inimigos da Camarilla.

Quando se dá conta estava em algum lugar seco. Emilie, Guile, Claudia e Natanael estavam presentes. Um robô pergunta se faltava mais alguém para chegar e Vincent, ainda de cócoras olhava ao redor sem saber exatamente onde estavam quando sente as palavras de Bianca mentalmente.

Vincent responde Bianca quando ela pergunta dele, logo após Emilie e Ian falarem:

"Estou bem senhorita De Nice. Obrigado por se preocupar e abrir este canal telepático. Sinto pelo senhor Silva."

Foi tudo que enviara mentalmente. Sabia que Ian estava vivo em algum lugar dos esgotos com Thomas, o que alivia em muito a preocupação do Toreador. Com certeza depois deste ataque, Thomas seria o Primógeno e eles teriam que movimentar o clã. O erro de Horazio pesaria muito para os Toreador daqui para frente e eles teriam que saber contornar isso.

Ele cospe a água que engolira no percurso até ali e respira profundamente, mesmo não precisando disso. Depois de se “recuperar”, Vincent se levanta e segue na direção de Natanael, abraçando-o forte e dizendo à ele:

-Que bom que você está vivo Natan. Que bom.

Natanael poderia perceber que o abraço de Vincent era cheio de carinho e preocupação, como se eles fossem amantes há séculos. Emilie informa aos outros sobre a morte de Jorge e o abraço de Vincent se desfaz. Ele fica ao lado de Natanael, de mãos dadas com ele e abaixa a cabeça, relutante em dizer alguma coisa no momento.

Guile tenta acalmar Natanael e Vincent sorri, dizendo:

-Primógena Blanc....monsieur França...peço desculpas por tê-los trazido à água tão bruscamente. Temi pela não vida dos senhores e queria apenas ajudar.

Não sorriu, mas olhou de Emilie à Guile que segundos antes estavam de cara feia para Vincent. Realmente a intenção do Toreadoera salvá-los e não aborrecê-los.

-Eu sinto muito pela perda de monsieur Silva. Pelo que podemos perceber a Espada de Caim planejara muito bem este ataque. E aqueles Assamitas estavam com eles. Precisaremos manter a cautela a partir de agora.

Ainda mantinha as mãos dadas com Natanael. Não queria mais sair de perto dele, nunca mais.

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Fev 21, 2014 9:04 am

Natanael ainda estava acuado tentando entender a situação. Sua mente morta-viva parece não compreender com exatidão o cenário e seus sentidos estavam atrapalhados, visto que estava com eles aguçados quando fora tragado para o fundo do mar. É o abraço de Vincent que o tira do desvario e ele volta à razão quando ouve as palavras do pintor. Realmente ele estava vivo. Não estava acostumado àquele tipo de incidente, mas havia saído de lá. Fugira, não lutara, é verdade, mas quem se importa? Natanael era acostumado com uma vida de luxo em Atlanta, em Paris antes disso e em São Paulo muito antes. Na América ele tinha tudo o que queria só por ser cria da Primógena e mesmo com a cidade cercada por bandos e mais bandos do Sabá, ele levava sua não vida apenas com diversão. Como ele queria estar entre as coxas de sua Senhora ao invés de estar em uma sala no fundo do mar com completos desconhecidos... e Claudia, é claro.

Ele ouve as palavras acalmadoras que Guille lhe lança com um sorriso e apenas responde com outro sorriso. Também não responde a Vincent, que o solta quando Emilie anuncia a morte de Jorge. Se aquele malandro carioca havia padecido, obviamente Natanael poderia ter caído com um ataque caso fosse um alvo também. Felizmente não o era e teve sorte. Lamenta por um segundo a morte do Brujah que parecia aproveitar bem a não vida, mas seu sentimento de tristeza deu lugar a um misto de pena e adoração quando viu a lágrima rubra percorrendo o rosto de porcelana da bailarina. Era uma cena mágica que poderia levá-lo ao Êxtase de Fascinação Toreador caso a menina não a tivesse limpado rapidamente.

Por um milésimo de segundo, o Toreador desejou não ter vindo ao Rio. Nada de bom havia acontecido desde que chegara à cidade vindo às ordens de sua ambição em galgar algum cargo na corte recém instituída. Mas nessa hora, uma mão tão molhada quanto o abraço anterior entrelaça a sua. Natanael olha para baixo e vê a mão de Vincent apertando a dele em um gesto quente e verdadeiro. A mente do poeta se limpa dos pensamentos de desespero e ele vê que mesmo tendo sido rápido demais, o senhor Lyon já sentia algo verdadeiro por ele. E um sentimento assim era algo tão raro na não-vida quanto a contemplação de um nascer do Sol. Só aí ele percebe que o pintor estava o chamando por Natan. Há muitos anos atrás, em sua infância e adolescência seus melhores amigos e seus primeiros amantes o chamavam assim. Devido a isso, depois de seu Abraço ele nunca permitira que alguém lhe dirigisse a palavra com esse nível de intimidade. Mas Vincent podia e com isso ele teve a certeza de que, com o pintor, sua estadia na cidade poderia valer a pena. Ele aperta a mão de seu amante em resposta e ouve o mesmo pedindo desculpas e se explicando aos dois, dizendo que queria apenas ajudá-los.

Nunca antes em sua não-vida Natanael havia tido contato com Membros de valores tão puros e bem construídos. Nunca tinha sido salvo por ninguém, a não ser por sua Senhora, mas ali ele havia presenciado esforços diferentes feitos por cada Membro para salvar aos demais, e mesmo ali, já salvos, já voltando para casa, eles ainda se preocupavam com os outros e choravam pelos mortos. Mas o que mais lhe chamava a atenção, era o quanto Vincent se preocupava com ele.

Ele permanece em silêncio, esperava por explicações de seu novo anfitrião.


Última edição por Natanael Lacerda em Sex Fev 21, 2014 1:40 pm, editado 1 vez(es)

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Emilie - Cláudia, Guille, Natanael, Vincent

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Fev 21, 2014 10:36 am

"Ian está com Thomas!"

Era como se Emilie pudesse respirar aliviada, tirando parte do peso que ainda estava em seu coração. Seu pequeno amigo não estava sozinho, e isso poderia tornar as coisas mais fáceis para ele.
"Ian, por favor. Quando vocês saírem dos esgotos, me avisem onde vocês estiverem"
Queria poder abraçar Thomas de novo, ter certeza de que ele estava vivo. Isso sim a deixaria verdadeiramente aliviada.

Cláudia lhe informa que já havia comunicado Luiz Filippi, então, só lhe restava torcer e aguardar que o brujah fosse trazido até o submarino.

Com a tentativa de Guille de tranquilizar Natanael, Emilie lança um olhar compreensivo para os dois.
- Não se preocupem, eu também tive medo desses robôs no começo, ainda me incomodam um pouco, pra falar a verdade, mas estão todos sob firme comando de Constantine, não vão nos fazer mal.

Terminava de secar os braços com a toalha quando Vincent decide se retratar. Já não tinha mais ânimo para discutir com o toreador, de forma que apenas responde.
- Sua intenção foi boa, Vincent, mas atrapalhou meus planos. Eu pretendia ir por terra até Cláudia e Natanael ao invés de ficar me debatendo na água atrás deles. Mas tudo bem, isso não importa agora. Estamos vivos e salvos.

Passa a toalha pelos ombros e pescoço, reorganizando suas ideias, até que última frase de Vincent faz ela parar, com um olhar fixo e pensativo. Uma desconfiança pairava na mente da malkaviana e não era apenas em relação à Espada de Caim.
- Precisamos manter a cautela, e nos reorganizar. - girou os olhos com uma subita determinação - tenho a impressão que todos os remanescentes do clã Toreador estão aqui, com exceção de Thomas, estou certa?  Eu e Cláudia representamos o clã Malkaviano, tenho a esperança que em breve um brujah vai se juntar a nós. Nós sobrevivemos ao fogo, e do fogo saíremos mais fortes e mais unidos,  prontos para fazer dessa união uma muralha sólida para proteger nossa Camarilla.

A insanidade que pairava nos olhos de Emilie parecia transcender para uma profunda lucidez.

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Guille - Refugiados

Mensagem  Guille França em Sex Fev 21, 2014 11:17 am

Guille percebe que Emilie estava muito triste com a morte de Jorge, que Natanael e Vincent não se largavam e o primeiro estava totalmente pensativo, Cláudia também se concentrava e estava absolutamente quieta.

Todos tinham tentado sobreviver e tinham conseguido, mas todos ali sabiam que aquele não era um momento bom para a Camarilla, e tudo que acreditavam podia estar indo abaixo, todos com quem se importavam corriam riscos, além deles próprios correrem riscos.

Quando Vincent se desculpa por ter derrubado ele e Emilie o Toreador olha para ele novamente. Mas dessa vez com um leve sorriso no rosto, um sorriso preocupado e amargurado, mas nã com o outro Cainita.

"- Não tem problema Vincent. Só que me pegou de surpresa, não estava preparado para aquilo."

Então ele ouve as palavras clamando por união e força e discrição. Aquilo seria impossivel depois do que aconteceu. Os olhares e dedos acusatorios partiriam para todos os lados. E o Sabá conseguiria o que queria. Com um sorriso triste e condescendente o Toreador que ainda estava se secando, se senta no chão com as pernas cruzadas, as mãos em cima da coxa e fecha os olhos parecendo estar meditando. O sentimento de perda que existia no ar. Mesmo não sendo de amigos intimos dos que estavam ali afeta o bom humor do Cainita. Era verdade que ele havia se encantado com Emilie e que os outros Membros pareciam muito preparados para criar uma Corte de respeito, e talvez alguns ali pudessem ajudar Guille a atingir seus objetivos. Mas isso nunca fez e nunca faria ele esquecer seu irmão, nem o Mestre Maeda, nem nenhum dos lutadores que treinou durante todo esse tempo, que ja morreram, em guerras, pela idade, pela luta. A imagem de cada uma dessas pessoas passava pela mente de Guille, e de cada um que ele havia extraido Vitae também, principalmente dos poucos que tinha matado por perder o controle. Aqueles rostos nunca saiam da alma de Guille e nem nunca sairiam. E agora em sua meditação o rosto de Jorge passa brevemente. E depois dele de todos os outros Cainitas que tinha conhecido naquele dia, sabendo que ninguém estava seguro. Que o pró prio Guille não estava seguro. Mantendo a técnica humana o Toreador respirava muito profundamente a cada trinta segundos, fora isso. Permanecia imóvel.

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Re: Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

Mensagem  Cláudia Denbrought em Sex Fev 21, 2014 12:42 pm

- Cautela foi algo que não nos preocupamos em ter, considerando a aparente segurança do elísio. Não posso dizer de todos, mas Cláudia está acostumada com locais plácidos e calmos. O Rio de Janeiro é  cidade menos segura onde ela já esteve. Passou boa parte de seus anos em Paris, Marseille e na Bretanha. Com príncipes e a camarilla bem estruturada. Ela é mais experiente do que aparenta, mas também é frágil. E podemos contabilizar pelo menos cinco mortes. E entre esses cadáveres estavam dois arcontes. Não perdemos neófitos no Rio de Janeiro. Estamos seguros?

Ela falava depois de ter permanecido vários minutos em profundo e absoluto silêncio. Viu o que Thomas tinha lhe mostrado. Carlent salvara Jorge do assamita, mas o matara por ter levado Akthar até os esgotos. Ela não demonstrou pesar, embora isso pudesse passar despercebido. Há quanto tempo conhecia Jorge? E Cláudia não era a mais humana dos vampiros.

O que Emilie lhe disse fazia sentido. Ali estava a maioria dos toreador e se tudo desse certo logo Thomas se juntaria a eles. Assim como Luiz Fillippi. Três clãs cujos membros se apoiaram na tentativa de sobreviver ao ataque no elísio. a pequena lunática ainda colocaria Ian Tokunaga no bloco, junto deles, mas os tremere eram bairristas e extremamente fechados... mas talvez se eles percebessem que o bloco do submarino era forte tivessem os feiticeiros ao seu lado.

Construir relações. Essa era a sua não-vida. Cláudia jogava a jyhad, mas tentava evitar a gehena. E não poderiam sobreviver ao fim dos tempos sozinhos, não sem cartas na manga. E ali, no Rio de Janeiro, eles ainda não tinham cartas escondidas. Ainda, que ficasse clara.

- Apesar do maravilhoso mar do Rio de Janeiro, o fogo foi nosso batismo. e nós sobrevivemos. Não serão um ou dois ataques sabbat que vão matar Cláudia. Nos pegaram desprevenidos, Emilie, a primeira coisa que precisamos fazer é nos antecipar aos passos deles. E se isso significa sairmos desse submarino falando a mesma língua, que todos falemos português. Malkavianos, toreador e brujah. Não acho que Terry, Luna e Conselheiro farão oposição às nossas decisões.  Ela não fala pelos brujah, então esperemos Luiz Fillippi. E temos os toreador... - concluiu enquanto deixava que seus olhos analisassem as reações de Natanael, Vincent e Guille; esperando que o primeiro respondesse.

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Fev 21, 2014 1:12 pm

Natanael era acostumado a receber muita atenção, mas não daquela forma, aparentemente desinteressada. Tanto Guille quanto Emilie se esforçavam para fazê-lo não se preocupar. Depois do lembrete de Vincent sobre o Sabá, Emilie e Claudia falam muito bem sobre a união necessária aos Membros para estabelecer de vez a Camarilla no Rio para a proteção dos Membros. Era hora de fazer parte da história cainita na cidade, e Natanael estava disposto a participar disso. Quando Claudia termina, ele finalmente fala algo desde que foram tragados:

_Concordo com você, Claudia. Realmente essa cidade está muito perigosa para qualquer um levar uma não vida apropriada, cabe a nós, então, torná-la melhor e novos Membros poderão nela fazer residência.

Ele aperta a mão de Vincent.

_E acho que posso falar pelo nosso Clã que certamente iremos falar a mesma língua, como ma petite sugeriu. Essa noite serviu para nos mostrar em quem podemos confiar. O que é muito para apenas uma noite de convívio.

Falou a última frase com um leve ar de riso.

_Precisamos nos estruturar. Nos reunir em segredo e colocar alguém merecedor e capaz nos principais cargos. A Camarilla, querendo ou não, funciona à base da hierarquia. Não temos mais candidatos a Príncipe, a não ser o Ventrue e precisamos tomar cuidado com esse fato. Acho que ainda esta noite iremos eleger nosso Primógeno, que acredito ser o senhor Thomas. E claro, não podemos nos esquecer de que, além do Sabá, ainda teremos os olhares furiosos de pelo menos dois Justicares. Isso se esse incidente com os Arcontes não chegar diretamente ao Círculo Interno. Acredito que poderíamos sair todos juntos, depois da chegada de Fillippi e já resolvermos algumas coisas mais urgentes.

Natanael estava preocupado, talvez, em demasia, mas todo cuidado era pouco. Precisavam eleger um Príncipe, um Xerife e alguns Algozes e Delegados. Precisavam também de um novo Elísio. A união desses Clãs ali presentes, juntamente com os Brujah fará toda a diferença de agora em diante.


Última edição por Natanael Lacerda em Sex Fev 21, 2014 1:36 pm, editado 1 vez(es)

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Vincent - Emilie - Natanael - Guile - Claudia - Robôs

Mensagem  Vincent Lyon em Sex Fev 21, 2014 1:34 pm

Resolveu não discutir com Emilie. Ela queria ter ido até Claudia antes de deixarem a ilha Fiscal, mas Claudia tinha Natanael com ela e estava segura. Guille, por outro lado pareceu mais complacente com a ação de Vincent e ele recebe um sorriso sincero do Toreador.

Natanael ainda parecia estar em um tipo de fascínio. Parecia assustado, desolado e meio perdido. Mas quando ele sente que a mão que segurava a dela é apertada por Natanael, Vincent sente que seu objetivo era protegê-lo, amá-lo e estar com ele o restante de sua não vida. Talvez os perigos que o Sabá trazia não fizessem parte da vida de Natanael antes de vir ao Rio de Janeiro. Vincent estava mais acostumado a se defender, ao que parecia.

As palavras da Primógena malkaviana tinham verdades. Claudia estava calada há muito tempo e quando abre a boca chega a impressionar o Toreador. Cada letra, cada sílaba e cada palavra que ela dizia era verdade. Teriam que se unir. A Espada de Caim era bem organizada na cidade e a Camarilla com seus preconceitos de clã parecia bem mais dispersa e fraca.

Horazio havia errado feio em trazer os Assamitas para a Torre e isso teria que ser debatido depois. Era muito bom ver que Emilie ainda não desconfiava de Guille, Vincent e Natanael neste caso. Mas a dúvida iria pairar sobre eles mais cedo ou mais tarde, isso era um fato.

Natanael responde à Claudia e ao fim das palavras do belo irmão de clã, Vincent expõe alguns fatos:

-Natan está certo. Com a união de nosso clã, o clã Malkaviano e o Brujah com monsieur Filippi, poderemos nos fortalecer. Mas poderíamos jogar um pouco....como todos jogam para enganar a Espada de Caim, pelo menos por enquanto.

Aguardou um momento e depois continuou:

-Pode não ser uma boa ideia, confesso, mas se mostrarmos hostilidade entre nossos clãs poderemos enganar a Espada de Caim até que eles atacassem novamente. Com isso...teríamos o elemento surpresa de nossa união e poderíamos esmagá-los.

Natanael concorda que Thomas seria o Primógeno. Para Vincent, Thomas já o era desde quando se candidatou à Primogenia. E realmente os clãs teriam que se reorganizar. Além disso, precisavam resolver muitas coisas a respeito da Torre de Marfim:

- Neste momento a união fará com que a Torre se erga mais alta e mais forte e precisaremos de todo o apoio que existe. Acreditam que talvez os outros clãs pudessem se unir para nos ajudar?

Levou a mão de Natanael na direção de seus lábios e beijou-a com carinho.

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Emilie - Cláudia, Guille, Natanael, Vincent (Tropa de Elite)

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Fev 21, 2014 2:35 pm

A apatia de Guille incomodou Emilie no primeiro momento, mas logo ela sorriu, ao ver que os outros haviam entendido seus propósitos. Por mais que as ações de Horazio comprometessem a confiança no Cla Toreador, a união entre aqueles membros havia sido forjada pelo fogo, e elos como aquele não eram frágéis como acordos baseados apenas em interesses, mas serviriam de arrimo para sua própria sobrevivência. Contra os inimigos dentro e fora da Camarilla.

- Sim, Natanael! Membros merecedores e capazes. Eu acredito que cada cargo se encaixa perfeitamente em certos clãs por conta de suas competência e habilidades. O cargo de Xerife, por exemplo, sempre foi tradicionalmente do clã Brujah. O cargo de Zelador do Elísio, serviria perfeitamente ao bom gosto e à sensibilidade dos Toreadores - dá uma piscadela para Natanael - o cargo de príncipe é uma escolha mais complicada, e concordo que eleger um ventrue é um risco, entretanto... o cargo de Senescal, eu acredito, requer uma grande dose de sabedoria, que ás vezes pode vir acompanhado do que vocês chamam de loucura. Uma habilidade de enxergar além do óbvio, sugerir escolhas que não sejam as mais fáceis, além de saber dispor de uma boa dose de experiência prática.
O olhar de Emilie, dessa vez, se dirige à Cláudia.
- Concordam comigo?

A sugestão de Vincent faz Emilie se deter algum tempo em reflexão, até ela rejeita-la, balançando negativamente a cabeça.
- Não, acho que neste momento não. Não vamos conseguir colocar nossos nomes em pauta sem demonstrar aos outros clãs que agimos de forma consesual. Quanto à Espada de Caim, eu tenho algumas ideias... Eles nos pegaram de surpresa dessa vez, mas na próxima, podemos ser nós a surpreendê-los, reunindo uma tropa de Elite de membros com força e experiência na caça ao Sabá,
Dessa vez, seu olhar se encontra diretamente com Guille França, com um sorriso sugestivo.

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Filippi - todos

Mensagem  Luiz Filippi em Sex Fev 21, 2014 4:06 pm

*O brujah grandalhão é o próximo a ser arremessado na sala. Olha em volta, pegando indiferente a toalha que lhe é oferecida, com o rosto sério, mas um sorriso nos olhos. Eram mais do que tinha pensado. As duas malkavianas, os toreadores... menos o menino. Seu rosto fica sombrio enquanto diz, sem nenhum tipo de introdução ou saudação*

- Thomas, Jorge, Ian. Têm notícias deles? Bianca foi para o outro lado. Conheço os tremeres bastante bem para desconfiar de que escapou.

*Tira a camisa, ficando só com a regata branca que usa por baixo, sem nenhum embaraço por exibir seu corpo musculoso e perfeito, e começa a se secar.

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Emilie - Luiz Filippi, Cláudia, Guille, Natanael, Vincent

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Fev 21, 2014 4:31 pm

Luiz Filippi chega quase na hora certa. A malkaviana segue em direção ao brujah, com um olhar de reconhecimento.

- Olá, que bom que você conseguiu chegar até aqui. Não pude te agradecer devidamente por ter me ajudado, então, obrigada.

Olha rapidamente para os músculos molhados do brujah, não pudera evitar, mas logo ergue seus olhos para buscar os dele. Pousa suavemente suas mãos nos ombros largos antes de responder.
- Thomas e Ian estão juntos. Eles foram parar nos esgotos, não sabemos como, mas já estão saindo de lá. Infelizmente, não temos boas notícias em relação à Jorge. Ele não resistiu...

A malkaviana fita Luiz de forma insistente, não sabia como ele iria reagir aquela notícia. Brujahs poderiam se enfurecer com faciliade, e ela poderia precisar acalmá-lo.

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Re: Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

Mensagem  Cláudia Denbrought em Sex Fev 21, 2014 4:47 pm

Ela ouviu Natanael e Vincent. O seu antigo conhecido de Paris fora justamente para o caminho que ela e Emilie tinham preparado. Os clãs se reunindo e partir das escolhas deles, formar uma base sólida e firmar a escolha dos cargos para a Torre de Marfim no Rio de Janeiro. É claro que tudo dependia de muitas variáveis, além das que eles poderiam controlar, apesar disso não podiam deixar de se movimentar.

- Não acho que os outros clãs estejam dispostos a apoiar os nossos desejos... a menos que joguemos bem o jogo do trono. Perdemos dois candidatos a príncipe, Vincent. Apenas o senhor Kennedy sobreviveu e acredito que nenhum de nós o conhecemos. Também tenho a impressão de que ele deve manter a sua candidatura. - ela parou de falar, deixando que Emilie continuasse. Quando a bailarina insinuou sobre os cargos o rosto de Cláudia se iluminou. Não pela forma como tinha sido lembrada, mas por que ali estava uma alternativa aparentemente viável.

- Concordo com Emilie quando ela diz que uma disputa simulada entre os cainitas não é apropriada agora. Como poderíamos eleger eleger os nossos campeões rompidos? Talvez depois que a hierarquia da Torre esteja formada possamos fazer isso. Plantar boatos de indisposição de uns para com os outros. Mas antes?

Nesse instante ela percebeu que Luiz Fillippi tinha chegado. A pequena aproximou-se dele, abraçando-o da forma como podia.

- Cláudia será sempre grata por tê-la ajudado a subir na janela. Agora, seja bem vindo ao submarino de monsier Terry Constantine. -  finalizou o abraço meigo e carinhoso no gigante brujah e voltou a se dirigir a todos.

- Dois candidatos a príncipe mortos, dois arcontes mortos. Uma outra toreador. Esses são os que temos certeza! Em apenas um ataque. Os nosferatu resgataram Ian e Thomas. Cláudia apostaria que esse grupo aqui deveria negociar com as outras famílias em bloco, podendo ceder (ela mudou o tom de sua voz ao falar aquela palavra) o cargo de príncipe para um deles. Um ventrue ou um tremere, ela não acha que os nosferatu gostariam de ficar nessa posição... em troca os brujah ficariam com o xerifado, os toreador zelariam de um futuro elísio e os malkavianos assumiriam a senescalia!

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Guille - Todos

Mensagem  Guille França em Sex Fev 21, 2014 5:26 pm

Guille estava meditando, porém em nenhum momento tirava a atenção da conversação que estava acontecendo ali. Cláudia se pronunciara, pedindo uma união de todos que estivessem ali, juntando os Malkavianos, Toreadores e Brujah. Aquilo seria bom, já bastava de candidatos ao trono, a Camarilla não era uma democracia, havia o Príncipe e os vassalos, não uma votação, mais uma negociação ou uma demonstração de força.

Como Natanael disse, a cidade realmente estava perigosa, e o Toreador queria muito pacificá-la, lembrando o Rio de Janeiro do começo do século passado, com sua ginga, sua música, sua arte. Natanael toma a voz do Clã, mas aquela afirmação de fato não era presunçosa, era realmente o que Guille pensava, eles deveriam mesmo se unificar. E em apenas uma noite haviam se ajudado numa batalha perdida, e garantido a segurança de muitos, haviam se mantido juntos e determinados a não sair dali.

Então o Toreador cita que o candidato Ventrue estava vivo, mas como eles sabiam daquilo? Se dois tinham sido alvos e mortos facilmente, provavelmente ao menos atacado o Ventrue havia sido. A ideia de Vincent logo em seguida seria boa se fosse feita antes do ataque, ou se imaginássemos que o inimigo era mais fraco que nós, pois atraí-los agora era praticamente garantir a morte de todos, alguém citava xadrez assim que chegara no Elysium aquele dia, e aquilo se tornara realmente um jogo de xadrez.

Emilie então faz as sugestões lógicas e mais claras para os cargos que ainda faltavam ser preenchidos depois de Príncipe, e mais ou menos agradaria a todos. Guille percebe o olhar de Emilie quando ela fala da força de caça ao Sabá, além de si, ele lembra de Fillipi e também Ian que desejavam buscar a Espada de Caim naquele dia mesmo, coisa que poderia ter evitado o grupo de ser atacado brutalmente no Elysium. O Toreador meneia com a cabeça para a Malkaviana, concordando que poderia e queria fazer parte de tal grupo, o posto de Xerife para um Toreador seria uma surpresa boa se um dia acontecesse, e o Degenerado sorri internamente.

O Brujah Luiz então é arremessado para a sala e pergunta dos outros Membros faltantes, Emilie coloca ele a par da situação, então Cláudia fala o óbvio, que os outros clãs não iam querer colaborar se eles não negociassem bem, ela mesmo sendo pequena era muito sensata e safa, porém ela insinua que o Ventrue ainda estava vivo, será que ele havia perdido algo e tinham informado que ele tinha sobrevivido para eles? Então Guille se pronuncia, ainda sentado no chão com as pernas cruzadas.

"- Concordo com todas as palavras ditas aqui, a divisão de cargos pelos clãs parece justa, e as palavras finais de Cláudia para 'cedermos' o cargo de Príncipe foram muito sensatas. Porém temos que levar em consideração duas coisas, primeiramente, não sabemos nada do que aconteceu e acontece no resto da cidade, e como não sei onde o candidato Ventrue estava, não saberia opinar, mas não sabemos se ele também não sofreu ataque, e pode até estar Morto neste momento. Tivemos duas fatalidades de candidatos ao Principado, ninguém se assustaria com a terceira não é? E em segundo lugar, os outros cargos que livremente dispusemos aqui, podem ter 'candidatos' de outros grupos, como um Xerife Nosferatu, ou um Zelador Ventrue, portanto acredito que não deva haver mais a palavra candidato em momento nenhum, devemos ter membros decididos para cada cargo, falaremos que o Xerife será tal, o Zelador será tal, e vocês, Tremeres e Ventrue ficaram incumbidos de encontrar um Príncipe. Porém esse método só traria um 'laranja' para o Principado, que ele não mostraria nenhuma força, e talvez não fosse respeitado, tendo o conselho da Primigênie muito mais poder que o próprio Príncipe, portanto acho que nós mesmos devemos escolher tal pessoa e garantir o apoio até o final dos tempos para nosso Príncipe, para não haver nenhuma chance de alguém discutir seu poder, tendo o apoio de metade da Primigênie, e do Xerife, Zelador e Senescal."

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Natanael - todos

Mensagem  Natanael Lacerda em Sex Fev 21, 2014 5:45 pm

O Toreador ouvia a todos com atenção. Os Membros estavam resolutos em buscar as respostas para seus problemas. Vincent dera sua opinião, mas Natanael não concorda com tudo. No entanto, não deixa isso transparecer e apenas sorri quando o pintor beija sua mão. Emilie então começa a falar e Natanael presta atenção. Essa Lunática já havia ganhado o respeito do Toreador. Ela fala sobre cargos e, quando cita a Zeladoria do Elísio, pisca para ele. Gesto que ele responde com um leve sorriso. Ela também cita a Senescalia como um bom cargo para a pequena vampira. Mais uma coisa boa para Natanael também...

O plano de Emilie, posteriormente completado por Claudia, era a solução mais viável. Deveriam eleger, dentre os Membros disponíveis, os mais aptos.

Nessa hora, Filippi também aparece. Estava sério e se despe da roupa molhada. Se não fosse pela presença de Vincent, Natanael teria o olhado descaradamente e até teria feito um comentário sobre o fato dele tirar a blusa. Mas agora que as coisas com Vincent pareciam estar ficando sérias, seria melhor o poeta se segurar e ser menos libertino (safado)...

Ao ouvir das Malkavians os agradecimentos, ele entendeu como elas chegaram lá em cima e antes de responder às duas, se desvencilha, educadamente, de Vincent, e estende a mão direita com um olhar sério para o Brujah:

_Antes de mais nada gostaria muito de agradecê-lo, senhor Filippi. Espero que qualquer má impressão não tenha sobrevivido a respeito de minha pessoa, pois sua atitude o fez cair em meu apreço. Eu tinha perdido a pequena Claudia lá no Elísio e não fui capaz de salvá-la. Obrigado por tê-la levado para nós.

O Toreador era sério e sua voz era firme. Assim que cumprimenta ao Brujah, ouve as palavras de Guille e quando este termina, responde se dirigindo a ele e às duas Lunáticas:

_Concordo com o que vocês três disseram. Realmente há outros Membros que seriam indicados, mas precisamos assumir de uma vez esses cargos. Esse deve ser o próximo passo. Claudia já tem meu parecer favorável para assumir a Senescalia. Não conheço o  candidato a Príncipe dos Ventrue. Isso, levando em conta que ele estava vivo, pois o que o senhor França disse é a verdade: ninguém sabe se ele também sofreu um ataque. No entanto, colocar qualquer um no trono não é uma opção! E quanto às outras Famílias, acredito que os Nosferatu estão dispostos a nos auxiliar, já que eles salvaram Thomas e Ian, conforme disse ma petite. Depois de termos um Príncipe, se não tiver mais ninguém disposto a assumir a tarefa, eu me ofereço para zelar pelo Elísio, para o qual precisamos definir ao menos um local provisório.

Ele para e olha para Emilie, a única ali que possuía um cargo já definido:

_Nosso próximo passo deverá ser entrar em contato com os Ventrue e descobrir se o outro candidato está a salvo. Isso poderá definir tudo daqui pra frente.

Disse as últimas palavras com muita seriedade. Quanto aos seus interesses particulares, a carta estava sobre a mesa. Natanael havia lançado a semente durante a conversa do início da noite e ela estava começando a germinar, graças a Emilie. Sabia que Claudia e Vincent também o apoiariam e, como Zelador, obviamente ajudaria ao pintor a assumir o cargo de Chefe das Hárpias. Thomas já tinha seu cargo definido, mesmo não estando ali. Restava saber se algum Membro de algum outro Clã tinha interesse pela Zeladoria, o que Natanael achava difícil. Agora, restava saber ser Filippi aceitaria o cargo de Xerife, Guill poderia já assumir como seu Delegado e poderiam decidir por um Príncipe, ou deixar, por enquanto, o Ventrue assumir. O próximo passo era entrar em contato com o Clã Venture.

Natanael volta para perto de Vincent.

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Terry Constantine - Claudia Dembrough | Emilie Blanc | Natanael Lacerda | Vincent Lyon | Luiz Filippi | Guille França

Mensagem  Narrador em Sex Fev 21, 2014 6:50 pm

Apesar de ser nitidamente a mesma pessoa, a aparência de Terry Constantine havia sido modificada. Em especial seu cabelo e barba estavam diferentes. O estilo com o qual se vestia também, parecia mais casual e "moderno" com óculos finos e uma camisa básica e apenas um jeans para completar. Ele entra na sala falando com os robôs:

'- Órion, regular a todo vapor, vamos pela costa. Ursa Maior, ativar todos os sistemas de defesa. Andrômeda, você cuida da nossa invisibilidade.'

E assim, Terry vai nomeando uma série de robôs que entravam o seguindo e partiam conforme uma ordem diferente. Cada um tinha o nome de uma constelação ou de uma estrela em específico. O Lunático olha para todos ali presente e diz:

'- Por favor senhores, esse não é um lugar adequado para recebê-los, me acompanhem até a sala de estar.'

Acendendo um cigarro e fumando enquanto caminhava, Terry guia o grupo até um amplo salão onde fala:

'- Fiquem todos à vontade, aos que ainda não me conhecem sou Terry Constantine, do Clã Malkaviano. Capitão deste Submarino que não é, e nem nunca será, amarelo.'

Fala e sorri para Claudia.


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Filippi - todos

Mensagem  Luiz Filippi em Sex Fev 21, 2014 10:22 pm

*Filippi dá um sorriso de lado para Emilie, um tanto charmoso, quando ela agradece, e quando coloca a mão em seu ombro, instintivamente dobra o braço e encosta os dedos na omoplata dela, mas tem uma sensação de que algo ruim viria dali. Começa a desconfiar do que se trata quando ela só menciona Ian e Thomas em sua primeira frase. Mas, à confirmação, afasta o braço bruscamente, dando um passo para trás e exclamando muito alto*

- Merda!

*Prossegue soltando uma fileira de palavrões imensos e impublicáveis, gesticulando, dando socos no ar. Ergue o punho para socar a parede, mas suspende o gesto no meio, lembrando-se de onde está e do estrago que fizera na parede do Elísio. Não está tão furioso a ponto de colocar a si e aos outros em risco, e esse momento de racionalidade subitamente o acalma o suficiente para se calar. Tudo isso não dura mais que alguns segundos*

*E então é surpreendido pelo abraço de Cláudia. Desconcertado, coloca a mão nos cabelo da menina e os afaga. Por um instante fantasia que é sua loira filha caçula, embora esta tivesse os cabelos lisos e mais escuros que os da malkaviana e tivesse uns dois palmos a mais da última vez que a abraçara. Acaba retrucando a ela e também a Natanael, que agradece por tê-la salvo, um tanto sem graça*

- Não foi nada... não fiz mais que o meu dever...

*Então percebe com desgosto que se voltara para a política. E com mais desgosto ainda que é o único representante de seu clã. Então, fica por perto ouvindo. No começo, mais escuta que diz qualquer coisa. Quando Terry aparece, saúda-o com seu sorriso torto e é um dos primeiros a passar para a outra sala. Antes que qualquer um volte a falar, porém, ele lança*

- Tudo isso parece muito bonito no papel. Mas seria melhor sabermos dos ventrues primeiro. Se Kennedy está ileso, ele pode ter pagado melhor ao assamita e ser o verdadeiro responsável por essa confusão ...

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Re: Enseadas - O fundo das baías, lagos, lagoas, praias e mar aberto do Rio de Janeiro

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