[Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

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Luís - Ventrues

Mensagem  Luís Alves em Sab Mar 22, 2014 6:38 am

Luís cumprimenta Eugênio e sorri para seu irmão. "Será esse o Praetor?" Se perguntou em pensamentos logo desfeitos, Eugênio se adiantara e se sentara sem muitas cerimônias. Não que Alves valorizasse esse tipo de besteira, mas reconhecia quem fazia e quem não fazia o jogo. "Na guerra, não batemos continência", lembrou Alves.

Como Jéssica parecia apressar a reunião, pois já fora direto ao que interessa, Alves encontrava-se em um situação complexa. Não podia cortá-la com alguma frase pois a palavra não fora dirigida a ele, nem deixar de cumprimentar os dignatários do clã.

Luís apenas se aproxima primeiro da mulher idosa que, por exclusão de possibilidades seria a Praetor "meu Deus, mais uma mulher. Estamos lascados" Sorriu, estendeu a mão em cumprimento e disse apenas um " _ Prazer." rápido para não interferir na conversa entre as duas damas.

Depois voltou-se para Baventura e estendendo a mão igualmente, repetiu: " _ Bom revê-lo, irmão" e calou-se. Esperou o momento em que alguém o notasse no recinto para falar ao mesmo passo que só se sentaria depois que todos se acomodassem.

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Marie-Amélie - todos

Mensagem  Marie-Amélie Bourdon em Seg Mar 24, 2014 10:28 pm

*Marie-Amélie cumprimenta Jéssica com um beijo no rosto e estende a mão para que Luís Alves a beije. É uma mulher bonita e séria, de uns 40 anos aparentes, com imensos olhos verdes e equilibrada num salto alto desafiador. Assenta-se assim que convidada, cruza as mãos sobre os joelhos e força um suspiro, dizendo no tom mais sem emoção*

- Nada boas, como mademoiselle pode imaginar... Não sei se já soube que todos os três candidatos a príncipe foram mortos... Kennedy, Pezzini e Silva. Os membros sobreviventes estão indo se encontrar na capela tremere...

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Luís Alves - Marie-Amelie

Mensagem  Luís Alves em Seg Mar 24, 2014 10:36 pm

Luís Alves beija respeitosamente a mão da Praetor como um cavalheiro deve fazer. Seu esforço é para que seu gesto rápido e cortês não interrompa nem atrapalhe o diálogo entre Jéssica e Marie-Amelie.

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Jéssica Montecchio - Luís Alves | Marie-Amélie Bourdon | Eugênio de Beauharnais | Lucas Boaventura

Mensagem  Narrador em Ter Mar 25, 2014 12:22 pm

A Ventrue, já acomodada, responde para Marie-Amélie:

'- Estou ciente.'

A Sangue Azul olha para Luís Alves por um instante e, em seguida para Praetor e fala:


'- Temos muito poucas informações até agora, mas acredito que a ausência do Sr. Price fale por si. Estou correta? O que temos até o momento?'

OFF GAME: Para destravar a cena, considerem que Lucas Boaventura cumprimentou a todos e também se sentou.
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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

Mensagem  Lucas Boaventura em Ter Mar 25, 2014 2:09 pm

Lucas cumprimenta à Jéssica e responde ao cumprimento do irmão antes de sentar-se:

"-Igualmente, Duque."

Após Jéssica colocar a mesa aberta para informações, Lucas se adianta.

"- Provavelmente nada que ainda não saiba senhorita Montecchio. Estivemos confinados no veículo de nossa Praetor, e escravos de nossos telefones até aqui. Nesse aspecto, Marie-Amélie pode nos dar melhores informações."

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Luís - todos

Mensagem  Luís Alves em Ter Mar 25, 2014 2:21 pm

Luís Alves espera que todos se acomodem e se senta. Espera pacientemente que seja consultado.

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Jéssica Montecchio - Luís Alves | Marie-Amélie Bourdon | Eugênio de Beauharnais | Lucas Boaventura

Mensagem  Narrador em Qua Mar 26, 2014 7:23 am

A Ventrue olha para Lucas diante da resposta dele e comenta:

'- As informações são poucas. Eu tive contato com os Brujahs, ajudei-os na manutenção do porto e isso pode ser uma carta para nós. Creio que os Brujahs nos vêem com bons olhos depois dessa ajuda, mesmo com a queda de Olston e Maria Bonita. Tentei contato com os Nosferatus mas não consegui. Vocês tem algum informe sobre os outros clãs?'

Indaga olhando para Marie-Amélie e Lucas enquanto conclui dizendo:


'- E o silêncio sobre Price confirmam as suspeitas? Temos um traidor mesmo em nossas fileiras?'
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Luís - todos

Mensagem  Luís Alves em Qua Mar 26, 2014 8:02 am

Após todos se sentarem, e Jéssica indagar mais uma vez sobre Rurik Price, Luís Alves toma a palavra:

_ Cara irmã, desculpe a ousadia, mas pelo o que me foi narrado sobre a destruição de nosso querido senhor Kennedy, não creio que o assassino agiu de maneira fortuita. Ele tinha informações privilegiadas de alguém muito próximo. Com o desaparecimento de Rurik Price, minhas suspeitas se tornam certezas. Não tenho dúvidas de que Price é um traidor, que precisa ser caçado, interrogado e destruído para que a honra de nosso clã seja restabelecida e a memória de Kennedy vingada.

Luís Alves cruza as pernas na poltrona e fala com um tom professoral de quem entende do assunto:

_ Além disso, a cidade precisa saber que nós não tergiversamos na defesa das tradições e na garantia da segurança. A responsabilidade pelo domínio era nossa, e nós falhamos. Precisamos de uma resposta rápida a isso. Precisamos ter em conta que se nossos aliados não sentirem confiança em nossos esforços, ficaremos isolados. A situação no porto é interessante e pertinente, um dos "pontos sensíveis" da cidade. Ajuda a nos aproximar de um clã importante. Mas devemos retomar o mais rápido possível nossas conversas com os Tremere e os Nosferatu e garantir que o legado de Kennedy não seja destruído junto com ele. A cabeça de Rurik seria paga por um fundo coletivo do clã, administrado pela Praetor. Enquanto os dignatários do clã cuidam para que a diplomacia seja uma vitória, e as finanças sejam corretamente aplicadas, nós que não temos igual capacidade para  realizar tarefas de importância, podemos estender os domínios do clã sobre os pontos sensíveis da cidade.

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Eugênio - CLã Ventrue

Mensagem  Eugênio de Beauharnais em Qua Mar 26, 2014 9:23 am

Eugênio escuta os comentários com atenção. O problema causado pela suspeita de um traidor nas fileiras do clã ainda repercutia e suas consequências, ainda não muito claras, estavam longe de se esgotarem. As colocações do Sr. Alves chamam sua atenção. Tendia a concordar com a importância do clã não cair no isolamento político dentro da cidade. A ajuda relatada pela Sra. Montecchio, com certeza, contribuiria para isso. No entanto, o não contato com os Nosferatus e os telefonemas trocados entre o primógeno e os Feiticeiros deixavam Eugênio com a impressão de que não seria fácil restabelecer as pontes entre os clãs. Como era sua primeira noite na cidade e não conhecia o histórico das alianças, Eugênio guarda seus pensamentos para si e aguarda que o Primógeno e a Praetor falem.
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Jéssica Montecchio - Luís Alves | Marie-Amélie Bourdon | Eugênio de Beauharnais | Lucas Boaventura

Mensagem  Narrador em Qua Mar 26, 2014 11:58 pm

Diante das palavras de Luís Alves, Jéssica completa:

'- As palavras do Sr. Alves são preciosas para o momento. Não resolvem os problemas de confiança e de diplomacia que uma traição traz, mas ao menos demonstram o empenho que esta casa, que há tantos séculos guia os filhos de Caim, tem em caçar aqueles que a traem e violam as leis que regem a Camarilla.'
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Marie-Amélie - todos

Mensagem  Marie-Amélie Bourdon em Qui Mar 27, 2014 11:55 pm

*Marie-Amélie confirma com a cabeça*

- Infelizmente é verdade, mademoiselle Montecchio. Parece claro que Rurik Price é um traidor, os malkavianos têm evidências disso *evita dizer o nome de Emilie* O abandono da reunião no início da noite... tudo parece apontar para isso.

*Escuta Luiz falar e acena com a cabeça*

- Posso fazer isso, monsieur, e serei a primeira a contribuir. Mas temos problemas muito mais sérios. E teremos que ter habilidade para lidar com eles. Não podemos admitir que pontes sejam queimadas, que passos inábeis sejam dados, justamente quanto todos os dedos estã apontados para nós *cuidadosamente, olha apenas para Jéssica com expressão neutra enquanto fala* Tenho contato com a primógena do clã malkaviano... aparentemente, eles estão próximos dos toreadores, o que pode ser uma... desvantagem, porque os toreadores já tinham problemas com os ventrues antes *pensa por um segundo* Conheço um dos toreadores... não exatamente nos damos bem... mas somos conterrâneos, isso talvez possa contar a favor.

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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

Mensagem  Lucas Boaventura em Sex Mar 28, 2014 9:02 am

O Primógeno manteve-se com a expressão séria quando Montecchio pediu confirmação de Price. Seu silêncio incomum indicava que concordava com a conclusão de que Rurik tinha sido o traidor. Odiava Price a cada momento por transformar aquilo que deveria ser fácil - uma escalada natural dos Ventrue ao poder - em uma possibilidade agora distante. O semblante de  Lucas apenas mudou quando das palavras do Duque, sabia que o velho vampiro não o desapontaria.

Seguiu apurando as informações enquanto a Praetor falava. Seu semblante se retorceu em estranheza. Parecia que a vampira não havia entendido que Luís Alves tinha dito que deveriam resolver o problema da diplomacia e ao mesmo tempo estender o alcance do clã. A comunicação estava ruidosa, o que não era uma surpresa dada a situação. Lucas quebrou seu silêncio:

"- Senhores, peço que pautemos nossa reunião para não misturarmos ou nos perdermos entre tantos assuntos que temos à tratar. Se me permitem, gostaria de direcionar essa reunião aos pontos de interesse."

Lucas era eloquente enquanto falava. Ergueu o indicador da mão direita, sinalizando o número um.

"- Primeiro, faz-se mister para nossa posição diante da corte, que nos retratemos quanto à Rurik Price. O mínimo que podemos fazer é, como os nobres já haviam dito, caçar o infeliz e obter dele informações que sejam de valia. Desta forma, eu perguntaria: O que sabemos sobre Rurik Price? Ele estava ligado ao Sabá ou agiu por outros interesses? E o que podemos fazer e o que estamos fazendo para encontrá-lo? Eu duvido que ele possa resistir à um Chamado meu ou de outros aqui. Podemos preparar o terreno para recebê-lo, e gostaria de colocar essa ou outras abordagens em pauta."

O Primógeno ergueu o indicador e o médio da mão direita.

"- Segundo. Gostaria de esclarecer nossas alianças. Gostaria que a senhorita Montecchio nos elucidasse quanto ao ocorrido com os Brujah, como garantimos o Porto à eles e por que isso foi necessário? Nessa mesma linha, nossa Praetor pode nos falar mais sobre suas ligações com a primógeno malkaviano e com o toreador conterrâneo. Os malkavianos, como de costume, ocupam uma posição central na corte, quero dizer, eles podem pender para qualquer lado. E seria bom que fosse para o nosso. Já os Toreador devem estar em calças tão curtas quanto à nossa. Podemos fazer questão de relembrar à corte que foram eles que trouxeram os Assamitas, e mantê-los como inimigos, ou tentar trazê-los para o nosso lado. A questão eu acredito que seja, o que podemos fazer para trazê-los para o nosso lado?... Dos Nosferatu e dos Tremer eu pouco sei, fica aberto caso alguém tenha algo a comentar sobre eles."

O seu dedo anelar se uniu aos outros dois.

"- Três, e acredito que seja dependente dos dois primeiros, qual será nossa abordagem na reunião na Capela Tremer? Devo admitir estar extremamente desconfortável com isso, mas parece que já não temos opções."

Ergueu o dedo mínimo.

"- Nossa influência sobre os "pontos sensíveis", como nosso Duque bem posicionou, deve ser nossa base para nos reerguermos. Quanto mais tivermos sob nossos domínios, mas teremos à oferecer.

Lucas recolheu os dedos erguidos, fechando a mão, e prosseguiu:

"- Essa é a pauta que tenho em mente. Algum ponto mais que gostariam de discutir, ou mesmo algum que queiram descartar?"

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Duque - Todos

Mensagem  Luís Alves em Sex Mar 28, 2014 10:05 am

Luís somente balança a cabeça em aprovação ao que os membros da gerousia afirmam. Estava contente por ver a disposição de todos e o clima de cooperação interna. Uma tropa devidamente motivada e coesa era o primeiro passo para a vitória em combate.

_ As palavras dos dignatários é de uma força e assertividade que só me permitem elogios. Concordo com todas elas e me sinto muito a vontade em segui-las. Quanto às estratégias diplomáticas, sinto-me ainda mais a vontade de seguir as orientações e direção que os dignatários apontarem, de modo que julgo mais eficiente uma hierarquia entre operação e tomada de decisões nas questões diplomáticas. Dessa forma, creio que o ponto dois e três levantados pelo primógeno não precisam ser extensamente debatidos, e sim extensamente operados, cabendo somente a ele e à Praetor tomarem decisões nesse sentido.

Alves descruza as pernas e olha a todos enquanto fala, guardando maior atenção aos dignatários:

_ Quanto ao ponto um, relativo ao nosso anátema, a tradição da destruição é uma responsabilidade que cabe apenas ao primógeno na ausência de um príncipe. A Praetor poderia definir as quantias que cada um deverá depositar em uma conta que ela administra até fim da noite e resolvemos isso. Porém, convocar um demônio do Sabá de maneira sobrenatural pode ser algo extremamente perigoso se não contarmos com os devidos preparos e peço para pensarmo nisso com mais calma nas próximas noites.

Luís limpa a garganta seca e velha para concluir:

_ Me parece que, objetivamente, o que demos que debater é apenas o ponto sobre o domínio dos pontos sensíveis da cidade. A começarmos pelo que já temos sob nosso controle para prosseguirmos sobre e o que precisamos conquistar.

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Eugênio - CLã Ventrue

Mensagem  Eugênio de Beauharnais em Sex Mar 28, 2014 11:31 am

Eugênio continua apenas escutando as palavras dos demais membros presentes até que, seguindo o protocolo, o primógeno intervêm e organiza uma pauta a ser discutida por todos. Ele meneia positivamente a cabeça concordando com a pauta colocada e acaba antecedido pelo Sr. Alves nas considerações. Escuta as colocações do velho senhor com atenção e ao final delas acena levemente ao primógeno, pedindo a palavra. Apenas após obtê-la, Eugênio expressa sua opinião:

"- Penso ser de extrema pertinência a pauta colocada por nosso primógeno e sobre ela gostaria de tecer algumas considerações. Sobre o primeiro ponto penso ser imperativo não apenas destruir o traidor como também extrair dele as informações necessárias para que retomemos a ofensiva diante de seus prováveis parceiros. A posse dessa vantagem competitiva seria de fundamental importância para debelar qualquer tipo de suspeita que ainda recaia sobre nosso clã. Nesse sentido, o comando do primógeno e a existência de um fundo sob administração da Praetor são fundamentais. Desde já, me coloco como depositário do mesmo.

Sobre o segundo ponto, concordo com a necessidade de um nivelamento quanto às informações, colocações e relações já existentes no que tange os demais clãs que compõem essa nascente Corte.

Sobre nossa participação na reunião que acontecerá hoje, vejo a colocação do Sr. Alves como de extrema felicidade. Organização é uma de nossas maiores qualidades e deve perpassar todas as dimensões de nossa atuação, inclusive a diplomática. Nossos dignatários têm totais condições de guiar nosso clã para nosso lugar de direito e me coloco à inteira disposições para seguir sua direção.

Por fim, o domínio de nosso clã sobre os pontos sensíveis da cidade é de fundamental importância e urge que coordenemos nossos esforços para isso. Para tal, o compartilhamento de onde estamos hoje penso ser o movimento inicial mais apropriado."


Eugênio que se mantivera com a postura mais ereta, meneia mais uma vez ao primógeno e recosta na poltrona onde estava sentado, cruzando as pernas para indicar que encerrara sua fala.
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Jéssica Montecchio - Luís Alves | Marie-Amélie Bourdon | Eugênio de Beauharnais | Lucas Boaventura

Mensagem  Narrador em Sex Mar 28, 2014 4:40 pm

Jéssica ouve tudo que cada um fala e somente após a fala de Eugênio resolve se manifestar. Sua voz era séria e sua postura firme. Olhava principalmente para Lucas e Marie-Amélie em sua fala, mas por vezes recaía o olhar sobre Luís Alves e, poucas vezes em Eugênio:

'- Eu gostaria de dizer que também não considero prudente a convocação de um membro que sabemos tão pouco. Quem é Rurik Price? Será mesmo um Ventrue? Que habilidades ele pode ter? Com qual facilidade poderia quebrar o vínculo da Presença? Não acho que seja prudente e nem o mais inteligente a fazer nesse instante. A criação do fundo, a exigência de uma caçada de sangue convocada pelo nosso Primógeno, essas sim eu acredito que devam ser nossas primeiras opções e, no futuro, uma emboscada para captura do traidor seja pela convocação ou seja por outros métodos.'

A Ventrue então se foca em Lucas e começa a explicar sobre as alianças:

'- O Sr. Kennedy já tinha uma articulação com os Tremere e os Nosferatus. Os Toreador estavam isolados, os Brujahs se aproximavam de nós. Os Arcontes que vinham para cá já tinham uma missão: nomear o Sr. Kennedy príncipe, François Carlent foi o interlocutor com o Justicar Cook Robin, que cuida deste continente pela Torre. Era uma aliança sólida, mas na política e, ainda mais na política cainita, as coisas podem mudar muito rapidamente. Tentei contato com os Nosferatus e ainda não tive um retorno. O contato com os Brujahs foram interesses comuns, eu tenho uma carga que precisava que chegasse na cidade e estava no porto. O porto nas mãos do Sabá seria um problema para mim e intervi e ajudei os Brujahs a manterem o território. Claro que isso deixa alguma gratidão e, como a relação com Lampião estava evoluindo antes do atentado eu acredito que ela pode evoluir mais ainda com o papel do Clã Ventrue para a manutenção do domínio do Cais do Porto pela ralé.'

Faz uma breve pausa e comenta sobre o terceiro ponto:

'- Quanto ao terceiro ponto eu peço realismo, são três da manhã, não iremos a reunião e o melhor que podemos fazer é colocar este clã em ordem, adquirir um discurso uníssono, dividir as responsabilidades de cada um e executar o que tiver que ser executado. Se nossa situação não é boa, que sejamos ao menos uma fortaleza. A realeza precisa, mais do que nunca de foco e união.'

Por fim, Jéssica volta a olhar para todos e expõe algumas de suas defesas:

'- Eu tenho homens, tenho armas e tenho um controle considerável do sistema jurídico além de alguns dedos na Câmara de Vereadores. Minhas influências, no entanto, se chocam com alguns contratempos que me fazem não poder me expor e nem me preocupar com cargos na corte e no Clã. Estou à disposição e meus recursos também estão, mas da mesma forma que eu trabalhava com o Sr. Kennedy, sou uma agente dos bastidores.'

O foco de Jéssica agora era a Praetor e o Primógeno, para quem fala olhando:

'- A serviço total do Clã Ventrue, mas sempre por detrás das cortinas.'

Não entra em maiores detalhes, aquele nem era o momento para isso.
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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

Mensagem  Lucas Boaventura em Sex Mar 28, 2014 11:29 pm

Lucas seguiu acompanhando o raciocínio de seus irmãos, pelo menos dos que tinham. O Duque era deveras respeitoso com a questão hierárquica do clã, o que era algo bom. Temia que o homem acostumado à comandar tropas pudesse ser um pouco intransigente nesse sentido, mas ficou aliviado ao ver o contrário. Apenas maneou a cabeça positivamente quando das considerações de Luís Alves sobre a periculosidade de atrair Rurik e quanto à importância da influência e domínios do clã na cidade. Na verdade,Lucas Mal esperava para discutir ostensivamente essa parte.

Contudo, o Primógeno não pode deixar de assumir um semblante de decepção quando Eugênio tomou a palavra. O homem era um caso perdido e Lucas começava a ficar realmente preocupado com isso. Eugênio falou, repetiu coisas, nada acrescentou e nada comunicou. Era inerte. Esse pequeno diretório reunido estava prestes a toar decisões importantes para o clã, e provavelmente Eugênio não teria importância em nenhuma delas.

Montecchio, como era de se esperar, fez considerações de muita valia e que deveriam ser discutidas. As palavras finais da mulher fizeram o semblante de lucas mudar para um pequeno sorriso. Ou ele estava fantasiando, ou havia entendido bem o que aquelas palavras queriam dizer.

O Primógeno olhou para a Praetor, aguardando que a irmã se pronunciasse.

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Mensagem  Marie-Amélie Bourdon em Ter Abr 01, 2014 11:04 pm

- E agora todo o trabalho com os tremeres pode ter sido perdido *diz Marie-Amélie com um menear irritado da cabeça* Felizmente, ainda mantemos os bons contatos com malkavianos e brujahs. Minha sugestão é que dediquemos a próxima noite a recuperar nossa posição na corte... recuperar nossos contatos. Não podemos permitir que uma aliança que é um dos pilares da Camarilla, como a entre ventrues e tremeres, se perca por tão pouco. Creio que, junto com o fundo comum, essa deva ser nossa prioridade.

*Cruza e recruza as pernas enquanto reflete um pouco*

- Madame Montecchio, tínhamos falado no carro de indicar vosso nome para o principado, se lhe aprouver. Vejo pelo seu discurso que essa posição não parece lhe ser agradável. Gostaria de dizer, à senhora também, que vim por indicação do Diretório, e que estou à disposição do clã, na ausência do sr. Kennedy, inclusive para essa posição.

*Faz uma pequena pausa incomodada*

- Isso se os outros clãs que estão reunidos neste momento não deliberarem diferente...

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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

Mensagem  Lucas Boaventura em Qua Abr 02, 2014 8:03 am

Após o pronunciamento da Praetor, Lucas toma novamente à palavra, se dirigindo em um primeiro momento à Jéssica Montecchio.

"-Tem razão senhorita Montecchio. Não havia notado o avançar da hora. É uma lástima não termos um representante naquela reunião, pode parecer que o clã Ventrue está fugindo. Mas tem razão. De pouco adiantaria estarmos lá sem estarmos sólido em nossas ideias, metas, e principalmente, bases. Na próxima noite eu, como primógeno, tratarei de me retratar aos demais por isso."

Ele faz uma pausa.

"- Voltemos então ao ponto um. Meu receio para com a questão de Rurik Price, é que uma caçada de sangue declarada leve nosso traidor, ou seja lá o que ele for, a encontrar a morte final antes que informações sejam extraídas. Eu entendo que precisamos formalmente exigir a caçada, mas devemos garantir que seremos nós a pegá-lo. Isso nos auxiliaria na reconstrução de nossas alianças, inclusive. Sei que nada sabemos sobre o indivíduo, mas creio que possamos elaborar uma emboscada. Pode ser perigoso? Pode, e provavelmente seja, mas o que eu não sacrificaria por este clã?"


O Ventrue deixou as últimas palavras flutuarem no ar. Esperava que isso motivasse outros. Lucas queria pegar o bastardo a todo e qualquer preço.




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Jéssica Montecchio - Lucas Boaventura | Luís Alves | Eugênio de Beauharnais | Marie-Amélie Bourdon

Mensagem  Narrador em Qua Abr 02, 2014 11:40 am

Com tranquilidade, Jéssica responde à Lucas e Marie-Amélie:

'- Com o perdão das palavras, Primógeno Boaventura, mas não acho que se arriscar de tal forma seja válido. Não sabemos muito para ter certeza do nível de poder com o qual lidamos e ainda sofremos o risco de uma contra-emboscada. Tudo que a Casa Real não precisa agora é de perder mais membros para a Espada de Caim e essa é a minha maior preocupação em uma ação de tamanha ousadia.'

Faz uma pausa, olha para Luís Alves e segue dizendo:

'- E devo reafirmar o que o Sr. Alves já falou, a caçada de sangue, uma vez pedida, deixará claro nosso empenho em encontrar e destruir o traidor. Algo necessário após a traição partir de nossa casa.'

E, em seguida, dialogando com Marie-Amélie, comenta:


'- E concordo com Marie-Amélie de que restabelecer os contatos diplomáticos deveriam ser prioridades mas, no que tange a uma possível decisão tomada pela corte na nossa Ausência, não é nada que não possa ser negociado e se desejarmos mesmo o principado, pode significar apenas que demoraremos mais algumas noites para assumir nosso posto de direito. Como disse anteriormente, não tenho interesse em cargos públicos mas tenho total apoio à sua candidatura Sra Praetor, assim como apoiarei qualquer candidatura lançada por este diretório com todo o meu vigor e com todos os meus recursos.'
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Luís Alves - todos

Mensagem  Luís Alves em Qua Abr 02, 2014 2:34 pm

Luís Alves ouve atentamente todos os comentários com sua cara de dois de paus habitual, que está em consonância com sua voz sem expressão, robótica, um esforço para manter algum nível de civilidade diante da besta assassina que se tornou.

Ouve as palavras dos dignatários do clã, mas não esboça muitas reações. Diante das palavras de Jéssica, apenas balança levemente a cabeça em sinal de concordância.

Ao terminarem de falar, toma a palavra e setencia serenamente:

_ Eu trocaria dois Malkavianos por um Tremere na atual conjuntura. Os brujahs me parecem dispensáveis se estiverem lutando, e inúteis se estiverem em paz. Em um contexto de guerra, ainda mais em uma operação ofensiva como é a nossa nessa cidade, pesos inúteis atrapalham mais que ajudam e dificilmente passarão despercebidos de modo que, para mim, se um Brujah não estiver lutando, ele deve ser enviado para o banho de Sol.

Então vira para a Praetor e diz observando os argumentos da mulher:

_ Eu não tenho dúvidas sobre a capacidade política e diplomática de uma cainita renomada como a senhora. Apoio incondicionalmente sua candidatura ao principado. Fico feliz que esteja na cidade e nos lidere, de modo que confio plenamente em sua competência para reestabelecer os laços com os Tremeres e Nosferatu, como confio também em nosso primógeno. O peso de nosso clã nas relações, entretanto, não se consolidará apenas com boas conversas e sorrisos amigáveis, a senhora precisa liderar um clã influente e para isso precisamos iniciar o mais rápido possível essa consolidação. Por isso, mantenho a proposta de distribuir tarefas de ampliação da influência do clã no mundo mortal. Sobre o fundo comum que ventilei em minha fala inicial, creio que já se tornou então ponto pacífico. Espero um telefonema da Praetor com ordens para proceder a transferência dos recursos.

Virando para Boaventura, Luís continua:

_ Respeito muito os guerreiros e líderes militares, caro primógeno, e não tenho dúvidas de que você é um. Mas os postos mais altos da hierarquia são cruciais para o sucesso de qualquer organização ofensiva, e colocá-lo em risco significa colocar em risco toda a operação. Por isso solicito veementemente que o senhor se abstenha de caçar Rurik Price com as próprias mãos por enquanto. Posso lhe fornecer logística e homens para auxilia-lo sob seu comando, caso seja de seu interesse.

E olhando para Jéssica, afirma:

_ Reafirmo, agora junto com minha irmã Montecchio, a proposta de decretar a caçada de sangue. Além do prêmio, poderemos dar os recursos necessários para que um agente escolhido por nós tenha maior sucesso. Assim nos precavemos contra a possibilidade de alguém destruí-lo antes de que possamos interroga-lo.

Luís olha para Eugênio que ainda não havia dito nada, mas o fita por alguns segundos em sinal de respeito. Depois fala a todos e divide suas atenções com todos presentes.

_ Não é surpresa para ninguém que o famoso Duque de Caxias tenha influência no exército, atualmente controlo o segundo exército - sediado no Rio de Janeiro, embora esteja enfrentando problemas com a senhorita Dora Thompson, oriunda do primeiro, sediado em Brasília. Além dessa influência, controlo a diretoria da FIRJAN e atualmente utilizo sua expressão política para tentar estender meus domínios sobre o setor de telecomunicações, essencial para as operações militares. Tenho interesse em alguns coronéis da Polícia Militar que respondem diretamente aos generais do exército. Segurança é minha especialidade e, caso me concedam essa oportunidade, me empenharei totalmente nessa área em prol do Sangue Ventrue.

O ventrue se cala e olha para Eugênio, que falara pouco e sempre depois de Luís, embora ambos estivessem na mesma condição dentro da gerousia. Torcia para que seu irmão fosse útil, caso contrário teria que reavaliar sua tática para o clã. Se Eugênio não dissesse a que veio esta noite, Luís Alves tinha planos para reestruturar sua mente. Mas isso precisaria ser melhor debatido com a Praetor. Ou não.

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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

Mensagem  Lucas Boaventura em Sex Abr 04, 2014 7:58 am

Lucas respira fundo e suspira em concordância com as palavras de seus irmãos de clã. Fez isso por pura força de expressão. Ele queria caçar Rurik Price. Sua soberba e seu senso de superioridade o impediam de imaginar que o traidor fosse capaz de subjugá-lo ou de preparar uma contra emboscada. Para Lucas, estavam perdendo tempo. Mais cedo ou mais tarde deveriam se expor diante de seus inimigos, e se esconder era um subterfúgio para a covardia.

"- Compreendo a preocupação dos senhores. Então por hora temos uma decisão quanto a Rurik Price. Nossa Praetor estará encarregada de administrar o fundo coletivo e na próxima noite, irei pedir ao conselho dos Primógenos, ou quem sabe a um príncipe eleito,  a instauração de uma Caçada de Sangue."

Faz uma breve pausa.

"- Então estamos decididos quanto ao primeiro e ao terceiro item de nossa pauta, uma vez que o segundo item, nossas relações diplomáticas com os demais clãs, precisa ser trabalhado ponto a ponto. Sugiro nesse caso, elegermos cada um dos membros aqui presentes, para estabelecer diálogo com um clã diferente. Nossa Praetor já demonstrou alguma relação para com os Malkavianos e os Toreador, e a Senhorita Montecchio tem progredido bem com a ralé. Nos sobram os Nosferatu e os Tremere. Eu devo admitir que comecei com o pé errado com os feiticeiros no calor dos acontecimentos desta noite, e como primógeno, não posso deixar que minha antipatia natural pelo clã se torne um obstáculo. Sendo assim, talvez o Duque possa assumir as conversas com os Nosferatu? Se todos concordarem, creio que podemos trabalhar então nosso ponto final, e alinhar e expandir nossas áreas de influência."

Lucas sequer cogitou Eugênio para um diálogo desse porte. Na verdade, o que Lucas esperava de um Ventrue era que ele mesmo se posicionasse e demonstrasse sua intenção de contribuir para com o clã, mas Eugênio era qualquer coisa menos um Ventrue. Pelo menos, não um que Lucas pudesse estimar. Talvez, se a Praetor assim quisesse, poderia dividir seus diálogos e passar o tratamento dos chatos dow Toreador para àquele membro, o que ainda assim, era um risco.


Última edição por Lucas Boaventura em Sex Abr 04, 2014 9:04 am, editado 1 vez(es)

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Duque - Todos

Mensagem  Luís Alves em Sex Abr 04, 2014 8:16 am

Duque sorri satisfeito. Tinha escolhido o candidato certo, suas preocupações de possíveis disputas internas começavam a se dissipar a partir do comportamento sóbrio do primógeno. Isso fazia o velho militar pensar se na verdade quem devesse se candidatar a príncipe não fosse Boaventura em vez de Marie-Amelie.

Ao término das palavras de Lucas, o Duque somente concorda satisfeito com sua cabeça velha e enrugada. Luís nunca fora um verdadeiramente nobre, quando criança fora enviado com apenas 8 anos para uma escola militar e cresceu na caserna. Seus pais nunca o visitavam e seus superiores eram meninotes que não arriavam as calças sozinhos. Luís não era um nobre, não era um cavalheiro, Luiz sequer era uma pessoa. Luís gostava de cavalos, sim, de cavalos. Cavalos fazem o que é pra ser feito. Pessoas não, pessoas eram complicadas de mais e por isso Luís as matava.

Pelo menos com os nosferatu ele não precisaria fingir que era gente.

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Jéssica Montecchio - Lucas Boaventura | Luís Alves | Eugênio de Beauharnais | Marie-Amélie Bourdon

Mensagem  Narrador em Sex Abr 04, 2014 9:26 am

Estava satisfeita. O semblante de Jéssica demonstrava isso e com sua voz sempre encantadora, a Ventrue comenta as respostas dadas pelos seus pares:

'- Eu acho que demos um passo importante. A divisão de tarefas me parece satisfatória e tenho uma boa entrada com o Clã Brujah depois do incidente do Porto. É claro que ainda não definimos o que vamos querer com cada clã e sabemos que é sempre impossível agradar a todos, mas acredito que o rumo que começamos a tomar pode representar o ressurgimento de uma casa que não caiu, mas sofreu um duro golpe essa noite.'

A Ventrue olha para Luís Alves e comenta com ele:


'- Tenho um mini-exército particular aqui na cidade à disposição Sr. Alves e, tenho que alertar que até onde as minhas fontes relatam existe também influência das bestas da Lua dentro do Exército. Mais especificamente no Centro de Oficiais e de Inteligência, mas isso é algo que, se o senhor me permitir, estou cuidando pessoalmente para que se finde e assim que o caminho for aberto, espero que suas tropas possam avançar para que essa representação esteja completamente em posse da Casa Real.'

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Marie-Amélie - todos

Mensagem  Marie-Amélie Bourdon em Sex Abr 04, 2014 11:13 pm

*A ventrue sorri levemente, acenando com a cabeça em concordância com as palavras sensatas de Jéssica. É tão ambiciosa quanto qualquer ventrue, mas não tem pressa demais: passara toda sua não-vida num lugar com um príncipe milenar, onde as coisas mudam devagar demais, e acostumara-se a esperar o momento certo para tudo. A Montecchio estava certa sobre o principado, e Marie-Amélie não teria nenhum problema em esperar.*

*Quando Luís Alves começa a falar mal dos brujahs, porém, a bretã não contém uma risada, que tenta abafar escondendo polidamente a boca com as mãos. Mas não resiste a comentar para ele, com humor*

- Oh, monsieur Alves, com certeza o senhor não conhece Mikael Breizh e alguns outros meus conhecidos. Nem todos os brujah são essa ralé que o senhor imagina, se bem que daqui o único que conheci... bem merece esse título.

*Sacode a cabeça deplorando e não pode deixar de lembrar de sua Yannez. Esperava que ela estivesse bem, não teria por que não estar, longe do ninho de loucos que devia ter virado a corte de Nantes sem sua zeladora de elísio... Ouve Luís completar o raciocínio e responde*

- Não conheço esse Duque de Caxie *não consegue pronunciar o nome direito* mas fico feliz de que o senhor possa utilizar de sua influência. Pretendo aumentar a minha no meio empresarial... creio que Martine estará trabalhando para isso a partir da próxima tarde.

*Escutas as palavras de Lucas e finalmente concorda com ele. Faz um gesto positivo com a cabeça, sem hesitar, embora soubesse que talvez as coisas não fossem tão fáceis com o toreadorzinho gallo como eram sempre com Emilie*

- Perfeitamente, monsieur Boaventura, a divisão parece ótima. Acho que estamos entendidos. Por enquanto, acredito que o mais importante é que retomemos os contatos, fortaleçamos nossa posição... depois, poderemos ver o que cada clã pode nos oferecer. E então... partirmos para buscar nosso lugar de direito.

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Mensagem  Narrador em Sab Abr 05, 2014 3:20 pm

Jéssica aguarda novas manifestações.
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Re: [Barra da Tijuca] Condomínio Nova Sicília

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