Palácio Duque de Caxias

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Palácio Duque de Caxias

Mensagem  Luís Alves em Qua Set 04, 2013 12:31 pm



Refúgio de Luís Alves
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Luís Alves

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Re: Palácio Duque de Caxias

Mensagem  Luís Alves em Qui Set 05, 2013 10:40 am

Retomar o controle de um domínio é uma tarefa extenuante. A mercedes de Luís, placa preta oficial, devidamente identificada, adentrou fácil o edifício do exército. Ao sair do carro na companhia de seus dois seguranças fuzileiros e seu soldado secretário, tudo ficou mais fácil. Mesmo que os homens nunca o tivessem visto, bater continência era um rito tão automático quanto necessário.

Luís dirigiu-se com seus homens para os aposentos do general. As coisas já estavam arrumadas. Jogou seu blazer sobre uma cadeira acolchoada, sentou-se sobre a cama do século XIX, relaxou os suspensórios e disse:

- Ora, homens! A cidade está um caos e vocês aí à sombra da bananeira?! Fuzileiros, prontidão máxima à porta de meus aposentos. Quero que mandem um recado de prontidão geral para todas as instalações do exército no Rio. Secretário, você não tinha uma ordem a cumprir?

Ao saírem todos, Luís deitou-se na cama e fechou os olhos. Imaginou-se sobrevoando a cidade, lembrando-se de cada detalhe da cidade que conhecia tão bem...
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Verificação de segurança

Mensagem  Luís Alves em Qui Set 05, 2013 11:06 am

Enquanto estava com os olhos fechados, Luís deixou sua mente o levar por cada canto do Palácio Duque de Caxias. Corredores, quartos, paiól, banheiros... nada escapou da curiosidade do velho militar. [uso de Clarividência, auspícius 6]

Enquanto via rostos, sombras e corpos que vagavam o aparelho militar, Luís estava atento aos truques da ofuscação [uso de auspícius pra quebrar ofuscação e ilusões] e dos enganos da mente. Nenhum funcionário mais desatento, nenhum soldado em particular escapou de um exame rápido de áura [auspícius 2].

Alves expandiu sua verificação também para os setores em torno do prédio. Acessos, ruas, metrô, trens e pontos de ônibus. Dessa vez sua atenção recaiu sobre funcionários.

Durante todo o processo, o velho fez anotações mentais sobre o que deveria melhorar no esquema de segurança de seu domínio. Um cainita previnido dura mais. Ou não.
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Convocação do comandante do PDC

Mensagem  Luís Alves em Qui Set 05, 2013 11:24 am

Luís Alves levantou-se de sua cama, retirou o que faltava de suas vestes e entrou numa banheira de água quente. Tomar banho todos os dias foi uma das coisas que aprendeu depois de ser abraçado. Era fácil ser assiado na modernidade, seus escravos eram um sistema encanado de água combinado com um aparelho de quentura. Lembrou-se que talvez, se nunca tivesse se tornado um Ventrue, não saberia o que é estar sempre em bom estado.

Bom estado era o que não descrevia as vestes do comandante do PDC. Uma das dobras de sua camisa estava dois centímetros abaixo dos padrões do exérctio. A mente de Luís vagava suavemente por pessoas e lugares em que ele não estava [auspícius 6]. Visualizou o comandante, entrou em sua mente [auspícius 4] e projetou sua voz [dominação 6]:

_ Arrume sua farda, general. E venha até minha sala urgente sem falar com ninguém pelo caminho. (dominação 2)

Quando o general chegou, Luís já estava de farda. Sem olhar nos olhos do mortal, o cainita apontou uma taça cheia de sangue: "beba". (dominação 1).

Antes que o general pudesse terminar seu copo, ainda de costas, Luís setenciou: "Quero que você deixe nossas tropas de prontidão. Mas não dê a elas munição suficiente, quero que você trate dessa questão pessoalmente. A falta de recursos do exército deve ser sentida principalmente sobre as tropas que não comandamos no Rio. Quero que portem fuzis sem pente. Quando a crise vier, convoque uma reunião para tratar do nosso pouco recurso. Eu tratarei de subir o preço do armamento. Quando você e outros generais estiverem reunidos eu quero saber." (dominação 2)

Luís se aproximou do general e olhou bem dentro dos seus olhos: "È claro que tudo isso veio da sua mente, você merece algo melhor do que ser comandante do PDC e eles precisam saber disso. Essa reunião nunca existiu, e vc nunca bebeu sangue" (dominação 3)
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Narração - Luís Alves

Mensagem  Narrador em Qui Set 05, 2013 12:01 pm

As verificações feitas no domínio mostram um quartel abandonado, com poucos soldados de plantão, e com segurança precária. No entanto, Luís nota que todos ali eram humanos aparentemente comuns. As leituras de aura não deixam nada que pudesse preocupar o Sangue Azul. Nenhum tipo de ocultamento é avistado pelo Venture. O comandante, após convocado, segue todas as instruções de Luís e, após beber o sangue e receber as instruções, o homem apenas indaga ao cainita:

'- Mais alguma coisa, Senhor?'
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Resposta ao General do PDC

Mensagem  Luís Alves em Qui Set 05, 2013 12:23 pm

- Melhore a segurança do prédio. Faça isso aos poucos e sem chamar a atenção. Quero os melhores homens aqui. Quero o que existe de mais sofisticado em tecnologia. Se o exército não puder arcar com os custos, dinheiro não é problema, eu resolvo. Dispensado.

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Ligação Para Leon Smith Kennedy

Mensagem  Luís Alves em Qui Set 05, 2013 12:51 pm

Luís Alves passa a mão no telefone de seu quarto e disca o número de Leon Smith Kennedy. Com as pernas cruzadas em sua poltrona acolchoada, o velho general espera uma resposta do irmão sangue azul.

"Trurrrmmm...." [off: telefone]
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Narração - Luís Alves

Mensagem  Narrador em Qui Set 05, 2013 1:05 pm

O comandante se retira e deixa Luís a sós. O Ventrue ouve o telefone chamar por três vezes até que uma voz feminina com forte sotaque latino atende à ligação dizendo:

'- Telefone do Sr. Kennedy, Esther González falando, em que posso ajudar?'
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Telfone

Mensagem  Luís Alves em Ter Set 10, 2013 7:44 pm

_ Luís Alves de Lima e Silva, senhora. Outrora reconhecido por sua Majestade o Imperador Dom Pedro II como Duque de Caxias.  Boa noite. Procuro por meu irmão de sangue Leon Smith Kennedy, em respeito à tradição da hospitalidade e por votos de reconhecimento a tão alta dignitas.

Luís se dirige à mulher em tom metálico. Sua voz não expressa emoção alguma. Por traz do semblante impávido, um pessamento corroía sua besta, entretanto: "Ora, pois... começam assim.. em breve terei que lidar com elas no generalato"
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Narração - Luís Alves

Mensagem  Narrador em Qua Set 11, 2013 7:32 am

A mulher ouve tudo que é dito e responde educadamente:

'- O Sr. Kennedy está reunido com alguns representantes de outras famílias tradicionais nesse momento para discutir questões de segurança mas pediu-me que encaminhasse todos os membros da nobreza para a Ilha Fiscal, assegurando-lhe que trata-se do local mais seguro de toda a cidade.'
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Resposta - Telefone

Mensagem  Luís Alves em Qua Set 11, 2013 10:08 am

Ao término da fala da mulher, Alves encontrava-se com seu orgulho ferido. Por outro lado, cainitas da mais alta estirpe deveriam estar na cidade e isso, de certa maneira, o reconfortava. Respondeu:

_ Avise ao caro senhor Kennedy que Luís Alves estará em breve em terreno sagrado, como ordena a cortesia. Devo me ater a algum horário específico, senhora? Tenho alguns afazeres antes que a noite termine.

Dessa vez, Luís foi mais simpático em seu tom de voz. Não era todo dia que uma qualquer dispensava o velho militar. De general a simples soldado em uma ligação. O número 23 começava a se fazer sentir.
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Narração - Luís Alves

Mensagem  Narrador em Qua Set 11, 2013 12:22 pm

Após ouvir as palavras de Luís, a carniçal responde:

'- Eu não sou capaz de lhe precisar o horário que a reunião do Sr. Kennedy irá terminar, o que estou autorizada a informar para a realeza é que a mesma se fez necessária para resolver questões que vão garantir a segurança de todos. Haverá um comunicado no Ellisium assim que a reunião acabar. A Srta Montecchio estará na Ilha Fiscal e irá passar mais detalhes ao senhor.'

Montecchio era um sobrenome famoso. Tratava-se de uma das famílias que controlava a máfia italiana e que historicamente era ligada aos lobisomens, mas que, segundo boatos que pareciam ser concretos pela descrição da carniçal, agora tinha um membro na realeza.
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Resposta - Telefone

Mensagem  Luís Alves em Qua Set 11, 2013 1:56 pm

Luís conhecia o renome dos Monteccio. Mafiosos, ardilosos, foras-da-lei da pior espécie. Suas ligações com os garou ainda lhe eram um mistério, mas o suficiente para manter uma distência respeitosa. Ser recebido em um Elíseos por uma Monteccio já lhe sinalizava problemas. Mas era para resolver problemas que servia o Duque.

_ Tudo em ordem, senhora. Estarei lá o quanto antes. Tenha um ótima noite e deseje meus votos sinceros de hospitalidade e fraternitas ao senhor Kennedy.

Luís Alves esperou pacientemente a resposta da mulher para então desligar o invento de Grahan Bell com a polidez de um fidaldo. Discou outro número e deu ordens aos seus homens que preparessem seu carro para uma pequena viagem até a Ilha Fiscal. Enquanto os procedimenos de segurança eram feitos pelos soldados, Luís Alves ocupava-se em vestir pesada endumentária: medalhas conquistadas em campo, correntes de ouro ligando da ombreira da farda à gola representavam a mais alta patente militar assim como o ducado. Coturnos polidos ao ponto de espelharem, abotoadeiras de prata forjadas em Petrópolis no século XIX, e o espadim do general Paraguayo Vincente Barros completavam sua veste garbosa.

Ao ser avisado pelos seus subordinados que todos os procedimentos foram cumpridos, Luís Alves deixou-se escoltar até sua condução oficial. Dentro do mercedes negro, sua voz metalica setencia:

_ Ao primeiro distrito naval, soldado motorista. E desligue esse rádio. Estou farto de notícias.
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Re: Palácio Duque de Caxias

Mensagem  Narrador em Qua Dez 25, 2013 6:42 am

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Re: Palácio Duque de Caxias

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