Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

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Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

Mensagem  Kazak em Seg Jun 22, 2015 11:50 am


Num prédio comum da zona norte do Rio de Janeiro fica um dos refúgios de Kazak. O prédio não apresenta nenhum aparato que o diferencie das demais residências da área e foi escolhido exatamente por isso. Discrição é a alma do negócio.

Em seu interior  o apartamento era ligeiramente diferente dos demais, para quem conhecesse o prédio. Ele parecia um pouco menor e se limitava a um quarto e sala bem mobiliado e confortável para seu dono. Antes de se mudar para a cidade o  apartamento foi modificado tendo o menor de seus quartos suprimido do resto. Sua existência passou a ser de conhecimento apenas do novo morador e em seu interior existe uma confortável cama, um pequeno armário com algumas peças de roupa, uma mochila, duas Glocks 17 carregadas e uma granada.  Atrás de um fundo falso ainda existe um cofre e ao lado uma bancada com todo o aparato necessário para a fabricação de munição.

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Kazak - Narração

Mensagem  Kazak em Seg Jun 22, 2015 12:44 pm

A noite já ia avançada quando o assamita finalmente alcança seu refúgio. Ele entra pela garagem e pára sua moto na vaga que tinha alugado de outro apartamento, deixando sua vaga vazia. Desce e caminha tranquilamente até o elevador. Era um homem esguio, de porte atlético e com uma altura que não fugia à média brasileira. Ao tirar o capacete percebe-se a feição de uma pessoa de meia idade, calvo, com uma barba irregular e com os poucos cabelos loiros desgrenhados pelo uso do capacete. Usava um casaco de couro preto com uma calça cargo preta, completando o visual com uma bota de cano curto também preta.

Ele sobe até seu apartamento, entra e coloca o capacete e sua mochila em cima da mesa. Devido à viagem de quase seis horas e ao avançado da hora, o cansaço começa a dar sinal. Toma um banho para tirar a poeira da estrada, permanecendo com a calça e um casaco surrado que tinha por baixo da jaqueta de couro. Anda um pouco pelo apartamento para conhecê-lo já que nunca estivera ali antes, olha pela janela observando a vizinhança e possíveis rotas de fuga em caso de ataque, abre a geladeira que estava quase vazia e parte para o quarto secreto.

Lá dentro ele abre logo o armário procurando as duas pistolas e a granada. Ao encontra-las confere se estão carregadas e as coloca em cima de um criado mudo ao lado da cama. Abre a janela que tinha no cômodo para ventilar um pouco, inspeciona sua bancada e a qualidade do maquinário lembrando da época em que começou a fabricar sua própria munição como consequência natural de seu desenvolvimento na arte de atirar. Sentia necessidade de conhecer e dominar todas as etapas de seu ofício que, talvez, pudesse ser visto por alguns como uma arte. Para ele a vida era bem menos colorida do que isso. Era um profissional e pronto.

Ao reparar que tudo estava conforme suas instruções e que ainda tinha tempo resolve ligar a tv para começar a se inteirar da situação da cidade. Não tinha grandes expectativas, mas podia, com sorte, ver alguma coisa útil. Aproveita e puxa da mochila que trouxera consigo um mapa da cidade e seu laptop. O mapa ele abre aos seus pés e o laptop ele liga para dar uma conferida em seus emails. Enquanto esperava o outlook carregar ele puxa o celular do bolso e confere se existe alguma ligação perdida ou nova mensagem.

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Narração - Kazak

Mensagem  Narrador em Ter Jun 23, 2015 10:16 am

Todos os noticiários estão focados no incêndio misterioso no Parque Estadual da Pedra Branca. Especulam se terá ligação com os outros incidentes envolvendo "ações terroristas" na cidade. Um breve histórico passa entre algumas coberturas, o suficiente para que Kazak soubesse onde estava pisando.
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Tomando pé da situação

Mensagem  Kazak em Qui Jun 25, 2015 11:43 am

Eu tinha chegado há poucos minutos, mas não consegui parar e descansar. A noite já devia ir avançada e o tempo estava muito melhor do que eu, geralmente, encontrava na Sibéria ou mesmo em Berlim. Não que fizesse diferença na minha condição, mas o termômetro próximo de um de meus refúgios marcava 27º e já eram 4 horas da manhã. Não sei como aquelas pessoas conseguiam viver nesse inferno. Isso pra não falar dos pernilongos. Como preferi ficar num apartamento mais baixo que facilitava alguma possível retirada forçada, sofria uma verdadeira invasão todas as noites. A luz de um poste próximo parecia atraí-las principalmente nessas noites quentes e dali pra dentro do apartamento era um pulo. Ficavam se debatendo contra a lâmpada do apartamento e a tela da televisão.

Mas quero falar é das notícias que os jornais traziam sobre a cidade. Na noite em que cheguei o noticiário só falava de um incêndio em um parque local. O nome era Pedra Branca e a imprensa especulava sobre uma possível ação terrorista. Colocar fogo num Parque não me parecia algo que um terrorista faria, mas os jornais especulavam sobre isso e passavam um breve histórico sobre outros atentados recentes ocorridos na cidade. Como andei muito, acabei conhecendo um pouco a forma como a Camarilla atuava e ali me parecia ter o dedo dela. O anonimato sempre foi uma coisa importante para os membros, principalmente, para os fiéis à Camarilla.

Não sei se você sabe, mas eu sou um caçador e a coisa mais importante em uma caçada é saber onde se está pisando. Conhecer o habitat onde se caça é fundamental e quando você tem o risco de, por algum descuido, virar a caça, se torna uma questão de existência. Depois disso, conhecer os hábitos de suas possíveis presas. Todo animal é um ser de hábitos. No caos aparente existe lógica e rotina. A vida de qualquer ser, inclusive os não-vivos, tende para a rotina. Da forma de se alimentar à escolha dos negócios tudo leva para a acomodação dentro de uma zona de conforto conhecida como hábito ou costume e esse é o começo do fim. Se você conhecer muito bem essas duas coisas talvez você consiga sucesso em sua empreitada.

Com base no histórico apresentado pelos jornais fui procurando e marcando as áreas num mapa da cidade que tinha a meus pés. É difícil alguém que não conhece praticamente nada da cidade fazer isso, mas o próprio noticiário me fornecia detalhes que facilitavam meu trabalho. Obviamente comecei pelo Parque da Pedra Branca que era o mais atual. Marquei ele e percebi que ficava bem distante de onde eu estava. Tinha ainda um outro parque bem perto, na Tijuca; um lugar no centro da cidade chamado Ilha Fiscal e uma maternidade em Santa Cruz que também era bem longe.

O parque na Tijuca não me parecia apropriado já que eu tinha notícias de Lobisomens por lá e, provavelmente, eles ficariam em áreas como essa. Numa rápida olhada pelo mapa pude reparar que se tratava de uma enorme área verde encravada no meio da cidade. Já viu algum lobo andando sozinho? Nem eu. O mesmo valia para a Pedra Branca, além da distância.

Descartada a maternidade, restava a tal ilha fiscal.

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lembranças de Berlim

Mensagem  Kazak em Seg Jun 29, 2015 4:08 pm

Eu ainda estava olhando as marcações no mapa imaginando o que faria na noite seguinte quando, para minha surpresa, recebi uma mensagem no celular. Pensei que fosse o Daniel, mas tinha falado com ele há pouco tempo e ele sabia que ansiosidade era algo que eu não lidava muito bem. Quando olhei vi que o número era de um irmão que conheci quando estava ativo em Berlim e que até recentemente não tinha tido mais contato.

“Já estou na cidade. Amanhã nos falamos com mais calma, meu amigo.”- dizia a mensagem.

Durante um tempo ele operou conosco e se mostrou um irmão valoroso. Por um acaso desses da vida acabamos nos tornando, como ele diz, amigos. Olhando com os olhos de hoje talvez o senso de propósito tenha nos aproximado. Ambos respondíamos a Alamut e acho que éramos o que mais recentemente se costumou chamar de Workaholic. O problema é que as coisas mudaram de Berlim para o Rio.

Em Berlim eu era mais um soldado de Alamut a serviço de nossa causa. Tínhamos acabado de sair do treinamento e agíamos sob a supervisão de meu senhor. As coisas eram mais simples e fáceis naquela época. A ordem chegava, ele organizava a ação, cada um executava sua parte e tudo acabava bem. Porém, como dizia o filósofo, tudo que é sólido se desmancha no ar. Fomos traídos, emboscados e aniquilados. Junto com minha célula ruíram também minhas certezas. A traição tem esse poder e ela não me deixou nada no lugar. Foi a partir dali que optei por me tornar o que alguns classificam como despojado. Sabe o que isso significa para mim? Liberdade. Sabe o que significa para os outros? À venda.

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Narração - Kazak

Mensagem  Narrador em Ter Jun 30, 2015 10:19 am

Uma nova mensagem do mesmo autor chega no celular de Kazak. O conteúdo dizia: 'Alvo urgente e bem remunerado, preciso dos seus serviços ainda nesse fim de noite. Mais especificamente agora. Queimar tudo e matar todos sem ser visto, inclusive pelas câmeras. Apenas lacaios no local, urgência máxima. Cliente bom...'

Junto da mensagem vinha o endereço do Instituto Europeu de Design - Antigo Cassino da Urca e uma foto do lugar.
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Kazak - Narração

Mensagem  Kazak em Ter Jun 30, 2015 11:29 am

Sabe o que é mais curioso? É que logo que cheguei na cidade já recebi uma mensagem com um serviço. Segundo ela, o trabalho não envolvia outros membros, apenas lacaios que ocupavam um imóvel num lugar chamado Urca. Era um casarão antigo que parecia estar em reforma. Quando olhei no mapa vi que o local era na beira da praia e que não era tão longe de onde eu estava. Provavelmente eu não teria problemas em ir e voltar rapidamente. Quer saber? A verdade é que eu estava doido pra me exercitar um pouco. Tanto é que em minutos eu já tinha guardado minhas coisas, incluindo meu rifle, pego a granada e as pistolas, ajustado a rota no GPS e saído do apartamento.

OFFf: continua em Ruas - Zona Sul

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Kazak - Narração

Mensagem  Kazak em Ter Jul 21, 2015 10:44 am

Voltei para meu refúgio depois do trabalho executado e sem demora me recolhi. O Sol não tardaria e não era possível fazer mais nada naquela noite.

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FIM DE NOITE

Mensagem  Narrador em Qua Jul 22, 2015 10:14 am

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Kazak acordado e pronto pro serviço

Mensagem  Kazak em Seg Set 14, 2015 10:15 am

Depois de uma chegada mais movimentada do que eu imaginava, uma nova noite se iniciava. Acordei tranqüilo em meu refúgio, tinha inúmeras coisas pra fazer. Minhas experiências sempre demonstraram que conhecer o terreno onde se está pisando era o diferencial entre a morte final e a não-vida, e era a primeira vez que pisava no Rio de Janeiro. Sendo assim, resolvi começar pelo óbvio: conhecer a cidade e seus moradores.

A imprensa local poderia me dar alguma informação útil pra começar a noite.

OFF: Kazak vai dar uma conferida no que os jornais televisivos estavam falando.

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Narração - Kazak

Mensagem  Narrador em Seg Set 14, 2015 11:24 am

As notícias falam muito das confusões da noite anterior: incêndio no Parque da Pedra Branca, na Zona Oeste, alguns assaltos a bancos, tiroteios em comunidades, investigações sobre um massacre num orfanato da Zona Norte e na Cidade de Deus que não avançam, mais poderes para a FESN na caça aos terroristas, enfim, uma cidade caótica. Uma notícia que destoa um pouco é a do roubo das Vigas de um elevado (Perimetral) em obras na região do Porto e de trens urbanos do estacionamento da Supervia (também no centro). Crimes que não tinham suspeitos. O incêndio causado por Kazak não estava no noticiário e o Assamita recebe uma mensagem de seu fiel contato:

'Serviço da noite: destruir tudo e atear fogo nessa cobertura na Zona Sul'

O endereço era nobre e Kazak não sabia quem era o dono do imóvel.
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Kaza

Mensagem  Kazak em Sab Set 19, 2015 12:27 am

As notícias que a imprensa local transmitia eram interessantes, mas acabei sendo atraído por uma mensagem que acabava de chegar com um novo serviço.

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TELEFONE

Mensagem  Mansur Al Rashid em Seg Set 21, 2015 8:51 pm

Kazak então houve seu telefone tocar. Pelo número ele facilmente reconhecera como sendo o recém chegado com quem havia falado na noite anterior.

- Boa noite, irmão. (assim se apresentava o assamita)

- Ontem pelo avançar da hora não foi possível nos falarmos como deveríamos, mas hoje é outro dia.

- Estou em Santa Teresa, acho que é assim que se fala. Gostaria de saber como fazer para encontrá-lo e ser informado da situação deste meu novo lar.

Rashid aguardava a resposta de seu irmão e não via a hora de voltar à ação.
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Kazak - Rashid

Mensagem  Kazak em Ter Set 22, 2015 9:15 am

Enquanto eu ainda tentava me situar diante das notícias que chegavam pelo noticiário local meu telefone tocou. O número me era familiar, um irmão conhecido em minha estada na Europa.

Atendi o telefone...

“- Spakóinai nótchi!” A resposta saiu quase que instintivamente diante da saudação.

... ainda não conhecia a cidade, mas, obviamente, não marcaria essa conversa em meu refúgio. Por isso, marquei em um Edifício Garagem não muito longe.

“- Sabe chegar na XXXXX? Me encontre lá em 20 minutos.”


OFF: Spakóinai nótchi = boa noite

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Re: Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

Mensagem  Mansur Al Rashid em Sex Set 25, 2015 12:25 am

Obviamente Rashid não fazia a menor ideia de como chegar ao local marcado, principalmente por ter acabado de chegar ao país. De toda forma, como uma rastreador, ele apenas pede o endereço:

- Me dê o endereço que daqui eu pego um Táxi. Sem problemas.
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Kazak - Rashid

Mensagem  Kazak em Sab Set 26, 2015 7:39 am

Era uma noite agradável e eu estava olhando a movimentação das pessoas pela janela. Para supresa minha Rashid parecia não possuir uma forma própria de se deslocar pela desconhecida cidade é isso era um problema. Sem tempo e nem vontade de M alongar muito ao telefone mudei o local para o que parecia ser um bar na esquina de meu refúgio. Pela janela o lugar me parecia discreto o suficiente para uma primeira conversa entre conhecidos.

"- Mudança de plano. Me encontre no bar xxxxxx."- o Assamita dá uma rápida conferida no mapa que já estava aberto em seu laptop e complementa - "- Ele fica na rua xxxxxxxx. Esteja lá em vinte minutos."

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Kazak - Rashid

Mensagem  Kazak em Ter Set 29, 2015 8:17 am

Diante do silêncio o assamita apenas aguarda a resposta de seu irmão de clã.

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kazak - rashid

Mensagem  Kazak em Sex Out 02, 2015 8:25 pm

O assamita tira o telefone do ouvido e observa o visor para conferir se a ligação ainda existia. Ele então coloca o telefone de volta ao ouvido e comenta:

"- Tas aí?"

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Re: Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

Mensagem  Mansur Al Rashid em Seg Out 05, 2015 10:13 pm

Por um momento o assamita agiu como um Toreador. Contemplou o horizonte e esqueceu de seu irmão de clã. Quando volta a si, Rashid responde. Estou indo para este endereço. Já estou no Táxi e no caminho.
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Kazak - Rashid

Mensagem  Kazak em Ter Out 06, 2015 9:11 am

Depois de um tempo meu irmão responde concordando com minha indicação. Desliguei o telefone e voltei aos meus preparativos para a noite que já começava com um alvo. A mensagem que recebi um pouco antes da ligação falava de outro imóvel na cidade. Como ainda estava me familiarizando com a cidade recorri mais uma vez ao google pra ter uma ideia de onde seria a tal cobertura.

Alguns minutos depois já era a hora de ir encontrar meu irmão. Recolhi minha coisas á que não pretendia voltar para aquele refúgio e desci para o estacionamento. Peguei a moto e sai do prédio para o encontro.

OFF: continua em Ruas Zona Norte

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Re: Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

Mensagem  Narrador em Seg Abr 11, 2016 9:22 am

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Re: Edifício São Petesburgo - Refúgio de Kazak

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