Santuário para Gatos - Tijuca

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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

Mensagem  Convidado em Qua Jun 04, 2014 8:47 am

Natasha aperta forte as mãos de Emilie, sentir carinho era bom, e era mais um ponto a favor da dançarina, parecia até que haviam dado um dossiê de como lidar bem com a menina gato, mas ela não estava noiada com aquilo, porque estava muito legal tudo aquilo, apesar da situação de vida ou morte que Emilie dizia, a garota sempre tinha a habilidade de enxergar um lado positivo mesmo na pior das situações.
Quando Emilie fica atonita, Natasha fica completamente sem jeito, era dificil os Cainitas aceitarem esse fato, mas ela tinha esperanças que Emilie aceitasse, e foi isso o que aconteceu, a garota de cabelos verdes abriu um largo sorriso aliviado quando ouve o interesse de Emilie em sua história, e começa:

" - Fui sequestrada pelo meu mestre quando eu era um bebê, ele possuia um Harem e criava apenas meninas exóticas e lindas para saciar o seu prazer. Bem, de algum modo ele pode notar o meu sangue felino, e acho que isso o excitava, principalmente por causa disso." Natasha tira debaixo da saia uma cauda negra, felpuda e felina que estava escondida entre suas pernas, a cauda do lado de fora, balançava levemente de um lado a outro " - As outras meninas iam ficando loucas e descontroladas, mas eu sempre fui a melhor, servindo bem o meu mestre, o desejo dele era o meu melhor prazer. Mas depois de algum tempo, parece que ele mecheu com algum Cainita, que os domínios dele foram invadidos e ele foi assassinado, lá em Portugal, o homem que o Matou era um Malkaviano e se apaixonou por mim a primeira vista e por isso que foi meio que adotada pelos vampiros, mas o meu Romance com ele é história para outro dia.."

Natasha faz uma expressão de insegurança e diz de modo doce:

" - Posso confiar em você, não é? Não vai contar esse meu segredo a quem não interessa saber, certo?"

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Emilie - Natasha

Mensagem  Emilie Blanc em Qua Jun 04, 2014 6:35 pm

Emilie escuta Natasha atentamente, franzindo os olhos, como se compreendesse o sofrimento dela, e apertando os lábios cheia de agonia por isso. A menina-gato tinha uma história de abuso muito parecida com a sua, mas a bailarina demora a entender o que a irmã de clã queria dizer com "ter sangue felino". Porém quando ela lhe mostra a cauda seus olhos se arregalam, totalmente estupefata, mas assim que o choque passa, a mão de Emilie se aproxima do membro felpudo, hesitando apenas por um momento, como quem pede permissão, antes de tocar os pelos negros, um tanto aturdida.
- Eu nunca vi algo assim antes...

Balançou a cabeça, entendendo perfeitamente o que ela falou sobre a situação das outras meninas e a disposição que tinha em fazer seu melhor. Emilie já havia sido parte de um "harém" e sabia quanto essa rotina era opressiva, mas fica ainda mais impressionada pelo final do relato. Não pelo conflito em si, mas pela profunda similariedade com sua própria história. Tinha sido salva por uma malkaviana também, em várias maneiras.

Ainda refletia sobre aquelas semelhanças quando Natasha manifesta sua insegurança. Rapidamente, a loira agita a cabeça, dizendo com firmeza.
- Não! Não vou contar o seu segredo pra ninguém. Pode confiar em mim, o que aconteceu com você vai ficar só entre nós. - com um tom mais brando, continua - porém, vamos precisar justificar de alguma forma para nossos irmãos o fato de você não conseguir acessar a Rede... Os outros não precisam saber, mas os de nosso clã precisam entender suas limitações.

Emilie ajeita cuidadosamente os cabelos de Natasha, colocando-os atrás da orelha.
- Vamos dizer que você é uma Catiff que foi adotada pelo clã? Tudo bem? Você sabe o que é um Catiff, não é mesmo?

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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

Mensagem  Convidado em Qui Jun 05, 2014 8:15 am

Natasha assente com a cabeça para que Emilie tocasse sua cauda, de um certo modo sentia um pouco de nervoso, não era um lugar onde um gato gostava de ser acariciado, mas só de leve não teria problema, após o término da averiguação de Emilie, a garota de cabelos verdes abre um pouco as pernas e esconde sua cauda entre elas, aquilo era desconfortável, mas o mundo não estava preparado para se deparar com híbridos de mulher e animal.
Com a segurança que Emilie passa sobre o seu segredo, Natasha suspira aliviada, aquilo era um Tabu, então ela diz assertativa:

" - Muitos cainitas acabam me confundindo com uma Licantropa Gato e os Lobisomens podem me confundir com uma Gangrel, então é dificil para mim ser uma transição entre um e outro e não pertencer realmente a nenhum dos lados..."

Ao ouvir sobre a rede Malkaviana ela balança negativamente a cabeça e diz:

" - Você se enganou Emy, posso te chamar assim? Eu posso sim entrar na Rede Malkaviana, ouvir o que se passa lá, e com muito esforço até mandar uma mensagem por ela para algum primo dentro da cidade, o problema é que isso não é natural para mim, entende, Afinal não sou uma Cainita, quanto menos uma Malkaviana, mas com mais alguma prática eu posso ficar mais acostumada com isso, o meu Ex me amou durante muito pouco tempo para me ensinar os fundamentos completos da Rede." Ouvindo sobre a revelação para os Malkavianos, ela responde quase instantaneamente " - Claro Emy! Isso é justo! Afinal se vocês vão adotar alguém que nem é um Cainita, deve saber a verdade"

Sobre a situação dos Caitiff, Natasha franze o cenho e diz de um modo desconfortável:

" - Já presenciei o tratamento para alguns Caitiffs em principados de outras cidades, e sinceramente, o modo que eles são tratados é muito ruim, e sabe... Isso pareceria alguma espécie de Estigma sobre mim, sabe como aquela diferença clara entre filho consanguineo e filho adotado? Então... Sempre fui tratada por todos os outros Cainitas como sendo uma Malkaviana..." Ela faz um semblante desanimado e continua " - Mas se essa solução for a melhor para o Clã eu aceito, não quero causar problemas, na verdade eu só quero ajudar!"


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Narração - Emilie Blanc | Natasha Romanov

Mensagem  Narrador em Qui Jun 05, 2014 12:47 pm

O tempo de repente se fecha e uma forte tempestade com raios e trovões começa a cair sobre a cidade. Era uma das maiores tempestade - senão a maior - que todos já tinham visto. E não haviam condições climáticas que indicassem essa mudança repentina de tempo. Os gatos, apavorados, se escondem. Era uma tempestade como jamais vista antes.
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Emilie - Natasha

Mensagem  Emilie Blanc em Qui Jun 05, 2014 1:50 pm

Emilie percebe o desconforto de Natasha e não fica tocando a cauda por muito tempo, fizera-o tempo o bastante para notar o quanto era real.
O caso da menina-gato parecia cada vez mais confuso quanto mais ela explicava. Assente afirmativamente quando ela pergunta se podia chamá-la de Emy, e ouve com um semblante intrigado ela explicar sobre seu acesso à Rede. Nunca soubera de um único caso de um não-Malkaviano acessando a Rede que, como o próprio nome dizia, era Malkaviana. Não era uma questão de "aprender a usar" e sim, de ser algo que pertencia ao próprio sangue e à loucura que os filhos de Malkav compartilhavam. Pelo menos tinha sido isso que sua senhora lhe ensinara e não acreditava que ela estaria errada.

Assim que Natasha termina, Emilie, após ouví-la até o fim sem interrompê-la, diz.
- Não, esqueça essa história de Catiff. Se você entra da Rede, você é uma malkaviana. Não importa em que circunstâncias isso tenha acontecido. Nossos irmãos não a permitiriam ter acesso se você não fosse uma de nós.

Estende um sorriso expansivo, voltando a segurar ambas as mãos dela.
- Você é um pouco diferente de nós, mas todos nós somos um pouco diferentes, não é mesmo? Se não fôssemos diferentes não seríamos malkavianos. Somos iguais por sermos tão únicos.

O olhar de Emilie, tão fixo em Natasha, apenas se desvia ao ouvir um trovão lá fora. Ela gira o rosto para ver a chuva pela janela, com uma expressão de lástima, mas ao mesmo tempo, uma pontada de desconfiança. Todo o Caos acontecendo na cidade... seria aquela tempestade, completamente inesperada, uma parte dele?

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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

Mensagem  Convidado em Qui Jun 05, 2014 3:59 pm

Natasha sorriu abertamente para Emilie mas seu sorriso desmanchou automaticamente assim que ela afirmou que ela era uma Malkaviana, o sorriso aos poucos foi transitando do semblante meigo ao Psicótico, ela fica alguns segundos atonita, como se sua alma tivesse saído do corpo, até que o Trovão faz ela despertar, junto com a chuva torrencial que caiu não mais do que derrepente, ela observou Emilie olhar pela janela com os olhos apertados, e diz com a voz totalmente mudada, uma tanto quanto sombria:

" - Posso fingir ser uma Cainita, mas eu não sou, não sou!"

Ela apoia a mão na parede, como quem estivesse para perder os sentidos, ela apoiou as costas na parede e olhou para Emilie, com um ar totalmente mudado, e a voz séria:

" - Os gatos, não posso me afastar deles, minha mente, minha alma, a minha sabedoria, a minha essencia está fragmentada em cada um deles, e não posso deixar que o meu sangue felino se afaste de mim..."

Derrepente Natasha olhou em volta e o lugar estava todo cercado de gatos, por todos os cantos, se lambendo, miando, ronronando, com vozes simultaneas com informações diferentes, que apenas Natasha poderia ver e ouvir

*Não se Afaste*
*Somos seus olhos*
*Somos seus ouvidos*
*Somos deuses*
*Sem nós será imersa no vazio*
*E nada poderá te tirar de lá*

Natasha olhava de um canto para o outro, Emilie poderia notar que ela estava vendo coisas, e ela assentia com a cabeça a cada direção que olhava, como quem concordasse com o que possivelmente estava ouvindo, e finalmente pousando seu olhar sobre Emilie, colocando-se em uma postura ereta, olhando para Emilie com as mãos na cintura e inclinando-se levemente para frente, dessa vez com um sorriso provocante, dizendo com a voz beirando a sedução:

" - Posso te mostrar que sou muito mais útil como uma gata do que como uma Lunática..."

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Emilie - Natasha

Mensagem  Emilie Blanc em Qui Jun 05, 2014 9:09 pm

Emilie observou, sem entender, a mudança brusca de humor de Natasha, tão grave que chegou a assustar a malkaviana, que se encolheu na cadeira. Não iria insistir que a menina-gato fazia parte de seu clã, já que isso parecia incomodá-la tanto, mas não iria mudar de opinião à esse respeito. Sabia que muitas vezes a culpa poderia levá-los a negar muitas coisas, até quem eles realmente eram.

Apenas balançou afirmativamente a cabeça, com uma expressão compreensiva, com o que ela falou sobre não poder se afastar dos gatos, então, percebeu que a irmã de clã estava tendo uma visão. Não tentou interpelá-la. O que quer que ela estivesse vendo poderia ser importante. Poderia ser assustdor também, Emilie sabia disso, e os trovões que ecoavam em meio a chuva, jogando clarões na sala, reforçavam ainda mais aquela impressão. Poderia ser mais um presságio do fim do mundo.

Manteve-se de prontidão, caso Natasha precisasse ser amparada, mas ela parecia muito segura de si quando voltou a olhar para ela, e assim que contemplou o sorriso dela, Emilie não pôde olhar para mais nada. Não viu mais a chuva caindo lá fora, nem ligou para o barulho estrondoso dos trovões. Sua atenção estava completamente focada na menina-gato.
- Você pode ser o que quiser, linda...

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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

Mensagem  Convidado em Sex Jun 06, 2014 8:28 am

Natasha desmancha subtamente aquele semblante sombrio do rosto, as palavras de consentimento de Emilie e o modo como conseguiu chamar muito sua atenção, foi o Gatilho para que sua Perturbação abrandasse, ela então tentou se conter para acabar não fazendo algo do que se arrependeria, então voltando ao seu sorriso meigo, a Menina Gato diz docemente:

" - Gosto muito do que sou, e me orgulho disto..."

Quando olhou em volta as suas alucinações felinas haviam sumido e ao ouvir o barulho dos trovões e da chuva torrencial, Natasha finalmente volta a sua atenção ao ambiente, o mundo estava acabando lá fora, e a natureza não havia dado um indício sequer ao longo do dia que isso iria acontecer, mas já havia ouvido sobre o clima instável no Rio de Janeiro, e por estar no Verão isso poderia ser mais aceitável do que em qualquer outra época do ano.
Natasha olha preocupada para Emilie e diz desanimada:

" - Maldição! E essa chuva agora? Está muito forte, o transito deve estar um inferno para chegar no seu apartamento... Mas se quiser podemos tentar, onde fica?"

A garota senta em um dos bancos de espera de madeira da clínica, e dá uma cruzada de pernas sensacional, seu ponto forte, era visível que mesmo inconscientemente em cada atitude de Natasha ela buscava chamar mais e mais atenção, no meio disso ela aponta para o telefone em cima do balcão de atendimento, junto com um computador que estava ligado, após fazer isso ela diz:

" - Você se lembra de cabeça do telefone de alguém? Podemos usar a internet também para descobrir, dependendo de quem for..."

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Emilie - Natasha

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Jun 06, 2014 5:18 pm

Emilie manteve-se receosa, mesmo quando Natasha se acalmou. Ficando em silêncio, apertada na cadeira. Seus olhos, meio estáticos viram-se de uma vez só, com um olhar indscreto para as pernas cruzadas da irmã de clã, tanto que pareceu perder seus pensamentos por um momento, mas, mesmo com dificuldade, retoma o raciocínio.

- Meu apartamento não fica longe, é aqui mesmo, na Zona Norte. Poderíamos ir a pé, se você não se importar...
Não se lembrava de cabeça de nenhum telefone, mas sabia o nome da academia de Guille. Poderia ao menos tentar descobrir o que acontecera com ele.
Rapidamente, ela se levantou, posicionando-se na frente do computador. Buscou pelo site da academia "Sonic Boom", e assim que encontrou o número dela, pegou o telefone de Natasha e discou.

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Academia - Emilie

Mensagem  Guille França em Sex Jun 06, 2014 8:14 pm

Uma voz feminina e empolgada no telefone atende.

"- Sonic Boom Gym, boa noite. Em que podemos ajudar?"

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Emilie - Academia

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Jun 06, 2014 8:19 pm

A voz doce e polida de Emilie ecoa de volta.
- Boa noite. Eu gostaria de falar com o senhor Guille França.

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Academia - Emilie

Mensagem  Guille França em Sex Jun 06, 2014 8:24 pm

A voz parece realmente desapontada por não poder ajudar.

"- Senhor França saiu a mais de uma hora. Gostaria de deixar recado? Ou conversar sobre nossos novos planos talvez? Temos ofertas ótimas para planos anuais e semestrais."

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Emilie - Guille

Mensagem  Emilie Blanc em Sex Jun 06, 2014 8:38 pm

Se Guille havia saído há mais de uma hora, era um sinal de que havia estado lá. Isso deixava a malkaviana mais aliviada, mesmo assim, insistiu suavemente.
- Meu nome é Emilie Blanc, eu conversei com o Senhor França à noite passada. Ele me falou sobre as atividades que pretende realizar na academia e eu fiquei muito interessada em investir nesses negócios, mas gostaria de tratar a respeito diretamente com o proprietário. Poderia me fazer a gentileza de passar o número celular dele? Eu o tinha, mas infelizmente perdi num assalto. Cidade violenta, não é mesmo?

Se Guille tivesse mencionado seu nome antes, talvez a moça já soubesse de quem se tratava, e se ela fosse um carniçal do toreador, talvez entendesse as insinuações veladas da vampira.

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Academia - Emilie

Mensagem  Guille França em Sab Jun 07, 2014 8:55 pm

A voz continua simpática, porém confusa.

"- Ah, entendo senhorita, um minuto, posso pegar o número do senhor França... Aqui, o número é esse, XXX, mas avisarei ao senhor França que a senhorita... Blanc não é? Ligou. Se quiser deixar um telefone de contato, vejo se ele pode retornar o quanto antes."

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Emilie - Guille

Mensagem  Emilie Blanc em Sab Jun 07, 2014 10:15 pm

A confusão da atendente deixa Emilie curiosa se a moça sabia ou não do que a vampira estava falando, mas independente disso, seu objetivo fora atingido. Pega caneta e papel na mesa de Natasha e anota o telefone informado por ela.

- Oh! Por favor. Avise sim... Isso, Blanc. Acredito que o senhor França já tenha meu número de contato, mas caso seja necessário, é XYZ. - graciosamente, a malkaviana se despede. - muito obrigada tenha uma boa noite.

Desliga, e logo depois, começa a discar para o toreador, sem sucesso em conseguir falar com ele. Tenta mais uma ou duas vezes, antes de desistir, voltando-se mais uma vez para Natasha.

- Não estou conseguindo nada com o meu contato. Vamos ter que voltar ao meu apartamento.

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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

Mensagem  Convidado em Dom Jun 08, 2014 1:15 am

Natasha prestava bastante atenção na conversa de Emilie, se perguntava quem poderia ser esse senhor França, talvez um outro Malkaviano? Torcia para que sim.
Ao ouvir sobre sair naquela chuva, a garota olhou pela janela e ponderou alguns instantes, o mundo estava acabando, ia borrar toda a sua maquiagem, apesar de ter o rosto lindo, ela se maquiava até para ficar em casa.
Olhando para Emilie, Natasha diz:

" - Vamos sim, com essa chuva não vai nem adiantar ir de guarda chuva, ainda bem que sei nadar, porque vamos precisar" Dá uma risadinha, parecia ter ficado completamente calma após seu último surto. " - Espere um minuto, sim?"

Natasha sobe as escadas de seu refúgio correndo, demonstrando uma grande habilidade para andar de salto, no seu quarto ela pega uma bolsa de couro impermeável preta, e enche com os seus produtos de beleza, não escolhe nada, simplesmente vai colocando dentro tudo que vê pela frente: Batom, Sombra, Lápis de Olho, Blush, Produtos para Cabelo, Perfume. Ao fazer isso rapidamente, ela desce mais uma vez correndo e diz para Emilie:

" - Estou pronta Emy, não gosto muito de água fria, você sabe, nenhum de nós gosta, mas é por uma boa causa, não é?"

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Emilie - Natasha

Mensagem  Emilie Blanc em Dom Jun 08, 2014 2:40 pm

Emilie iria sugerir capas de plástico, mas como Natasha não mencioara, era provável que não tinha. Sorri, achando graça no comentário sobre nadar, respondendo.
- Eu também sei! Nadar, correr, andar de bicicleta. Tive uma infância ativa...

Espera pacientemente a menina ir e voltar, mas ao reparar nos saltos dela, sugere.
- Não é melhor trocar de sapatos? Esses não parecem muito bons para a chuva.

Seu olhar porém é compassivo quando ela diz que não gosta de água fria. Perguntaria se ela preferia ficar, mas era importante que todo o clã estivesse reunido. Poderia ser perigoso para as duas ficarem sozinhas no meio de toda aquela ameaça.
- Sim, é por uma boa causa.

Pega o papel com o número de Guille, decorando-o mentalmente, antes de jogar fora. Prepara-se mentalmente para sair naquela chuva, mas finalmente, bota os pés para fora e vai.


OFF: Segue nas Ruas do Norte

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FIM DE TEMPORADA

Mensagem  Narrador em Qua Nov 19, 2014 7:47 am

A noite se encerra no Rio de Janeiro. Duas tempestades acabam por deixar milhares de mortos e desabrigados. Populações pobres sofrem como nunca sofreram com os fenômenos tropicais da cidade maravilhosa. O Exército e todas as polícias passam a ser coordenadas pelas Forças Especiais de Segurança Nacional depois de "organizações terroristas" matarem diversas lideranças políticas e empresários da cidade. Vereadores (mais da metade), Deputados (mais da metade da bancada federal e estadual do RJ), Desembargadores, Juízes, o Prefeito, o Governador e lideranças de variados setores da sociedade figuram entre os mortos. Líderes do tráfico e grandes nomes do crime também acabaram mortos . Foi uma noite e uma manhã de Caos. O clima é de insegurança total e com forte patrulhamento das forças policiais e do exército.

O Comitê Olímpico Internacional confirmou que os Jogos de 2016 continuam na cidade, mas exigem medidas rápidas para não reverem a decisão. O novo Governador e Prefeito Interino, o ex-Presidente do TJ-RJ Desembargador Henrique Castro, assume concomitantemente os postos com o discurso de convocar eleições no fim do ano e de cooperação com as Forças de Segurança Nacional. Faz um discurso pedindo para a cidade tomar o seu rumo normal e enfatiza que as medidas imediatas já iam refletir no dia a dia da sociedade.

Aquela noite tempestuosa mudou a cidade do Rio de Janeiro para todo o sempre. A Aliança Independente, organização com fins de ajudo mútuo que reúne os Ravnos, os Seguidores de Set e os Giovannis da cidade, declarou guerra aos lobisomens e colocou qualquer acordo de paz em risco. O Sabá já está pronto para, e sempre desejou, a Guerra. Os caçadores são atraídos pelos fatos e vão tentar limpar a cidade. O famoso "bando do Chuck", caçadores mercenários e temidos mundialmente, desembarcou no fim da tarde. Os demônios e infernalistas encontram o solo fértil para suas atividades no sopro de terror que tomou conta do Rio de Janeiro. A FESN, como representante dos interesses do Governo Federal também parte para a Guerra. Os Anarquistas se proliferam. A ordem é inexistente e forças ainda desconhecidas se movem nas sombras. Ou nem tão nas sombras assim.

Em meio a tudo isso, a Camarilla não tem opção. Ou vai à Guerra, ou cairá vítima dela. Os Garous sobreviventes, menos de um terço do efetivo anterior, lamberão suas feridas com sede de vingança. A cidade não é mais dos Lobisomens, a cidade não é da Camarilla. A cidade não é do Sabá, muito menos dos anarquistas. A cidade não é de ninguém, todos a reivindicam.

Todos estão em guerra. Todos são caça e caçador. A Guerra Civil começou.



Bem-Vindos à VII Temporada da Crônica Segredos do Apocalipse
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Re: Santuário para Gatos - Tijuca

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