[CAERN] Clareira Central

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Narração - Herança-Selvagem

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 12:38 am

O Rei Albretch começa a rir e responde para Meet:

'- E tem algum Roedor de Ossos comigo agora? Algum deles tem algum espaço na Nação? Não consegue aprender nada mesmo. Minha criação me ensinou a separar o lixo do que presta. E você é igual a sua matilha: um lixo. Meu filho mesmo é Edgard. Ele sim foi criado comigo e sabe o que é ser um membro de minha família. Agora, você? É um líder e um Garou patético. Eu tenho vergonha de ter sangue meu correndo em suas veias... vergonha!'
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Narração - End-Bum

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 1:01 am

Imediatamente chama-se um Galliard e ele se apresenta à End-Bum e começa a dizer:


'- O senhor estava cansado das interferências daquela seita na sua matilha e da injustiça que faziam com o senhor. Mesmo tendo saído da liderança, Benção-de-Gaia continuou influente e sento um entrave. O sangue de seu pai, se me permite, falara mais alto. Nós começamos o contato através de Olhos-da-Fúria, nossa Ragabash com quem o senhor se envolveu em uma noite após algumas bebidas. Fizemos todo o aliciamento padrão, apontando as contradições de Gaia e porque estamos com a Wyrm. Foi uma questão de pouco tempo. Seu teste de lealdade era nos ajudar a tomar o Caern. E devo dizer que sua estratégia foi brilhante.'


Os acontecimentos vinham à mente de Bruno com mais detalhes ainda do que eram falados. Tudo era muito real. Bruno se sentia parte da Legião. Sentia que tinha caído. E ao mesmo tempo se sentia natural ali por mais apavorante que isso pudesse lhe representar.
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Narração - Olhos-que-Riem

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 1:02 am

Não havia pra onde correr. E o fogo se alastrava cada vez mais. Olhos-que-Riem estava cercada. Muito fogo e fumaça. Respirar era difícil e o calor era intenso.
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Narração - Ira-de-Ártemis

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 1:04 am

Ninguém responde o chamado de Helene. A mãe da Fúria Negra, no entanto, em um último gesto ergue a mão buscando o rosto de Helene e dizendo:


'- Porque? Porque você falhou? Porque você demorou tanto? Porque envergonhou tanto sua tribo com seus atos? Porque Gaia me puniu me fazendo dar a luz a você? Porque?'


Antes que Helene pudesse reagir sua mãe morre. Em seus braços.
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Narração - Persegue-a-Verdade

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 6:24 am

Benção-de-Gaia, diante das palavras de Adan, repete para o Philodox:

'- Sim, um vigia que serve à Wyrm e ajudou ela a tentar acabar com esse Caern'.

Lucca, em seguida repete:

'- Culpado!'

E todos os Garous começam a falar a palavra "culpado" e ela fica ecoando na mente de Adan sem parar. O mundo do meia lua, caía.


Última edição por Admin em Seg Jun 24, 2013 6:25 am, editado 1 vez(es)
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Narração - Vento-da-Montanha

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 6:25 am

Quando tenta se mover, Mark sente suas pernas se despedaçarem e cai somente com o tronco no chão. Os seus inimigos riem e o líder deles diz, zombando de Mark:

'- É assim que você vai acabar conosco? Não consegue nem ficar de pé...'
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Narração - Sombra-do-Beco

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 6:28 am

Um violento tapa na cara é dado em Isacknewton que não tinha como se soltar. O Garoto ria. Tinha uma Klaive com a qual fazia cortes no corpo do Roedor só para lhe causar dor. Mesmo estando em hominídeo - e por isso não sentindo efeitos da prata - o Galliard sentia um calor que queimava a pele enquanto a Klaive passava. A dor era dilacerante e o filho de Isacknewton diz:

'- Você vai fazer o que mesmo, papai? Acho que você não vai ter como fazer nada para se salvar, assim como não teve como fazer nada para salvar seus amigos...'
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Narração - Bardo-Forasteiro

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 6:30 am

Puro-Osso balança a cabeça negativamente e apenas diz:

'- Não... matar é muito pouco. Tens que conviver com a vergonha de ser o merda que és.'

O Lenda dos Fiannas então começa a caminhar indo embora. No peito de Danniel toda a dor e o peso do mundo. Havia falhado. Sentia isso. Sentia o peso da falha. E sentia o peso de ser rejeitado pelo seu próprio pai.
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Narração - Punhos-de-Aço

Mensagem  Narrador em Seg Jun 24, 2013 6:32 am

'- Fim?'


Uma voz chega até John. Uma voz conhecida. Era a voz de seu primo, o mesmo que havia destruído a vida de Sylvia. Ele fica olhando John de longe e diz:


'- Que isso de fim, John. Você apenas vai ficar, agora, por fora, do jeito que é por dentro. Podre. Vai ter que conviver com isso. Se olhar todo dia no espelho e ver quem você realmente é...'


Ele começa a rir enquanto John sente seu corpo se deformando. Ele estava se transformando em um monstro. Na criatura mais horrenda que ele era capaz de imaginar.
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Madame Satã - Gomes(?)

Mensagem  João Maria de Sant'Anna em Seg Jun 24, 2013 9:50 am

Gomes tinha razão. Preso e na forma hominídea não tinha como fazer absolutamente nada. Além disso, estava sem as pernas. A dor era lancinante e ele olha para o homem com um ódio mortal. Um ódio do qual nunca sentira por mais ninguém, somente por Gomes.
 
-FILHO DA PUTA.
 
Madame se contorce para tentar sair, mas era em vão. Não poderia se transformar em Crinos ou a prata iria feri-lo mais ainda.
 
-E você vai fazer o que? Vir aqui tentar me estuprar de novo? Venha que eu acabo com você da mesma forma que fiz no passado e melhor...uso essa sua faca aí par arrancar seu pau e dar aos cachorros. Porque esta merdinha aí que tu leva no meio das pernas não faz cosquinha nem na minha irmãzinha de três anos que você matou...seu desgraçado.
 

Madame se debatia incansavelmente. Não tinha o que fazer no momento. Tinha que criar coragem de se transformar em Crinos. Coragem essa que lhe estava faltando.

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Sylvia - Lucca ? / Bruno ? / John ?

Mensagem  Sylvia Capuleto em Seg Jun 24, 2013 10:22 am

A dor causada pelo chute de Bruno não se compara à dor que era aquela traição. Sylvia chorava. Não conseguia manter a banca de forte. Era humilhada por Bruno, em quem confiava, e por John que ela sabia que vira pra lhe derrubar. Como pudera deixar as coisas chegarem a esse ponto? A Senhor das Sombras tentava reunir forças para se levantar mas não evolui muito.

No momento em que começa a erguer seu corpo do chão enxerga Lucca se aproximando. A Theurge estende sua mão direita na direção do juiz de sua tribo e de seu ex-campo e diz, um pouco sem forças dado o impacto de tudo que havia acontecido:


- Lucca... me ajude...

Sylvia tenta se levantar e andar na direção de Lucca. Estava perdida. Seus olhos eram vazios não por ausência de sentimentos, mas pela confusão de todos eles. Olhava para John, olhava para Bruno, olhava para Lucca, olhava para todos. Ouvia as risadas, as vaias, os xingamentos. Estava no fundo do poço e, sem ter forças para se manter em pé, não tinha forças para se agarrar em nada.

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Isack - Todos

Mensagem  Convidad em Seg Jun 24, 2013 12:03 pm

Isack sente o tapa no rosto. Violento e dolorido. O desgraçado tinha força.
O Roedor, sabia de alguma forma, que aquele era seu filho, mas não conseguia sentir-se pai. A única referencia paterna, eram os líderes tribais que se cagavam pra ele, e seu próprio pai, que antes de fugir de casa, dissera "Puta que pariu, não era pra ter nascido".  Querendo ou não, Isack ainda era um favelado do morro.


"Tudo perdido... todos mortos e gritar não adiantou.... plano B".

Após o tapa, Isack volta o rosto em um sorriso falso. 


- Ao menos se tem o braço forte...diz ai mulecão... é punheta seu segredo?

Ele aumenta o sorriso.

-Já Posso dizer que se fiz uma bosta igual você, pelo menos sou um cú de respeito, né não?


Isack fita com dor no coração, os corpos conhecidos e dilacerados no chão, no entanto, mantém o semblante de quem pouco se importa.

-Troxões...morreram pq são uns bostas mesmos... tenho nada a ver se são burros...

Isack olha seu filho, Willysmiti, nos olhos.

-Willy... tu não vai me matar né? to ligado... se não já tinha matado... conheci vários igual vc...vai ficar me causando dorzinha até lacinante.. a desmaio, me acorda.. etc..etc.... no fundo, tudo bixinha...lembro que  quando molhava o morro, tudo se escondia embaixo da cama com cagaço dos macaco... Xá eu falar duas coisas, conselho de pai memu. Premera: Sempre tem alguém mais ligeiro que você. Segunda:


Isack suspira e assopra, esvaziando o pulmao quase completamente e dizendo em uma voz quase inaldível.


-Se tem o tempo que durar minha respiração.

O Roedor não encontrava outra opção além do suicídio e fugir pra umbra. Ele tentaria passar para a umbra, e caso não funcionasse, prenderia a respiração até desmaiar (uma vez que suicídio não ocorreria obviamente).

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Re: [CAERN] Clareira Central

Mensagem  Lucia Dweight em Seg Jun 24, 2013 12:31 pm

Havia uma clareira à sua frente. Os instintos não eram desenvolvidos ao ponto de lhe indicar caminhos para a sobrevivência. Muito pelo contrário, aliás, eles não lhe ajudavam em nada. Seus sentidos cibernéticos não existiam. Contato com a inteligência artificial, muito menos. Mudar de forma? Nem pensar. Lúcia começava aos poucos a perceber onde estava e que seu maior medo se realizara. Lembra das histórias de sua infância. Dos contos assustadores que os Galliards mais sem noção contavam para os filhotes. Lembra do medo da Toca dos Lobos. E era lá que ela estava.

Sem ter como fugir, Lúcia não vai para a clareira. Sabia que ali seria um alvo fácil. Busca usar de toda a furtividade que possui - e que não é muita - para tentar sobreviver naquele local que ela não tinha ideia de como tinha chego.

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Helene - Narração

Mensagem  Helene Rios em Seg Jun 24, 2013 2:25 pm

Tudo que sua mãe fala lhe dói no mais fundo de sua alma. Helene estava perplexa. Tinha falhado e era renegada. Todas as pessoas que mais amava no mundo estavam mortas e a pessoa que era sua razão de viver falecia diante de seus olhos. Helene vê o corpo morto de sua mãe e se ajoelha. Em meio às lágrimas e a dor, as palavras de uma oração:

- Ó grande Mãe e poderoso Pégasus, guiai a alma de minha mãe e perdoai meus pecados. Que a mesma fé que...

Helene começa a orar mas não consegue terminar. As lágrimas tomam conta e a Fúria Negra abraça sua mãe com força repetindo, para o corpo morto, apenas uma mesma palavra diversas vezes:

- Desculpa! Desculpa! Desculpa!

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John Montecchio "Punhos-de-Aço" - Primo de John (Bruno) que fudeu com a vida de Sylvia e agora a dele também (?)

Mensagem  John Montecchio em Ter Jun 25, 2013 9:14 am

John rolava insanamente no chão com muitos pedaços de caco de vidro por causa do espelho que tinha quebrado enquanto levava as mãos no rosto e na cabeça arrancando seus cabelos. Tinha perdido completamente a noção. Tinha tornado realidade o seu pior medo: perder sua beleza. Relutava em não acreditar naquela possibilidade, mas via diante de seus olhos e até sentia seu corpo se degenerando rapidamente. Não fazia ideia do que estava acontecendo, mas antes seu corpo que era bonito agora era um ser completamente horripilante. A situação só piorava. Sangue escorria por todo corpo por causa dos cortes que o espelho quebrado fez.

- Aaahhhhh, caralho!! Que porra é essa! Socorro!!! Socorro!

Em meio ao seu descontrole total, escuta a voz do seu primo. De longe observa-o falar coisas das quais deixou John extremamente furioso. Do jeito que ele falava parecia que era ele o responsável por aquilo estar acontecendo. Rapidamente se levanta e grita para Bruno.

- Você é bem mais podre do que isso seu filho da puta! Fiote de Chocadeira! Chupador de bosta! Porque você fez isso seu desgraçado!? Ficou com medo da minha superioridade sobre você?! Seu maldito! FILHO DE UMA PUTA RAMPEIRA!!

Bruno ria da cara de John com um sorriso de vitória. Não havia respostas para aquilo. Pouco entendia aquela situação, mas era tão real quanto a possibilidade de morte que estava bem a sua frente agora. Nesse momento sente seu corpo ir se transformando rápido em uma criatura tão feia que nem imaginava que aquilo era capaz. Se joga de joelhos no chão, gritando de dor, desespero, medo, raiva enquanto gritava para seu primo.

- FALA SEU DESGRAÇADO!? PORQUE TÁ FAZENDO ISSO, FILHO DA PUTA?! Qual o seu problema retardado mental!?


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Sarah (Crinos) - Fenris

Mensagem  Sarah Paulsen em Ter Jun 25, 2013 1:12 pm

A Fenris não podia acreditar e aceitar o que via. Ela se lança ao chão em um impulso, segurando na pata de Fenris e olhando para o lobo que era o patrono de sua tribo. Não haveria sentido viver sem ser uma Fenris. Lágrimas de desespero rolavam pelo rosto de Sarah que, em meio ao seu pranto, dizia:

- Não Fenris! Por favor! Não me abandone! Me dê uma nova chance! Me permita ser uma de suas Crias. Por Gaia, eu lhe imploro!

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Olhos que Riem (Hispo) - Todos

Mensagem  Convidad em Ter Jun 25, 2013 7:09 pm

Em pânico, pulando de um lado para o outro enquanto busca um caminho, Olhos que Riem faz a única coisa que conseguia pensar agora: clamar pela ajuda de seus ancestrais. Sabia que seu alpha ficaria furioso, mas ele não poderia fazer nada agora que o caern estava em chamas e ele estava morto... Mais cedo seu antepassado Lua Crescente chamara o Inverno para aplacar o fogo, agora ele poderia chamar a Tempestade para salvar o que restava do Caern, não é?

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Adan Dimitri (Crinos) - Lucca / Benção de Gaia / Todos no Julgamento

Mensagem  Adan Dimitri em Ter Jun 25, 2013 7:54 pm

O Filho de Gaia ouvia aquilo sem crer no que estava acontecendo. Eles não podiam estar falando sério. Será que Adan havia sido dominado pela corruptora e, agora que ela não precisava mais dele, foi largado para morrer? Era a única explicação lógica que conseguia imaginar.


- Lu-Lucca. Use a ver-verdade de Gaia. Veja que não estou mentindo. Eu não sei do que vocês estão falando.


É então que muitos Garous começam a repetir o julgamento dado pelo Senhor das Sombras. Aquelas palavras atravessavam a mente e o coração de Adan que, instintivamente, leva as mãos aos ouvidos para tentar parar aquela barulho ensurdecedor.


- Não... Não... Vocês estão errados... Não eu não sou traidor... Não... NÃOOOOOOOO!

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Re: [CAERN] Clareira Central

Mensagem  Danniel Jacks em Ter Jun 25, 2013 9:05 pm

BARDO FORASTEIRO - PURO OSSO


Danniel ouvia as palavras de seu pai, eram palavras duras e mais afiadas do que qualquer espada que o garou tivera encontrado, eram mais dolorosas do que qualquer machucado que o Fianna suportou até aquele momento.


O Lenda dos Fiannas virava de costas e começava a andar, deixando o Cliath ali sozinho, num súbito movimento o garou vai até seu pai e tenta segurá-lo e já chorando diz:


-'Você não pode me deixar aqui, não assim... Por favor, me diga o que fazer, eu preciso saber...'


O Fianna não podia viver com o peso daquilo em seu peito, aquela sensação esmagadora de derrota, de falha, de não ser capaz de trazer orgulho para seu próprio pai.

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End-Bum - Dançarino da Espiral Negra /narração

Mensagem  Convidado em Ter Jun 25, 2013 11:10 pm

Que terrível realidade era aquela, que além de ser duramente cruel, havia chegado de supetão, como quem acorda de um sonho confuso, quando não se sabe se a realidade era a do sonho ou não. Dessa forma, não sabia se a guerra que ainda trazia na memória como sendo algo tão distante, havia existido de fato, ou se fora apenas um sonho que lhe atrapalhou a memória real.

Começou a pensar em fumar à medida que foi escutando o relato sombrio do Galliard deformado, tendo cada vez mais certeza do inaceitável: “Mas eu... eu estava tão convicto de mim mesmo... de que não seguiria os passos daquele imundo... E agora aquele imundo sou EU!”


Pensou em orar por ajuda, mas não sabia mais a que Deus respondia, pensou em voltar a dormir na busca desesperada por respostas, mas a situação lhe desencorajava. Sem saber o que fazer, e sequer no que pensar, alisou de forma nervosa a própria cabeça, de frente para trás e depois de trás para frente: “Eu... eu quero ficar sozinho!” Decidiu, pensando em vasculhar cada centímetro do ambiente sem precisar mais se preocupar com as expressões de espanto a que vinha tentando mascarar.

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Herança-Selvagem - Rei Albretch / Narração

Mensagem  Convidado em Ter Jun 25, 2013 11:17 pm

Nunca tinha antes estado pessoalmente com seu pai desde o nascimento e certamente aquele momento já havia povoado seu imaginário por muito tempo. Entretanto, de todas as vezes que sua mente criou aquela situação em que se encontrava com seu pai, ou estavam ambos vivos e sorridentes, ou Meet era muito mais velho, e encontrava seu pai no Valhalla.

Após ter assimilado a realidade totalmente inusitada, bem como as novas palavras duras que lhe eram direcionadas, somadas a postura arrogante e totalmente diferente da que havia escutado sobre seu pai, Meet volta a portar-se com mais dignidade, menos assustado, mais ereto e emocionalmente mais contido: “Aquele seu filho é um hipócritazinho de merda! Mas você? Pelo visto, os Galliard estão muito enganados a seu respeito...” 
Embora recobrasse aos poucos sua habitual forma de ser, ainda estava abalado com o que presenciava, pois talvez sua curta existência tivesse sido em vão. Mas agarrava-se num fio de esperança, acreditando na hipótese de tudo aquilo não passar de um teste do qual não entendia muito bem.

Refletiu mais alguns poucos instantes antes de decidir tentar extrair alguma certeza sobre o que estava acontecendo: “Estamos mortos?”

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Narração - Matilha Titãs | Matilha Arautos do Trovão

Mensagem  Narrador em Qua Jun 26, 2013 5:50 am

A tortura psicológica dura cerca de meia hora. Os maiores medos de todos os atacam até que o psicológico de cada um seja cruelmente abalado. O Rei Albretch convence Meet que o filho que lhe enche de orgulho é Edgard e que Meet é uma vergonha. End-Bum é convencido que agora é o novo líder da Legião. John se transforma em um monstro horrível e eunuco. Sylvia vira uma Roedora de Ossos após ser humilhada por John e Bruno. Danniel sente o peso de ser uma vergonha para seu pai. Sarah é abandonada por Fenris e vira Roedora de Ossos, indo morar no lixo. Lúcia é perseguida e caçada por toda toca dos lobos. Madame-Satã não consegue fazer nada a não ser ser torturada por Gomes. Enfim, de forma resumida, todos sofrem seus maiores medos com uma dose absurda de realidade. Era a pior coisa que já tinha acontecido com cada garou ali. Algo que ficaria na memória de todos. Em dado momento, quando todos estavam à beira da loucura, à beira do desespero e completamente derrotados por seus medos, surge, no sonho de cada um, a figura de Benção-de-Gaia que, em meio a um grito muito forte, crava seu cajado no chão. Uma onda de energia surge em cada sonho e, no plano real, envolve todo Caern. A onda de energia gaiana acaba por exorcizar todos os espíritos da Wyrm e curar todos os ferimentos dos Garous. As matilhas Arautos do Trovão e Titãs acordam, mas não estavam na mesma clareira na qual lutaram. Estavam na mata fechada. Não tinham mais ferimentos (cicatrizes de batalhas foram conservadas) mas ainda sentiam em si o gosto do medo, o gosto da angústia, o sabor da dúvida do que é real e do que não é. Os Garous tinham tido uma importante lição naquela noite. Enfrentavam um adversário cruel e tiveram que encarar seus medos, sofrer com eles ,sem a menor chance de vitória...


Última edição por Admin em Qua Jun 26, 2013 9:06 am, editado 1 vez(es)
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Madame Satã - Gomes - Benção de Gaia

Mensagem  João Maria de Sant'Anna em Qua Jun 26, 2013 8:21 am

A tortura continuava de um forma nunca antes imaginada por Madame Satã. Ver sua família destroçada no chão de seu antigo barraco era muito forte para ele. Ver Gomes vivo e o torturando fisicamente também. Sua culpa por tê-lo matado ainda existia no fundo de seu ser e ele sente este peso como se estivesse carregando o mundo nas costas. Impotente ali Gomes continuava a torturá-lo, a machucá-lo e quando estava perdendo completamente a noção de quem ele mesmo era, Benção de Gaia aparece como uma luz acalentadora e um apoio.

Madame chorava desenfreadamente e sente quando a grandiosa energia de Gaia preenche seu corpo salvando-o de todos os ferimentos. Ele desperta, ou o que passara com Gomes era a realidade, e percebe que estava no meio da mata fechada, estirado no chão, em hominídeo. Lágrimas vertiam de seus olhos e ele não se move. Estirado na floresta ele apenas observa a copa das árvores e um pedaço aqui e ali do céu questionando-se se ele seria forte o suficiente para enfrentar os inimigos de Gaia.

Prestes a desistir de sua própria vida ele tem um acesso de descontrole e corre na direção de um tronco de árvore, se encolhe ali e soluça copiosamente. As lágrimas pareciam não deixar de rolar pelo seu rosto e seus olhos estavam esbugalhados de medo, de pavor e de certa forma de revolta. Mesmo a visão de Benção de Gaia não o ajudara tanto assim. A energia de Gaia curara os ferimentos visíveis, mas e os ferimentos psicológicos, quem curaria? Deixou-se ficar soluçando, chorando e meio que abandonado ali, encostado no tronco de uma árvore como um animal prestes a ser abatido por algum predador.

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Ethan

Mensagem  Convidado em Qua Jun 26, 2013 9:12 am

O Ragabash começa a cair e não entende o que está acontecendo, sentia a podridão em seu corpo se alastrar, e sente como se o seu coração houvesse voltado e todos os sentimentos que ele sentia gratamente anulados de seu ser voltam como uma bomba e o garou não consegue suprimir a angústia e o pavor de tantas decisões, pois voltaram desde a primeira distorção que ele fizera conscientemente.

O orgulho de ser um servo de gaia que fazia o que era necessário por gaia, é substituído pela vergonha de fazer o que fosse preciso para vencer, não importando os meios e consequências, e essa dualidade de sentimentos era arrasadora.
Seu corpo passa a sofrer mutações, sua pele assume uma coloração esverdeada, e então, aqueles a quem mais despreza passam a saudá-lo como sendo um, e isso era absurdo demais para a mente do garou que começa a gritar desesperadamente e arranhar seu próprio corpo buscando limpar-se daquela mácula.

Aquilo não deveria estar acontecendo, não com ele... havia muito a ser feito ainda e ele não podia aceitar.
A espiral continua a consumi-lo e o seu desespero o leva a exaustão, não havia mais força em si para lutar contra a sua queda eminente e o garou simplesmente começa a pensar em formas de subjulgar aquilo de uma maneira alternativa, esperando na morte o fim do tormento.

De súbito algo acontece. Benção de Gaia aparece, e com autoridade dá um grito e finca seu cajado, fazendo tudo aquilo sumir, a podridão no garou é obliterada e todos os malditos que lhe saudavam somem.

A queda do garou cessa e ele vê-se na mata, olha ao redor e vê seus irmão, mas novamente, o garou não sente absolutamente nada. Coloca a mão no seu peito e nota que a cicatriz continuava ali. Imediatamente põe a mão no seu rosto, e nota que as novas também estavam ali.

E novamente, não sente nada.

Estava salvo outra vez.Twisted Evil

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Isack

Mensagem  Convidad em Qua Jun 26, 2013 3:49 pm

O Roedor mordia a própria lingua numa tentativa infrutífera de afogar-se no próprio sangue. Seu filho um assassino, ou melhor, "O" assassino de todos seus conhecidos era uma realidade dura demais para ele.

Berrava e chorava em desespero, debatendo-se, até que Benção -de-Gaia fez juz ao seu nome, e derramou sobre todos a benção da mãe.

Se estava vivo ou morto, ele ainda não tinha certeza.

Totalmente derrotado psicologicamente, em meio a mata fechada, sem perceber direito se o que vivia era real, Isack grita por seus amigos. Ele era o Galliard, ele devia garantir a união da matilha. Com o resto de suas forças mentais, ele grita algo que poderia, de longe, ser percebido como um grito de chamado/vitória:

-Titãaaaaaaaaaaaaaaass!


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Re: [CAERN] Clareira Central

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